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‘#Viana Nunca Mais’: acreanos protestam contra a oligarquia viana
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8 anos atrásem
Em protesto contra o governo do PT no Acre, que já dura mais de 20 anos nas mãos dos irmãos Tião Viana e Jorge Viana, acreanos usam faixas nos veículos com a frase ‘#Viana Nunca Mais’. Nabor Júnior sofreu a mesma rejeição, antes de sua última derrota nas urnas.
Na foto, veículo com a faixa ‘#Viana Nunca Mais“, trafegando na avenida Getúlio Vargas, no Centro, em Rio Branco – Acre. 31/07/18. Foto: Fabianna Lioz.
Os irmãos Tião Viana e Jorge Viana (PT), sofrem dura rejeição na capital, e nos municípios do Acre. As recentes pesquisas divulgadas demonstram a rejeição e o desgaste político, que também é resultado do definhamento do PT, da condenação de Lula e outros políticos do PT, das elevadas taxas de desemprego e violência, dentre outras incontáveis razões locais e nacionais.
O fenômeno da rejeição política é estudado minuciosamente pelos institutos de pesquisa de conjuntura política. Mas a faixa ‘#Viana Nunca Mais‘, afixada em vários veículos que circulam em Rio Branco/Ac, não exige nenhum esforço científico para interpretá-la: o povo cansou do Partido dos Trabalhadores, assim como cansou de Nabor Júnior, o qual também amargou faixas de protesto e rejeição, antes de sua última derrota.
As faixas de ‘#Viana Nunca Mais’, afixadas em veículos, pode ser um prenúncio de derrota do PT nas urnas, nas eleições deste ano, ou seja, o início do fim de um regime político em que o poder foi exercido durante mais de 20 anos, por um pequeno grupo de pessoas, pertencentes ao mesmo partido, classe e família: a oligarquia viana.
OS CORPOS FALAM, E AS CAMISETAS TAMBÉM
Na convenção realizada pelo PT, no município de Tarauacá, no último final de semana, apenas Tião Viana, Sibá Machado e Léo de Brito usavam camiseta vermelha, cor do Partido dos Trabalhadores. Edvaldo Magalhães (PCdoB), também agraciou os camaradas locais, usando o vermelho dos comunistas.
Pelo que se ver, a vergonha e o medo de rejeição do eleitorado se entranhou dentro do próprio PT. Mesmo assim, os lançamentos de candidaturas nos municípios do Acre, são uma espécie de alegria e circo para o povo, dada a monotonia e a escassez de eventos nesses locais pobres e pacatos. Esses eventos levam vozes, sons e palavras novas. O leigo vê e ouve com alegria. No palco, pouco se viu o vermelho ‘sangue de boi’, e a estrela brilhou acanhadamente. Mas o povo aplaudiu, riu e se divertiu. No Acre, os políticos chamam isso de ‘festa da democracia’.
Mas é tudo ensaiado, pensado e calculado. Candidatos da frente popular, como Marcus Alexandre, Ermilson Farias, Ney Amorim, Raimundo Angelim e Jorge Viana, preferem não usar a estrela no peito e a camisa vermelha, símbolo de veneração, até pouco tempo atrás.
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O pré-candidato ao governo do Acre, Marcus Alexandre (PT), e seu vice, Ermilson Farias (PDT), não usavam camisetas na cor vermelha. A tese, por parte de alguns membros do PT, é que o distanciamento do ‘vermelho’ favorece os candidatos.
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Foto: Jorge Viana usa camiseta cor vermelha apenas em redutos eleitorais majoritariamente do PT. Mas Ney Amorim evita o vermelhão e a estrela. Usa frequentemente camiseta amarela ou branca.
Com a condenação e prisão de Lula e outros membros do PT, pelo crime de corrupção, o medo de rejeição contra a sigla PT se tornou uma realidade. Os próprios filiados e líderes do PT, disfarçam o desgaste que se tornou ser filiado aos ‘camisas vermelhas’.
A faixa ‘#Viana Nunca Mais” e o distanciamento da ‘estrela vermelha’ podem ser o prenúncio do começo do fim; o fim de uma fase da história, que poderá ser chamada ‘PT Nunca Mais‘.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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