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Vereadora feijoense, apresenta reclamação contra Médico Rodrigo Damasceno

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A Vereadora do município de Feijó, Terezinha dos Santos Moreira (PP), em visita recente à Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, Excelentíssima Senhora Desembargadora Denise Bonfim, reclamou da ausência e necessidade do médico Rodrigo Damasceno, que é ginecologista e mora no município de Tarauacá/Acre.

Conforme fotos publicadas no seu perfil do Facebook, a Vereadora Terezinha Moreira, visitou também a decana da Corte, Excelentíssima Senhora Desembargadora Eva Evangelista, onde tratou de temas diversos, dentre os quais, a problemática do Hospital Geral de Feijó.

No encontro firmaram parceria para atender o Município de Feijó em diversas áreas. Entre elas a garantia da realização de um Projeto Cidadão que deve acontecer durante 3 dias atendendo a zona urbana e rural, nas aldeias indígenas nos próximos meses em Feijó, com o apoio da Desembargadora e a parceria do Poder Judiciário. Outro tema discutido no encontro foi sobre as precárias condições que se encontram o Hospital Geral de Feijó, com a falta de profissionais especialistas.

Segundo afirmaram dois sites locais de Feijó (1,2), a falta de médico especialista em ginecologia e obstetrícia, no Hospital Geral de Feijó e na Maternidade Nair Correia de Araújo foi denunciada pela Vereadora, Terezinha Moreira (PP), em audiência mantida com o Tribunal de Justiça e o Ministério Público do Acre.

Na pauta, parece que também foi conversado sobre o suposto descaso com o TFD (Tratamento Fora do Domicílio). A Vereadora também teria reivindicado a contratação de profissionais especialistas e a reforma e ampliação do HGF.
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Em depoimento às autoridades, a parlamentar feijoense teria denunciado o caso do médico Rodrigo Damasceno Catão, que foi contratado por meio de concurso público, em 8 de maio de 2015, conforme decreto nº 2369, publicado no Diário Oficial do Estado para trabalhar, exercendo atividades médicas ginecológicas e obstetrícia, no Hospital Geral de Feijó – afirmou o site.
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Entretanto, nossa Redação verificou em 20.04.18, junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre, e não há ação judicial formalmente ajuizada e distribuída ao Judiciário do Acre, sobre a suposta denúncia feita pela vereadora feijoense. Ao que tudo indica, houve uma espécie de reclamação oral, formalizada na reunião, sobre a situação do Hospital e do médico ginecologista, que trabalha atualmente no município de Tarauacá.

Segundo noticiou o site, de acordo com a vereadora Terezinha Moreira, o médico Rodrigo Catão, ao prestar serviços na cidade de Tarauacá, ignora todas as normas contidas no edital de concurso público e ainda o indeferimento do pedido de transferência, de uma cidade onde nunca trabalhou.

A Vereadora responsabilizou o Governo do Estado, pela falta de lisura com os feijoenses, principalmente quando se trata de um setor extremamente delicado e de maior comprometimento com a população. Ela cita ainda, que a propocionalidade desse caso, requer atenção redobrada das autoridades para fazer prevalecer os direitos da população feijoense – afirmou o site.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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