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um juiz federal suspende a contestação à lei fundiária ordenada por Donald Trump
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Na quinta-feira, 23 de janeiro, um juiz americano suspendeu a contestação da lei fundiária ordenada pelo novo presidente, Donald Trump, uma medida emblemática da sua ofensiva anti-imigração.
“Este é um texto manifestamente inconstitucional”disse o magistrado federal John Coughenour, citado pela mídia local durante uma audiência em Seattle. Contactado por telefone, um funcionário do tribunal confirmou a suspensão à Agence France-Presse.
“Obviamente, vamos recorrer”declarou o presidente americano à imprensa a partir do Salão Oval da Casa Branca em reação a esta suspensão. O Ministério da Justiça, por sua vez, garantiu que o decreto presidencial “interpreta corretamente” dia 14e alteração. O caso provavelmente irá até a Suprema Corte.
Após a sua tomada de posse na segunda-feira, Donald Trump assinou um decreto de regresso aos direitos à terra, um princípio fundador consagrado pelo 14.e emenda à Constituição Americana e aplicada por mais de cento e cinquenta anos nos Estados Unidos. Esta medida foi imediatamente contestada em tribunal por 22 estados americanos, incluindo Califórnia e Nova Iorque, e por diversas associações. Instauraram diversos processos apontando sua inconstitucionalidade.
“Sou juiz há mais de quarenta anos e não me lembro de outro caso em que a questão colocada seja tão clara como este”acrescentou o juiz Coughenour, suspendendo o decreto por quatorze dias, segundo o New York Times.
O risco de tornar as crianças apátridas
O processo julgado quinta-feira em Seattle foi instaurado pelos procuradores-gerais de quatro estados: Washington, Arizona, Oregon e Illinois. Salientaram que este decreto poderia privar 150 mil recém-nascidos de direitos todos os anos nos Estados Unidos e correria o risco de tornar alguns deles apátridas.
A ordem era proibir o governo federal de emitir passaportes, certificados de cidadania ou outros documentos para crianças cujas mães estejam ilegal ou temporariamente nos Estados Unidos e cujo pai não seja cidadão norte-americano ou residente permanente, titular do famoso “green card”. .
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A decisão de quinta-feira se aplica a todo o país, de acordo com a Associated Press. “Devemos esperar que este decreto inconstitucional e antiamericano nunca entre em vigor”afirmou o procurador-geral (democrata) do Estado de Washington, Nick Brown, num comunicado de imprensa saudando a suspensão. “A cidadania não pode ser condicionada pela raça, etnia ou origem dos pais”acrescentou. “É a lei da nossa nação, reconhecida por gerações de juristas, legisladores e presidentes, até à ação ilegal do Presidente Trump. »
O procurador-geral do Arizona, Kris Mayes, por sua vez, deu as boas-vindas “uma vitória para o Estado de Direito. » “Nenhum presidente pode mudar a Constituição por capricho e a decisão de hoje afirma isso”acrescentou este eleito democrata, num comunicado de imprensa.
O decreto de Donald Trump, que ele assinou no dia de sua posse, segunda-feira, 20 de janeiro, entraria em vigor em 19 de fevereiro. O próprio presidente admitiu esperar contestações na Justiça. Ele também decidiu que a lei de terras é um princípio «ridicularizar»e alegou falsamente que os Estados Unidos “os únicos” para aplicá-lo. Na realidade, dezenas de países reconhecem a legislação do solo, incluindo França, Canadá e México.
O mundo com AFP
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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