NOSSAS REDES

ACRE

Unesp 2025: entenda como será a segunda fase

PUBLICADO

em

A segunda fase do vestibular da Unesp (Universidade Estadual Paulista) acontece nos dias 8 e 9 de dezembro, quando os candidatos vão responder a questões discursivas e escrever uma redação.

Os portões abrem às 13h e as provas têm início às 14h. Os candidatos podem sair a partir das 17h e, no máximo, às 19h.

No primeiro dia, a prova terá 24 questões divididas entre:

  • Ciências humanas e sociais aplicadas (história, geografia, filosofia e sociologia);
  • Ciências da natureza e suas tecnologias (biologia, química e física);
  • Matemática e suas tecnologias.

No segundo dia, o estudante fará uma redação e mais 12 questões:

  • Linguagens e suas tecnologias (língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte).

Redação

Segundo o manual do candidato, os estudantes devem escrever um texto dissertativo-argumentativo, “coerente, coeso (bem articulado) e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, a partir da leitura e compreensão de textos auxiliares”.

Os critérios avaliados na redação são:

  • Tema: analisa se o texto atende ao tema proposto;
  • Estrutura: avalia se o candidato sustenta a tese com argumentos bem organizados;
  • Língua: considera os aspectos gramaticais, a escolha das palavras e o grau de formalidade nas palavras e expressões;
  • Coesão: analisa o uso de termos que evitem repetições, conjunções, entre outros.

título não será considerado para a nota do texto.

Como a nota é calculada?

O manual também esclarece que a nota máxima da segunda fase do vestibular é 100 pontos.

Para isso, as bancas podem atribuir as notas 0,00 – 0,50 – 1,00 – 1,50 – 2,00 para cada questão, chegando a uma pontuação máxima de 72. Já a redação varia de 0 a 28 pontos.

A nota final do estudante é a média das notas do primeiro e do segundo dia.

O que pode levar para Unesp 2025?

É obrigatório que os estudantes levem:

  • Caneta esferográfica com tinta preta;
  • Régua transparente;
  • Documento original de identificação (RG, CNH, passaporte, entre outros).

O que não pode levar?

Durante a realização das provas, os estudantes ficam proibidos de usar:

  • Dispositivos eletrônicos (calculadoras, celulares, relógios, reprodutores de áudio ou outros materiais que não sejam fornecidos pela Fundação Vunesp);
  • Acessórios (protetores auriculares, bonés, gorros, chapéus e óculos de sol);
  • Armas de qualquer espécie (candidatos que tenham porte ou autorização podem ser eliminados após análise da comissão).

Se o candidato estiver portando algum material não permitido na sala de aplicação, ele deverá manter o objeto embalado e lacrado em local visível.

O vestibular ainda reforça que o estudante deverá manter seus equipamentos eletrônicos desligados até a saída do prédio da prova.

Calendário Unesp 2025:  

  • Divulgação dos convocados para a 2ª fase: 2 de dezembro de 2024;
  • 2ª fase do vestibular: 8 e 9 de dezembro de 2024;   
  • Divulgação da lista geral de classificação: 31 de janeiro de 2025. 

Brasil volta ao top 200 universidades do mundo após 12 anos; veja

 

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS