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POLÍTICA

Vídeo: Senador dá bronca em Jorge Viana, e pede intervenção federal para conter o ‘caos de violência’ no Acre

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Senador Jorge Viana (PT), ao ouvir a bronca, ficou irritado e interrompeu Sérgio Petecão (PSD), que falava na Tribuna do Senado. O Senador é irmão do atual governador do Acre, Tião Viana (PT), que não apresentou os projetos para liberação dos recursos federais, afirmou o senador Peteção (PSD).

Sérgio Petecão (PSD) disse que Jorge Viana (PT) não estava em Rio Branco (AC) nos dias de terror, sexta e sábado, dias 06 e 07 de julho. “Graças à Deus você não estava em Rio Branco, você estava no Jordão, e não viu o terror que aquela cidade passou“, disse Petecão.

Petecão apelou ao Presidente Michel Temer e ao Ministro Raul Jungmann: “O Acre pede socorro. O Acre não está dentro da sua normalidade. O Acre está pior que o Rio de Janeiro. O Acre está pior que o Ceará. Façam uma intervenção no Acre urgente! mandem as forças federais para o Acre!”.

Entenda os fatos:

O Senador Petecão (PSD), falou, na Tribuna do Senado Federal, que compareceu no velório do jovem Ygor Werik (leia aqui ou aqui sobre o assassinato do jovem), e ficou arrasado com a morte de um jovem inocente, que não tinha nenhum envolvimento com o crime. Mencionou as recentes mortes de inocentes, que são mortos por tiro à esmo, decapitadas, e outras mortes violentas que ocorrem diariamente no Estado do Acre.

O Senador Sérgio Petecão (PSD), afirmou que a situação da violência no Acre é muito grave e fora da normalidade. Disse que o governador do Acre, Tião Viana (PT), não tem humildade para solicitar ajuda ou intervenção federal. E fez apelo ao Ministro Raul Jungmann: “não esperem mais pelo governador do Acre“.

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Ministro Raul Jungmann, atualmente o Ministro Extraordinário da Segurança Pública do Brasil.

O Senador Jorge Viana (PT), ficou irritado, ao ouvir os apelos e desabafo do Senador Sérgio Petecão (PSD), e interferiu Petecão, quando disse “nós temos de trazer o problema do tamanho que é o problema, temos pessoas sendo decapitadas no nosso estado, pessoas mortas penduradas em cerca (…), eu não aguento mais, é preciso fazer alguma coisa (…)”.

Jorge Viana interferiu Petecão e disse “Vossa Excelência não poderia ser um pouco justo com o companheiro Tião Viana ?“, e Petecão responde: “Não, não, eu já fui justo demais, eu já esperei demais!

Senador Jorge Viana (PT), pelo Acre.

Petecão (PSD) rebateu Jorge Viana (PT) dizendo: “Essa história de Michel Temer golpista não vai resolver. O senhor não está preocupado porque o senhor tem segurança, seu irmão tem segurança (…), eu não tenho segurança“.

Eu falo em nome de um povo com medo, que não sai nas ruas, não frequenta os arraias. Eu quero que o senhor fosse andar no Taquari, no Belo Jardim, Santa Cecília, pra mim já deu! não dá mais pra aguentar, pra mim chega! As pessoas estão morrendo!” – disse Peteção.

Jorge Viana, que estava sentado, interferiu Peteção várias vezes, chamando de injusto. “Eu tô sendo injusto com quem rapaz?!“, esbravejou Petecão. “Eu cheguei no último, não aguento mais (…), nós estamos num estado de guerra, de calamidade, no Acre“, disse Petecão.

Ninguém vê pessoas na rua, sai na rua pra tu ver se tem alguém na rua, vai na cidade do povo 22 horas, vê se tu encontra alguém na rua! Eu não tenho segurança!“, desabafou Petecão.

Ao final do discurso, irritado com Jorge Viana e a situação do descontrole com a violência no Acre, por parte do Governo estadual de Tião Viana (PT), Sérgio Petecão disse: “Tem de ser dito rapaz, senão vai ficar morrendo mais gente, tem de ter coragem de dizer velho!

Veja o vídeo aqui:

Por Redação do Acre.com.br

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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