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Vance nega criticar o Reino Unido, França sobre a proposta de manutenção da paz da Ucrânia | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

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Vance nega criticar o Reino Unido, França sobre a proposta de manutenção da paz da Ucrânia | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

O vice-presidente diz que não zombou de aliados que lutaram em guerras lideradas pelos EUA após o Reino Unido, a França se comprometeu a enviar forças de paz para a Ucrânia.

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, negou que suas críticas a uma potencial força de manutenção da paz européia na Ucrânia fossem destinadas ao Reino Unido e à França, ambos apoiaram guerras lideradas pelos EUA no passado.

Vance, em uma entrevista ao Sean Hannity, do Fox News Channel, foi ao ar na noite de segunda -feira, disse que o pacto econômico com Kiev procurado pelo presidente Donald Trump “é uma garantia de segurança muito melhor do que 20.000 soldados de algum país aleatório que não lutou em 30 ou 40 anos”.

Vance foi ao X na terça -feira para esclarecer suas observações, alegando que era “absurdamente desonesto” sugerir que ele estava se referindo ao Reino Unido e à França.

O Reino Unido e a França são os únicos países que se comprometeram publicamente com um europeu manutenção da paz Força na Ucrânia como parte de esforços continentais mais amplos para garantir um acordo entre Moscou e Kiev.

“Eu nem mencionei o Reino Unido ou a França no clipe, ambos lutaram bravamente ao lado dos EUA nos últimos 20 anos e além”, postou Vance em X, depois que suas observações atraíram uma resposta irritada de políticos e veteranos em ambos os países, que disseram que estava desonrando centenas de tropas mataram enquanto lutam ao lado de forças americanas nos EUA, em ista e desonrar centenas de tropas.

No entanto, ele questionou a viabilidade do que o primeiro -ministro britânico Keir Starmer chamou anteriormente de “uma coalizão de vontade” de policiar qualquer cessar -fogo na Ucrânia.

“Mas vamos ser diretos: existem muitos países que são voluntários (privados ou publicamente) que não têm a experiência do campo de batalha nem o equipamento militar para fazer qualquer coisa significativa”, disse Vance no tópico da mídia social.

A crítica de Vance segue um dramático linha No Salão Oval na semana passada, durante uma visita do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, para assinar um acordo de minerais com Washington. Zelenskyy deixou a Casa Branca sem assinar o acordo.

Trump, que foi acusado de marcar Kiev e aliados europeus enquanto se muda para negociar diretamente com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, desde então cortar ajuda militar a Kyiv.

A mais recente broadside de Vance atraiu críticas no Reino Unido e na França.

O Partido Renascestre do Presidente Francês Emmanuel Macron disse em X: “Os soldados franceses e britânicos que morreram combatendo o terrorismo, que lutaram e às vezes morreram ao lado de soldados americanos, merecem melhor do que o desdém do vice -presidente americano”.

No Reino Unido, o deputado conservador Ben obesos, que lutou no Afeganistão e no Iraque, disse: “O desrespeito demonstrado pelo novo vice-presidente dos EUA aos sacrifícios de nosso pessoal de serviço é inaceitável”.

A obesidade citou a descrição de Vance de servir como jornalista do Corpo de Fuzileiros Navais no Iraque em suas memórias, Hillbilly Elegy. O vice -presidente disse que “teve sorte de escapar de qualquer luta real”.

Johnny Mercer, um veterano britânico e ex -ministro da Defesa Júnior, chamou Vance de “palhaço”.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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