NOSSAS REDES

ACRE

Vilã em Rensga Hits, Júlia Gomes vive nova fase: ‘Divisor de águas’

PUBLICADO

em

Em entrevista à CARAS Brasil, a atriz e cantora Júlia Gomes fala sobre nova fase em carreira e relação com as redes sociais

A atriz e cantora Júlia Gomes, interpreta Luane na segunda temporada de Rensga Hits, do Globoplay. Acostumada a dar vida a personagens teens, a jovem já participou do The Voice Kids e integrou o elenco da última versão de Chiquititas.

Em entrevista à CARAS Brasil, Júlia fala sobre nova fase de carreira, descreve sua personagem em Rensga Hits como ‘um divisor de águas’, e comenta relação com as redes sociais.

O início de tudo

“Eu comecei na publicidade com 1 ano de idade e a partir daí tudo foi muito natural. Eu morava em frente ao teatro Tuca em São Paulo e quando eu tinha 4 anos eles abriram exceção para eu fazer um curso de teatro infantil. Depois disso continuei fazendo cursos até passar no teste pro elenco do musical “A Noviça Rebelde”. Minha avó é artista plástica, ela sempre me incentivou nas artes em geral. O apoio e incentivos da família e da escola foram a base de tudo pra eu conseguir me dedicar desde pequena.”

Cantora e atriz

“Eu tenho um enorme prazer em estar no palco, seja cantando ou atuando. Nos meus últimos trabalhos tive a sorte de interpretar personagens que cantam. Existe uma preferência sim, se eu pudesse escolher eu cantaria, mas já passei por várias fases onde me fizeram essa pergunta. Uma empresária uma vez me disse que eu teria que escolher, porque uma atriz não poderia ser cantora. Isso foi muito difícil de ouvir. Também ouvi de um empresário do ramo da música que para cantar eu teria que deixar de atuar. Hoje eu acredito que como artista eu posso estar disponível para cantar e atuar. Fico feliz, por exemplo, de ver hoje no Brasil o Xamã em uma novela das nove e de ver uma artista como a Lucy Alves. São grandes artistas que cantam e atuam. Me identifico muito com eles. E também fora do país temos diversos exemplos de artistas completos, que cantam, atuam, produzem, dirigem, etc.”

Rensga Hits

“Eu fui convidada para fazer o teste, passei para as próximas fases e chorei muito de felicidade. Lembro que estava fora do Brasil em um cruzeiro do Chitãozinho e Xororó quando recebi a notícia que tinha sido selecionada pra fase final, que seria presencial. Eu queria muito que esse personagem fosse meu, eu me dediquei muito, então cada fase que ia passando eu ficava muito feliz.””

Divisor de águas

“A Luane de Rensga Hits é sem dúvidas um presente na minha vida, ela veio na hora certa. Ela é a minha personagem mais adulta, eu migrei do infantil para o teen e agora me vejo na Luane. A personagem é o divisor de águas na minha carreira, ela traz a certeza de que estou no caminho certo.”

Desafios

“O maior desafio foi começar a gravar com um elenco tão potente. Fiquei receosa no início, mas todos me receberam muito bem na família Rensga. Eu aprendi que precisamos trabalhar em grupo para conseguir chegar ao resultado esperado. Que o sucesso de um personagem é resultado de uma equipe inteira. Nosso elenco foi um elenco muito conectado! Esse elenco é um elenco dos sonhos para qualquer ator. Poder trabalhar só com atores renomados é uma experiência que eu tenho aproveitado cada segundo. Aprendo muito com cada um deles. Eu me entreguei completamente pra esse personagem. Está sendo realmente um personagem muito especial.”

Identificação com a personagem

“Eu e a Luane temos em comum o sonho de cantar e fazer sucesso, me vejo tão determinada quanto ela, a Luane é bem misteriosa e guarda um grande segredo, eu também guardo um segredo familiar, a diferença é que eu não passo por cima das pessoas para conquistar meus objetivos, já a Luane passaria por cima de qualquer pessoa.”

Inspirações

“Eu me inspiro muito na Alice Wegmann, acho ela maravilhosa em tudo que faz. Tem uma trajetória linda e consegue se transformar a cada personagem sem perder a essência. Admiro demais pessoas reais que alcançam a fama, mas não deixam o ego subir. Outra inspiração que eu gostaria de um dia poder contracenar é a Adriana Esteves. Muitas pessoas me acham parecida com ela. Eu acho ela o máximo, ia ficar feliz de poder observar a construção de um personagem com ela.”

Relação com as redes sociais

“Eu sou bem reservada na minha vida pessoal. Estou tentando compartilhar mais sobre meu dia a dia, minha rotina e alimentação, as pessoas me pedem muito pra postar tudo. Recebo muito direct de meninas querendo saber de onde são minhas roupas, que produtos uso no cabelo, querem indicação de tudo. Mas eu sempre tenho muito cuidado com o que posto nas redes.”

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Novo Projeto-interna.jpg

A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS