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Vice-governadora Mailza Assis é homenageada com a outorga da Ordem do Mérito Judiciário em Sessão Solene alusiva ao Dia da Justiça

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Juliana Queiroz

Com o objetivo de valorizar a importância do Poder Judiciário na garantia dos direitos dos cidadãos e na manutenção da ordem social, é comemorado no Brasil todo, no dia 8 de dezembro, o Dia da Justiça. A data foi instituída pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano de 1940.

Vice-governadora Mailza Assis é homenageada com a outorga da Ordem do Mérito Judiciário em Sessão Solene alusiva ao Dia da Justiça. Foto: Neto Lucena/Secom

O Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC), realizou nesta sexta-feira, 6, uma Sessão Solene Alusiva ao Dia Justiça com Outorga da Ordem do Mérito Judiciário. A condecoração simboliza a importância da cooperação institucional, e é entregue às pessoas que fizeram contribuições importantes à Justiça estadual. A Ordem que tem quatro graus foi conferida a 12 pessoas, sendo uma delas a vice-governadora do Estado, Mailza Assis.

A condecoração simboliza a importância da cooperação institucional. Foto: Neto Lucena/Secom

“Quero parabenizar o Tribunal de Justiça por todas as suas atividades em prol da nossa sociedade, que vem promovendo a justiça, e a aproximando das pessoas, dos cidadãos. Isso é muito importante e nos fortalece, enriquece a nossa sociedade e a nossa vida como um todo”, destaca a vice-governadora Mailza Assis.

A Ordem foi entregue às pessoas que fizeram contribuições importantes à Justiça estadual. Foto: Neto Lucena/Secom

Na solenidade foi admitida Ordem do Mérito Judiciário, no grau Grande Oficial, à vice-governadora Mailza Assis por sua notável colaboração para o engrandecimento da Justiça Acreana, ainda como senadora da República, por ter destinado emendas ao Judiciário Acreano.

A abertura contou com a apresentação do Coral do Conservatório Musical do Vale do Juruá. Foto: Neto Lucena/Secom

“Ser homenageada com essa medalha, para mim, é uma felicidade, poder estar tendo o meu trabalho reconhecido como pessoa, mas também com o trabalho que a gente faz por intermédio das instituições, do cargo que ocupo como vice-governadora, também está sendo reconhecido porque é um trabalho social que chega até as pessoas. Então, eu agradeço imensamente. E a doutora Regina Ferrari, que tem um trabalho excelente aqui no Tribunal de Justiça, junto com toda a sua equipe, podem contar com o nosso trabalho como vice-governadora junto do governador Gladson Cameli, o nosso líder, que está sempre próximo, garantindo a liberdade e a autonomia para as instituições, além de condições para que esse trabalho abranja todo o nosso estado e alcance as pessoas, principalmente as que mais precisam”, atesta.

A abertura contou com a apresentação do Coral do Conservatório Musical do Vale do Juruá, que faz parte de um projeto social que tem o apoio do governo do Estado e do Tribunal de Justiça. A presidente do Tribunal, desembargadora Regina Ferrari, pontuou sobre a importância em homenagear aqueles que colaboram diuturnamente na promoção da paz, semeando justiça e esperança.

Presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Regina Ferrari. Foto: Neto Lucena/Secom

“Nós estamos muito felizes hoje de estarmos comemorando mais um ano de entrega da prestação da justiça à nossa sociedade, de forma que o dia 8 de dezembro foi reservado para comemorar esta importante data. É um dia de reflexão. Todos os esforços estão sendo envidados para que a gente possa melhorar cada vez mais o nosso serviço e estar ampliando todo o nosso acesso à justiça”, afirma a desembargadora.

 

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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