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Brasília

Veja o patrimônio e as transações imobiliárias de Flávio Bolsonaro desde 2002

Folha de São Paulo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Filho do presidente começou na política com Gol 1.0 e acumulou quase R$ 1,75 milhão.

Foto de capa: Flávio Bolsonaro e seu pai, o presidente Jair Bolsonaro – Adriano Machado/Reuters.

O filho mais velho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), atual deputado federal e eleito senador, entrou na mira do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).​

O órgão de combate à lavagem de dinheiro estranhou 48 depósitos em dinheiro na sua conta, sempre no valor de R$ 2.000, num total de R$ 96 mil, feitos entre junho e julho de 2017. Os depósitos foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio).

Segundo Flávio, o dinheiro é parte de um pagamento em dinheiro que recebeu ao vender um imóvel em Laranjeiras. Como mostrou a Folha, Flávio fez 20 transações imobiliárias em 15 anos, lucrando com a compra e venda de imóveis em curto período de tempo.

De 2002 a 2018, seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral passou de um Gol 1.0 de R$ 25,5 mil para quase R$ 1,75 milhão em bens. 

Flávio justifica o patrimônio por ser empresário, mas não detalhou suas atividades no ramo. Seu primeiro negócio registrado é uma filial da loja de chocolates Kopenhagen, aberta em 2015. Antes disso, porém, ele já acumulava imóveis e transações. 

Veja as negociações de Flávio em detalhes.


O relatório do Coaf  

Relatório do Coaf sobre Flávio, feito em 17.dez.18 e revelado na sexta (18)
1. Órgão identifica pagamento de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa

2. Órgão também identifica 48 depósitos em dinheiro na sua conta, sempre no valor de R$ 2.000, num total de R$ 96 mil, feitos entre junho e julho de 2017. Os depósitos foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio)

Explicação de Flávio
1. Afirmou que o título foi para quitar  financiamento do imóvel em Laranjeiras, antes de vendê-lo. De fato, segundo cartórios, em 29.jun.17, Flávio registrou a quitação do imóvel

2. Afirmou que os depósitos são do dinheiro recebido em espécie pela venda do imóvel em Laranjeiras. Comprador confirmou parte do pagamento em dinheiro. Os depósitos foram fracionados porque esse era o limite do caixa na Alerj.

Flávio diz que preferiu fracionar o pagamento em vez de depositar tudo de uma vez para não enfrentar fila e exposição na agência bancária. “Ao invés de enfrentar fila e esperar a caixa conferir o dinheiro na frente de várias pessoas, os depósitos eram feitos em envelopes no caixa eletrônico, no limite estabelecido pelo banco, em poucos minutos e sem exposição”, escreveu em rede social. 

Relatório do Coaf sobre Queiroz, feito em jan.18 e revelado em dez.18
1. Órgão aponta que, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta. Na época, recebeu R$ 81 mil de salário. Segundo o Jornal O Globo, órgão também apontou movimentação de R$ 5,8 milhões entre 2014 e 2015

2. Da verba que entrou em sua conta, R$ 160 mil vieram de transferências de outros funcionários do gabinete de Flávio, num possível esquema ilegal conhecido como rachadinha

3. Da verba que saiu da sua conta, um cheque de R$ 24 mil foi para Michelle Bolsonaro

Explicação de Queiroz 
1. Diz que movimentação vem da compra e venda de carros

3. Sobre o cheque, diz que é o pagamento de uma dívida de R$ 40 mil com Bolsonaro

Pergunta sem resposta
Não mostrou provas das negociações dos carros. Não explicou por que recebeu de outros funcionários do gabinete de Flávio, mas senador nega rachadinha. Não explicou restante da dívida de R$ 40 mil

A investigação

Flávio entrou na mira do Coaf porque o órgão identificou depósitos suspeitos na conta de seu ex-assessor na Alerj, Fabrício Queiroz. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta bancária. 

Veja a cronologia da investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro. 

Jul.18 – Investigação criminal contra Queiroz tem início
Ao investigar a Alerj, Ministério Público Federal pede ao Coaf dados de movimentações financeiras de gabinetes dos deputados. Material é encaminhado em janeiro de 2018 ao Ministério Público do Rio. Em julho daquele ano, com base nas informações do Coaf, Promotoria abre investigação criminal sobre Queiroz sob suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de bens

Dez.18 – Caso vem a público
Promotoria marca depoimentos para que Queiroz se explique, mas o ex-assessor e seus familiares faltam. Ele alega tratamento de urgência de um câncer e é internado em hospital em São Paulo, onde é filmado dançando

10.jan – Flávio Bolsonaro falta a depoimento
Ministério Público chama Flávio a depor. Senador eleito também falta, afirmando que precisa ler os autos sobre o caso antes. Depois, em entrevista à TV, disse temer “arapuca”

17.jan – Flávio pede, e STF suspende investigação
A pedido de Flávio, ministro Luiz Fux, de plantão no STF, dá decisão provisória suspendendo a investigação do Ministério Público do Rio sobre Queiroz, até que Marco Aurélio volte do recesso e decida sobre a competência da corte

Os argumentos de Flávio ao STF

  • Supremo tem que analisar se cabe a o próprio Supremo assumir o caso, já que Flávio foi eleito e diplomado senador, tendo direito a foro privilegiado
  • Ministério Público do Rio quebrou seu sigilo bancário de forma ilegal, ao solicitar ao Coaf seus dados bancários sem autorização judicial

Não é bem assim

18.jan e 22.jan – Ministério Público rebate Flávio
Promotoria afirmou que Flávio não é investigado no processo que tem Queiroz como alvo. Órgão diz que 27 deputados estaduais, inclusive Flávio, são investigados na área cível, sob suspeita de improbidade administrativa. Eles são citados nos dados do Coaf. Na área cível, parlamentares não têm foro especial. Por Carolina Linhares. Folha SP.

BRASIL

Bolsonaro define idades mínimas de 62 anos para mulheres e 65 para homens na Previdência

Folha de São Paulo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Em reunião com equipe econômica, foi estabelecido tempo de transição de 12 anos

O presidente Jair Bolsonaro decidiu nesta quinta-feira (14) que a nova reforma previdenciária estabelecerá idades mínimas de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Em reunião com a equipe econômica, ficou estabelecido que haverá um período de doze anos de transição para se chegar aos pisos para recebimento da aposentadoria.

A confirmação foi feita pelo secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Segundo ele, a equipe econômica defendeu uma única idade mínima para homens e mulheres de 65 anos, o que foi recusado pelo presidente.

“A equipe econômica defendeu a ele 65 anos iguais para os dois gêneros e uma transição de dez anos. Essa era a ideia da equipe. E, após uma negociação com o presidente, o resultado é 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. É uma transição de doze anos”, disse.

Marinho ponderou que, apesar da decisão anunciada, o texto do projeto ainda pode sofrer alterações até a quarta-feira (20). Ele será submetido até o dia do anúncio à área jurídica do Palácio do Planalto.

“Hoje o presidente, dentro das informações que recebeu, tomou a decisão final. O texto está pronto e já começa a circular dentro das instâncias internas para ser validado”, disse.

Segundo ele, a ideia é que, na quarta-feira (20), Bolsonaro faça um pronunciamento à nação, explicando os detalhes da proposta. O discurso deve ser realizado em cadeia nacional de televisão e rádio.

Ele lembrou que, a princípio, o presidente defendeu uma idade mínima de 60 anos e um período maior de transição, opinião que foi alteada após negociação com a equipe econômica.

“O presidente tem sensibilidade e entende as condições da economia. Ele fez a distinção dos gêneros. E nós conseguimos encurtar um pouco a questão da transição”, afirmou. ​

A expectativa é de que na próxima quarta-feia (20) o presidente assine o texto e, no mesmo dia, ele seja divulgado publicamente e enviado à Câmara dos Deputados.

A reforma da Previdência de Bolsonaro é mais dura do que a versão final do projeto do ex-presidente Michel Temer.

O texto de Temer, após tramitar por comissão especial da Câmara, já poderia ser votado pelo plenário da Câmara e também prevê a criação de uma idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres).
Mas essas faixas etárias seriam alcançadas em 20 anos.

Ao encurtar a escalada da idade mínima, o governo tem como objetivo economizar mais no pagamento de aposentadorias, já que as regras para se aposentar ficarão mais rígidas em um período mais curto.
Um integrante da equipe econômica confirmou que, pela proposta de Bolsonaro, os servidores públicos também terão que cumprir as idades mínimas previstas no projeto.

Atualmente, os servidores podem se aposentar com 60 anos (homem) e 55 anos (mulheres).

A intenção é enviar o projeto de lei que aumenta o tempo de serviço mínimo exigido para militares junto com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que define as mudanças nas regras de aposentadorias para o serviço público e iniciativa privada.

Mas, de acordo com um dos participantes da reunião com Bolsonaro, isso ainda pode ser alvo de discussões, o que poderia adiar a apresentação do projeto de lei referente aos militares.​

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BRASIL

Bolsonaro diz que hoje “bate o martelo” sobre reforma da Previdência

Agência Brasil, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Haverá idade mínima para homens e mulheres e período de transição

O presidente Jair Bolsonaro disse que pretende “bater o martelo” hoje (14) sobre a proposta da reforma da Previdência que será encaminhada pelo governo federal ao Congresso. Segundo ele, será fixada a idade mínima de 62 ou 65 anos para homens e 57 ou 60 anos para mulheres, incluindo um período de transição.

definição depende de uma reunião que Bolsonaro terá à tarde com a equipe econômica. Ele também afirmou que as regras aplicadas às Forças Armadas serão estendidas aos policiais militares e bombeiros.

“Eu não gostaria de fazer a reforma da Previdência, mas sou obrigado a fazer, do contrário o Brasil quebrará em 2022 ou 2023”, afirmou o presidente em entrevista exclusiva à TV Record na noite de ontem (13).

Bolsonaro não adiantou qual será a idade mínima para homens e mulheres, mas assegurou que o período de transição será fixado. No caso da idade mínima maior – 60 anos para mulheres e 65 para homens, a transição será de 2022 a 2023. “Vou conversar com a equipe econômica”, acrescentou.

Saúde

Após 17 dias internado para a terceira cirurgia, na qual foi submetido para a retirada da bolsa de colostomia, o presidente afirmou que o período mais difícil foi o da recuperação no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele lembrou que passou por uma pneumonia, o que atrasou sua alta hospitalar.

 “[O médico disse que] não se lembra de ter encontrado um intestino com mais aderência do que o meu”, afirmou. “Mas estamos prontos para voltar ao batente.”

O presidente ficará, nos primeiros dias, no Palácio da Alvorada, a residência oficial, com supervisão médica e retomará gradualmente as atividades, segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros.

PCC

Bolsonaro afirmou que, embora tenha sido uma decisão do Ministério Público de São Paulo transferir 22 presos ligados ao grupo organizado Primeiro Comando da Capital (PCC) para três presídios federais, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, acompanhou todo o processo.

 De acordo com a decisão judicial que decretou a transferência, os presos ficarão em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) por 60 dias após a chegada aos presídios federais de segurança máxima.

“O ministro Sergio Moro tem tratado este assunto de forma excepcional”, destacou.

Brumadinho

Após a tragédia em Brumadinho (MG), causada pelo rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, na qual 166 pessoas morreram e 155 estão desaparecidas, o presidente disse que o governo federal trabalha intensamente em um “plano seguro” para as cerca de mil barragens existentes no país.

Segundo Bolsonaro, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, coordena os trabalhos para definir o plano que será executado em conjunto com outras pastas no esforço de impedir acidentes como o registrado, no último dia 25, nos arredores de Belo Horizonte.

O presidente ressaltou que o “houve uma pronta resposta do governo federal”. “No dia seguinte, fomos oferecer o apoio para o estado de Minas Gerais”, disse. “O almirante Bento está tomando providências juntamente com outros ministros para que as mil barragens possam ter um plano seguro para que não haja mais esse tipo de desastres.”

Governo

Bolsonaro reiterou que sua relação com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, é excelente e que ambos mantêm diálogo contínuo. Segundo ele, Mourão está apto para substituí-lo em eventualidades. “Temos excelente diálogo. Cada vez mais estará preparado para nos substituir.”

Bolsonaro disse ainda que acompanha a investigação sobre quatro filiadas ao PSL, legenda do presidente, por suspeita de terem atuado como “laranjas” para o desvio de dinheiro público destinado ao partido por meio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Matérias veiculadas na imprensa associam o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, a essa prática.

O presidente reiterou que é uma “minoria” dentro do partido que está sob suspeita e que a Polícia Federal foi encarregada do caso. “O partido tem de ter consciência. Não são todos, é uma minoria. Logo depois da minha eleição, eu dei carta branca para apurar qualquer tipo de crime de corrupção e lavagem de dinheiro.”

Bolsonaro disse que Bebianno responderá pelo que for responsabilizado. “Se tiver envolvido e logicamente responsabilizado, lamentavelmente o destino não pode ser outro a não ser o retorno das suas origens.”

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Brasília

Bolsonaro chega a Brasília depois de ter alta hospitalar

Agência Brasil, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O presidente Jair Bolsonaro chegou na tarde de hoje (13) a Brasília. Os médicos do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde Bolsonaro passou 17 dias internado, recomendaram repouso. Desta forma, nos próximos dias, o presidente irá despachar do Palácio da Alvorada, residência oficial.

Bolsonaro será acompanhado pela equipe médica da Presidência, que conta com enfermeiros e fisioterapeutas. O presidente estava internado desde o dia 27 de janeiro, quando passou por uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal.

Durante o período de internação, o presidente foi diagnosticado com pneumonia que, de acordo com o último boletim médico, possivelmente decorreu de microaspiração de conteúdo gástrico. Ele recebeu alta na manhã de hoje já com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, sem febre, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral.

De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, Bolsonaro deve se debruçar sobre o projeto da reforma da Previdência, que deve ser enviado ao Congresso, nos próximos dias.

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