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Uttarakhand Faces Prolonged Dry Spell as October-November See No Rain or Snow
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In the last week of November, when snowfall was observed in Jammu & Kashmir and Himachal Pradesh, neighbouring Uttarakhand too, hoped for a similar weather.
However as of November 26, the hills of Uttarakhand are still waiting for snow and rain.
“More than 80 per cent of agriculture in Uttarakhand’s hills is rain-fed. Due to the lack of rain, crops such as wheat, barley, and lentils, which were supposed to be sown by the rain-fed farmers, have been completely destroyed. The farmers couldn’t sow, and the fields remained dry and barren. The lack of rainfall, or untimely rain, has a direct impact on farmers’ livelihoods,” Vijay Jadhari, a farmer from Tehri told Down To Earth (DTE).
He recalled, “Earlier, this never used to happen. We always used to get rain for sowing wheat seeds. Horticulture too will face a huge crisis. It is the small farmers who are most affected by the weather. Most of the farmers in our hills are small and marginal farmers and nobody is paying attention to their plight”.
Cutlivators worst affected
In Uttarakhand, which is more than 86 per cent mountainous, most irrigation-based farming is limited to the plains. Only 14 per cent of the land in the mountainous region is irrigated.
The farmers in the state have received very little rainfall after September. According to the India Meteorological Department (IMD), between October 1 and November 24, Uttarakhand experienced nearly 90 per cent less rainfall than usual. Apart from Pithoragarh and Bageshwar, the remaining 11 districts have remained completely dry.
Taking stock of the neighbouring Himalayan states, Himachal Pradesh in the same time span, received 98 per cent less rainfall than normal while Jammu & Kashmir registered a 68 per cent deficit. In a statement, the IMD mentioned that October in Himachal Pradesh was the third driest in the last 123 years, with 97 per cent less rainfall.
Typically, the least rainfall in a year occurs between October and December following the departure of the monsoon and generally November is considered to be the driest month of the year.
Bikram Singh, Director of the Dehradun Meteorological Centre (IMD-Dehradun), explained, “The monsoon lasts until September and when it retreats, rainfall continues in October due to the moisture in the air. Western disturbances start affecting the state from mid-December, bringing rain and snow towards the end of December. Winter rains occur in January, February, and March. Pre-monsoon rains begin in April and last until the end of May. From June, the monsoon winds bring clouds with them.”
Normally, between October and December, Uttarakhand receives an average of 55 millimetres of rain: 31 mm in October, 6.4 mm in November, and 17.6 mm in December. During the monsoon, the average rainfall is 1,162 mm, 185 mm in the pre-monsoon, and 101 mm in winter.
Singh said that the reduced rainfall after the monsoon leads to greater fluctuations in rainfall patterns.
“The long-term average of 6.4 mm rainfall in November reflects that western disturbances are typically not very active during this month. While there may be some effect in Jammu & Kashmir and Himachal, there is no impact on Uttarakhand,” he added.
Impact of climate change on western disturbances
Western disturbances are weather systems that originate over the Mediterranean Sea and surrounding regions. As these systems travel eastward, they interact with the Hindu Kush mountain ranges and then move towards northern India and the Himalayan regions. These disturbances bring rain and snow, which are vital for farmers’ crop cycles, replenishing water sources, and adding snow to glaciers.
-Recently, changes in the western disturbances have been observed and these are being linked to the rise in global temperatures and climate change.
According to a study published in the journal Weather and Climate Dynamics, western disturbances have increased during the summer months, whereas this was rare in the past. Over the last 20 years, the number of western disturbances in June has doubled compared to the previous 50 years.
Similar to last year, the impact of western disturbances was more visible in northern India during the pre-monsoon summer months, while the post-monsoon rains have been less. This means that the long wait for farmers preparing fields for wheat sowing is not over yet.
Farmer Vijay Jadhari recalled that last year, rainfall remained very low until December and the heat in the hills was at its peak.
“If the situation is the same this year, the upcoming summer will also be intense. This will also affect irrigated farming, as the water levels in rivers will decrease. The drinking water supply in the hills is also directly dependent on rainfall,” he told DTE.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
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