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uma “escolha perigosa” para alguns, o “repúdio às políticas “acordadas”” para outros
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Bastaram algumas horas, na noite de terça-feira, 5 de novembro, para quarta-feira, 6 de novembro, para que Donald Trump fosse declarado o novo presidente dos Estados Unidos, em detrimento da sua rival democrata, Kamala Harris. Com pelo menos 277 eleitores, o republicano regressará assim à Casa Branca durante quatro anos, depois de já a ter ocupado de 2016 a 2020. Nos meios de comunicação do outro lado do Atlântico, os editoriais do dia continuam a ser dedicados à exegese do voto , ao mesmo tempo que começa a delinear as suas consequências para o futuro do país.
Aos olhos de Jornal de Wall Streeto fazedor de reis tem um nome: Joe Biden. O jornal financeiro atribui em grande parte a culpa da vitória de Donald Trump aos erros da administração cessante. “Biden colocou a fasquia para a esquerda para unir os democratas, em vez de unir o país”lamenta o jornal, que faz uma avaliação dura dos seus quatro anos de mandato: “Declínio dos salários quando a inflação dispara, projeto cultural divisionista baseado em políticas de identidade, caos na fronteira sul, colapso da capacidade de dissuasão no exterior. »
Segundo os editorialistas do título, as questões económicas constituíam a melhor carta de Donald Trump: “Não importa o quanto a mídia alardeia que a economia está indo bem, os eleitores que dependem dos seus salários – e não dos investimentos – veem as coisas de forma diferente. » No entanto, observam eles, os democratas poderiam ter tirado vantagem da “ameaça à democracia” encarnado pelo candidato republicano e pelo seu ” personagem “. Mas o acampamento Harris “exagerou aqui novamente, suas comparações com o fascismo e com Hitler não sendo audíveis”.
“Ele ampliou o mapa eleitoral republicano”
Em artigo publicado pelo canal conservador Notícias da raposao cientista político Doug Schoen também acredita que a vitória de Donald Trump deve muito a questões económicas: mostra que os eleitores querem “um governo menos presente, desregulamentação e impostos mais baixos”. Além disso, segundo ele, esta vitória “surpreendentemente forte” força os Democratas a um profundo “reavaliação”nomeadamente porque Kamala Harris fez da defesa do direito ao aborto um eixo importante da sua campanha: segundo o Sr. Schoen, o resultado da eleição mostra o ” fraqueza “ por que alavanca
Ele vai mais longe. Aos seus olhos, “O regresso à Casa Branca de um Donald Trump que claramente não está isento de falhas também representa um repúdio às políticas “acordadas” dos Democratas, seja no que diz respeito às pessoas transgénero, à acção afirmativa ou às questões relacionadas com o papel dos pais na a família nuclear tradicional ». Notícias Breitbarta polêmica mídia Trumpista que vê na vitória de Donald Trump o “maior retorno da história americana”também acredita, pela pena de Joel Pollak, que Kamala Harris “confiou maciçamente na questão do direito ao aborto enquanto propunha poucos outros projetos”.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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