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Us do JOJ para investigar a Universidade da Califórnia por suposto anti -semitismo | Protestos do campus dos EUA
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2 anos atrásem
Coral Murphy Marcos
O Departamento de Justiça dos EUA está investigando o sistema da Universidade da Califórnia para uma possível discriminação anti -semita após manifestações contra Guerra de Israel em Gaza ocorreu em campi ano passado.
“Este Departamento de Justiça sempre defenderá os judeus americanos, protegerá os direitos civis e alavancará nossos recursos para erradicar o anti -semitismo institucional nas universidades de nossa nação”, leia um declaração por Pamela Bondi, o procurador -geral, divulgado quarta -feira.
A investigação analisará se a UC violou o Título VII da Lei dos Direitos Civis de 1964, envolvendo -se em um “padrão ou prática de discriminação baseado em raça, religião e origem nacional contra seus professores, funcionários e outros funcionários, permitindo que um ambiente de trabalho hostil anti -semita exista em seus campus”, segundo a declaração.
Demonstrações do campus Durante a guerra em Gaza, ocorreu nos EUA desde abril de 2024, provocando divisões inflamadas em universidades em todo o país. Universidade de Columbia, na cidade de Nova York, iniciou os protestos depois 7 de outubro de 2023 do Hamas Isso matou quase 1.200 pessoas em Israel. Desde então, as forças israelenses têm matou pelo menos 48.000 palestinos e deslocou à força quase 2 milhões de sobreviventes com escassez severa de alimentos, falta de combustível e suprimentos médicos em meio a restrições de ajuda israelense.
O conflito levou a centenas de manifestações do campus em todo o país, inclusive na Universidade de Califórnia em Los Angeles e outros campi do sistema UC. O protesto foi algumas das maiores manifestações a serem realizadas nos campi dos EUA desde os protestos da Guerra do Anti-Vietnã na década de 1960.
Os estudantes expressaram uma variedade de demandas, incluindo pedidos de que as universidades apoiem publicamente um cessar -fogo em Gaza, alienadas de empresas israelenses e empresas que fornecem militares de Israel e cortam laços com as universidades israelenses.
Os protestos no EUA inspiramos demonstrações semelhantes em todo o Reino Unido e Europa.
Protestos na UCLA atraíram atenção nacional depois Violência entre manifestantes pró-israelenses e pró-palestinos Erompeu no campus no final de abril. Logo depois, centenas de policiais em equipamentos de tumultos se reuniram no acampamento e ordenaram que manifestantes pró-palestinos se dispersem ou enfrentassem prisões.
Em comunicado anunciando a investigação na quarta-feira, Leo Terrell, membro da Força-Tarefa Federal para combater o anti-semitismo e o consultor sênior do procurador-geral assistente de direitos civis, disse: “O impacto sobre os estudantes da UC tem sido objeto de considerável atenção da mídia e múltiplas investigações federais. Mas esses campi também são locais de trabalho, e os professores e funcionários judeus empregados lá merecem um ambiente de trabalho livre de hostilidade e ódio anti -semitas. ”
A investigação do Departamento de Justiça ocorre meses após o O Departamento de Educação dos EUA investigou nove queixas contra as escolas da UC Em Los Angeles, Santa Barbara, San Diego, Davis e Santa Cruz, e chegaram a um acordo com o sistema da UC. As queixas alegaram que as escolas não responderam efetivamente ao assédio anti-semita e anti-árabe.
O sistema da UC concordou em intensificar as denúncias do Escritório de Direitos Civis do Departamento e revisar todas as queixas e relatórios de assédio dos últimos dois anos acadêmicos para determinar se é necessário mais ações. O acordo também exige mais treinamento de funcionários da universidade e policiais do campus sobre suas obrigações sob a lei federal.
A investigação sobre a UCLA decorreu em parte de preocupações de conformidade relacionadas a cerca de 150 relatórios que a escola recebeu sobre comícios em outubro e novembro de 2023, bem como um acampamento pró-palestino na primavera, informou o departamento.
Após a promoção do boletim informativo
A nova investigação vem logo após o Donald Trump’s ameaça para puxar financiamento federal De qualquer escola que continuasse a permitir o que ele chamou de “protestos ilegais”.
“Os agitadores serão presos/ou de volta permanentemente ao país de onde vieram. Os estudantes americanos serão permanentemente expulsos ou, dependendo de (sic), o crime, presos. Sem máscaras! Obrigado por sua atenção a este assunto ”, o presidente dos EUA escreveu na verdade social.
O governo Trump nomeou especificamente a Columbia University em comunicado anterior Anunciando que isso analisariae poderia extrair mais de US $ 50 milhões de contratos governamentais da “inação contínua da Ivy League diante do assédio incansável de estudantes judeus”.
Um relatório constatou que 97% dos protestos do campus dos EUA sobre a Guerra de Gaza desde meados de abril foram pacíficos. Menos de 20 protestos envolveram violência grave ou danos materiais em 553 manifestações analisadas entre 18 de abril e 3 de maio.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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