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Universidade de Columbia suspende professor pró-Israel por assédio | Notícias de protestos
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2 anos atrásem
Um professor polêmico e pró-Israel da Universidade de Columbia, na cidade de Nova York, foi temporariamente suspenso depois que a prestigiada escola disse que ele “assediou e intimidou repetidamente funcionários da Universidade, violando a política da Universidade”.
Shai Davidai, professor assistente na escola de negócios, tornou-se uma presença constante no campus e nas redes sociais por sua defesa agressiva e pró-Israel e por suas críticas a estudantes pró-Palestina e docentes, a quem acusa regularmente de apoiar o “terrorismo”.
Davidai anunciou sua suspensão temporária em sua conta do Instagram na terça-feira. Em um vídeo carregado de palavrões, ele disse “a universidade decidiu não me permitir mais estar no campus. Meu trabalho. Por que? Por causa do 7 de outubro. Porque não tive medo de enfrentar a multidão odiosa”.
Ele disse que foi suspenso em retaliação por ter postado vários vídeos online de suas conversas com autoridades universitárias de segurança pública no último dia 7 de outubro, durante um protesto do grupo pró-Palestina. Desinvestimento do apartheid da Universidade de Columbia grupo de estudantes. Ele sugeriu que processasse a universidade pela suspensão e disse que “não iria a lugar nenhum”.
“Não me importo com o meu futuro”, escreveu mais tarde no X. “Preocupo-me com o que esta aceitação do terrorismo antijudaico, anti-israelense e antiamericano significa para os estudantes no campus”.
https://x.com/ShaiDavidai/status/1846347729355559296
Davidai usou recentemente sua conta X, que tem mais de 100.000 seguidores, para acusar proeminentes Professor da Colômbia, Rashid Khalidi de ser um “porta-voz do Hamas” e de compartilhar o nome e e-mail de outro professor que ele sugeriu ser “OK com estupro, assassinato, tortura e sequestro”.
Reclamações de estudantes
Davidai também assediou e doxxou inúmeros estudantes, muitos dos quais denunciaram seu abuso no ano passado. Alguns desses estudantes recorreram às redes sociais após a suspensão de Davidai para criticar a universidade por tomar medidas tardiamente contra ele.
“Tenho denunciado ele sem parar desde outubro de 2023 por muitas coisas, incluindo fazer edições de vídeos meus e só agora que ele perdeu totalmente a cabeça com os administradores da Columbia é que eles finalmente tomaram medidas contra ele”, um aluno escreveu no X na quarta-feira.
“O professor de administração de Columbia que: me atacou durante meses, retuitou comentários inapropriados sobre meu corpo e alegou que eu fazia parte do Hamas enquanto evacuávamos minha família de Gaza (somos cristãos palestinos) agora está banido do campus de Columbia por assédio, ”, escreveu outro.
Ela acrescentou que Davidai, entre outras coisas, fez um vídeo dizendo que a Guarda Nacional dos EUA deveria ser chamada contra os manifestantes estudantis e chamou os oficiais de segurança do campus de “membros da Alemanha nazista”.
https://x.com/itslaylas/status/1846329303006695454
Apesar dos muitos relatórios que o acusam de assédio, é a intimidação de Davidai a Cas Holloway, o diretor de operações da universidade, que parece ter ultrapassado os limites da administração da universidade.
‘Comportamento ameaçador’
“Columbia tem respeitado de forma consistente e contínua o direito do professor assistente Davidai à liberdade de expressão e de expressar seus pontos de vista. A sua liberdade de expressão não foi limitada e não está a ser limitada agora”, escreveu a porta-voz da universidade, Millie Wert, numa declaração ao Columbia Daily Spectator, o jornal gerido por estudantes da universidade.
“A Columbia, no entanto, não tolera ameaças de intimidação, assédio ou outro comportamento ameaçador por parte de seus funcionários”.
Davidai foi impedido de entrar no campus, mas a suspensão não afetará sua remuneração ou status como membro do corpo docente, e a universidade ofereceu-lhe um escritório alternativo fora do campus.
Ele terá permissão para voltar ao campus assim que “realizar o treinamento apropriado sobre nossas políticas que regem o comportamento de nossos funcionários”, acrescentou o porta-voz.
Foi negado a Davidai o acesso ao campus na primavera passada, depois de ter anunciado que planeava entrar no “Acampamento de Solidariedade de Gaza”, um campo de protesto montado por estudantes, e apelou aos seus apoiantes para se juntarem a ele.
Em Abril passado, a Universidade de Columbia suspendeu um estudante activista depois de ter surgido um vídeo no qual o estudante dizia “Os sionistas não merecem viver”. Três reitores de universidades também renunciaram após trocarem textos durante uma reunião sobre anti-semitismo no campus que a universidade disse “tocar perturbadoramente em antigos tropos anti-semitas”.
A universidade suspendeu outro estudante e ex-soldado israelense acusado de pulverização de produtos químicos sobre manifestantes pró-Palestina. No auge dos protestos do ano passado, os administradores chamaram duas vezes a polícia para reprimir as manifestações estudantis, o que levou a dezenas de detenções.
da Universidade de Columbia acampamento de protesto inspirou dezenas de outras pessoas em campi nos EUA no ano passado.
A universidade foi amplamente criticada pela repressão aos protestos, mas também sofreu intensa pressão de doadores e legisladores que o acusaram de apoiar o anti-semitismo no campus, levando à decisão do presidente da Columbia, Minouche Shafik renúncia durante o verão.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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17 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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