NOSSAS REDES

ACRE

Um toque de limão: Timothée Chalamet andou de bicicleta alugada no tapete vermelho. Mas há quanto tempo ele estava na sela? | Timothée Chalamet

PUBLICADO

em

Stuart Heritage

euontem à noite, na estreia em Londres de Um completo desconhecidoTimothée Chalamet desafiou as convenções ao aparecer em uma bicicleta Lime. Ele andou de bicicleta até o tapete vermelho, encerrou o passeio no celular e continuou o resto da estreia como se nada tivesse acontecido. Que homem.

Você pode dizer muito sobre alguém pela maneira como ele chega à estreia de seu próprio filme. O padrão é chegar em uma limusine, linda e acompanhada por alguém de igual beleza, como demonstração de status. Às vezes, uma estrela traz a mãe como acompanhante – como Henry Cavill fez na estreia de The Witcher alguns anos atrás – quando queriam projetar uma imagem de acessibilidade acolhedora e identificável. Depois, há aqueles que vão aproveitar a estreia como uma oportunidade para redefinir sua própria marca pessoal, como Ryan Gosling fez quando compareceu à estreia de The Fall Guy no ano passado. vestido como um dos Beavis e Butt-Head.

Não há cheiro de repolho… Chalamet chega. Fotografia: Shane Anthony Sinclair/Getty Images

Um extremo é fazer o que Tom Cruise fez antes da estreia de Missão: Impossível 3 em 2006, que deveria percorrer a cidade de Nova York da maneira mais extravagante possível, primeiro em uma motocicleta, depois em uma lancha, depois em um táxi, depois em um helicóptero, depois em um carro esporte e, finalmente, no metrô. Mas nem mesmo Cruise, em sua pompa, conseguiu fazer o que Chalamet fez, ao alugar uma bicicleta elétrica acessível ao público.

Claro, as dúvidas permanecem. É difícil dizer o quão longe ele viajou até a estreia no BFI Southbank. Ele apareceu na esquina para absorver a glória ou fez o trabalho e fez toda a viagem de bicicleta? Essa seria a maneira correta de fazer isso, pois mostra que Chalamet entende a cidade em que está. Ele quer navegar pelas ruas extensas de Londres de maneira rápida e barata, sem causar muita pressão ao meio ambiente, então é claro que contrataria uma bicicleta.

Também demonstraria que Chalamet é um de nós. Não exatamente um de nós – quem entre nós pode dizer que temos quebrou nossa própria competição sósia? – mas perto o suficiente. Isso mostra que ele não precisa de uma comitiva enorme para chegar onde precisa e que tem competência e inteligência suficientes para fazer as coisas sozinho. Se for esse o caso, Chalamet ficará para a história como o A-lister mais identificável de todos os tempos.

No entanto, existem alguns sinais reveladores de que isso foi apenas uma façanha. Para começar, ele chegou na hora certa em vez de se atrasar 20 minutos porque teve dificuldade para encontrar uma bicicleta em condições de funcionamento. A barra de suas calças também estava imaculada, em vez de estar coberta por um fino brilho de garoa, repolho molhado e urina.

O mais revelador de tudo é que Chalamet parecia completamente imperturbável quando chegou. Se ele tivesse andado de bicicleta por qualquer distância significativa, ele teria uma expressão de fúria exasperada por ter que lidar com a interminável litania de carros tentando atropelá-lo, outros ciclistas passando por ele atirando e os enxames de pedestres que continuam vagando distraídos. na frente dele porque eles estão muito ocupados navegando no TikTok para reter pelo menos um pingo de consciência espacial. Se Chalamet tivesse descido da bicicleta, deixado-a cair e começado a fazer um discurso breve, mas apaixonado, sobre o quanto ele odeia as pessoas, haveria mais motivos para acreditar que ele fez toda a viagem de bicicleta.

Chalamet, no entanto, chegou à sua estreia depois de um suposto passeio de bicicleta por Londres, parecendo não guardar nenhum ressentimento pela humanidade. Ele é um bom ator, mas não é tão bom assim.



Leia Mais: The Guardian

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Novo Projeto-interna.jpg

A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS