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CORONAVÍRUS

VÍDEO: Presidente do Banco Santander morre por Coronavírus em Portugal

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Covid-19. Segunda vítima mortal é presidente do Santander, Vieira Monteiro.

Presidente conselho de administração do Santander desde 2019 e CEO entre 2012 e 2018, Vieira Monteiro morreu depois de ter contraído Covid-19. É a segunda vítima mortal em Portugal.

António Vieira Monteiro morreu depois de ter contraído o novo coronavírus. Era presidente do conselho de administração do Santander desde 2019 e foi CEO entre 2012 e 2018. É a segunda vítima mortal em Portugal, confirmou o Expresso junto de fonte oficial do Santander.

chairman tinha vindo recentemente de férias do norte de Itália, para onde se deslocou em férias e onde foi infetado. Regressou depois a Portugal, onde viria a falecer.

Prestes a completar 74 anos (nasceu a 21 de março de 1946), Vieira Monteiro liderou os destinos do Santander em Portugal durante o período da troika. Sucedeu a Nuno Amado na liderança do banco espanhol em 2012. Já fazia parte da administração do Santander desde 2000.

Vieira Monteiro licenciou-se em direito, na Faculdade de Direito de Lisboa em 1969 e em 1970 ingressou no Banco Português do Atlântico, pelo Crédito Predial, pelo antigo BES e pela Caixa Geral de Depósitos. Entre os maiores bancos portugueses só não passou pelo BCP e pelo BPI.

Vieira Monteiro acumulou meio século de experiência na banca.

Em dezembro de 2018, antes de sair da liderança executiva do Santander para a presidência não executiva do banco, Vieira Monteiro deu uma grande entrevista ao Expresso na qual falou da sua experiência na banca desde a década de 70. Histórias de uma vida de banqueiro.

LUÍS BARRA

Numa conversa que demorou horas foram muitas as histórias contadas. Recordou como era ser banqueiro na década de 70. “Era diferente, mas os princípios fundamentais da atividade bancária mantêm-se inalteráveis. As regras de ouro mantêm-se”.

Quando deu a entrevista ao Expresso, em dezembro de 2018, com 72 anos já estava reformado mas não quis cortar o cordão umbilical com o banco. “Vou continuar a desempenhar as minhas funções dentro daquilo que são as funções do presidente do Conselho de Administração. Que são cada vez mais importantes. Não serei, portanto, um presidente do Conselho de Administração absentista. Continuarei a falar com clientes, continuarei com essa parte comercial de que gosto bastante. E depois vou olhar para o meu património. Tenho um património que herdei que funciona de forma limitada”.

Um património agrícola – floresta e gado – ao qual dava uma espreitadela sempre que podia. “Todos os fins de semana vou para lá. Todas as sextas-feiras saio daqui, meto-me no carro, faço 212 quilómetros e estou lá o sábado inteiro. Ao sábado à noite volto. Por isso deixei de jogar golfe e de fazer outras coisas”, referiu à data.

Quando questionado sobre a sua relação com a família Botín e o facto de ser o primeiro presidente não executivo português no Santander, Vieira Monteiro corrige: “o segundo. O Horta Osório, quando foi para o Abbey, manteve o lugar de presidente do Conselho de Administração”. Na verdade, a relação era de confiança quando Ana Botín chegou à liderança do grupo Santander foram poucos os presidentes executivos que não afastou. Vieira Monteiro foi um deles. O líder do banco espanhol na Argentina foi o outro. Por expresso.pt

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CORONAVÍRUS

Coronavírus: MPAC recomenda restrição de público em promoções de supermercados

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da 1ª Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor, expediu recomendação a associações que representam supermercados para que orientem seus associados a limitarem o número de clientes no interior das lojas durante a realização de promoções de grande escala.

A medida visa evitar grandes aglomerações e o contato entre várias pessoas, evitando a propagação do COVID-19.

A recomendação foi destinada à Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agrícola do Acre (Acisa); Associação Acreana de Supermercados (Asas); Associação dos Distribuidores Atacadistas do Estado do Acre (Adacre); e ao atacadista Makro, que realizou recentemente promoção que atraiu centenas de consumidores.

De acordo com a recomendação, as associações devem orientar seus associados para que supermercados – atacadistas ou varejistas – que realizem promoções em itens de grande demanda, enquanto durar o estado de calamidade decretado pelo governo do Estado do Acre, limitem a quantidade de consumidores no interior da loja a 60 pessoas por vez.

A promotora de Justiça Alessandra Garcia Marques lembra que o Código de Defesa do Consumidor determina que são direitos básicos do consumidor a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços, além de estabelecer como prática abusiva a permissão do ingresso em estabelecimentos comerciais ou de serviços de um número maior de consumidores que o fixado pela autoridade administrativa como máximo.

Ainda na recomendação, a promotora de Justiça justifica que, diante do atual cenário da pandemia, é necessária a adoção de medidas urgentes de prevenção, controle e contenção de riscos à saúde pública, com o intuito de evitar o crescimento acelerado no ritmo de casos confirmados de pessoas diagnosticadas com COVID-19 no estado, sendo imprescindível a promoção do chamado distanciamento social.

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CORONAVÍRUS

Coronavírus: MPAC recomenda acompanhamento de carreatas no estado para evitar aglomerações

Agência de Notícias MPAC, via Acre.com.br

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Nesta sexta-feira , 27, a procuradora-geral de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues expediu recomendação para que a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública adote as providências necessárias para o acompanhamento e fiscalização das carreatas no estado.

A orientação é que a Polícia Militar faça o monitoramento para evitar que os motoristas saiam dos veículos e que ocorram aglomerações, o que está proibido pelo Decreto Estadual nº 5.465, que versa sobre medidas de enfrentamento ao coronavírus.

Na mesma recomendação, promotores de Justiça são orientados a alertarem manifestantes, organizadores das carreatas e autoridades municipais quanto à necessidade do cumprimento do decreto estadual.

Segundo a procuradora-geral, as carreatas não configuram como concentração de pessoas, a menos que motoristas saiam dos veículos.

“A carreata, por si só, não se qualifica como concentração de pessoas para os fins do Decreto, na medida em que não se constitui em aglomeração de pessoas, a menos que seus motoristas saiam dos veículos e se concentrem em determinado local, gerando a aglomeração, o que de fato poderia configurar infração de medida sanitária, prevista no art.28 do Código Penal”, explica.

A recomendação decorre da existência de movimentos nas redes sociais, que têm mobilizado a população para carreatas em vários locais do Brasil, inclusive no Acre, reivindicado o retorno imediato da normalidade das atividades público e privadas, suspensas em razão da pandemia da Covid-19.

Kelly Souza- Agência de Notícias do MPAC

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