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Viviane Araujo vs Karine Silva Pick, 11/16/2024 Predictions UFC 309 Odds

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Viviane Araujo vs Karine Silva

UFC 309

Madison Square Garden in NYC

Saturday, November 16, 2024

Viviane Araujo will enter the Octagon against Karine Silva at UFC 309 on Saturday, November 16, 2024. The opening line has Araujo at +215 while Silva is priced at -265.

Viviane “Vivi” Araujo steps into the cage with a mark of 12-6-0. The 37-year-old will fight at 125 lbs and stands 5’4″. The orthodox fighter stretches 68″. Karine “Killer” Silva measures in at 5’5″ and tips the scales at 125 lbs. The orthodox fighter walks into the cage with a mark of 18-4-0. The 30-year-old stretches 67″. In the category of significant strikes, Viviane Araujo is landing 4.11 per minute while Karine Silva lands 2.67 significant strikes per minute. Araujo is connecting on 47% of the significant strikes she attempts while Silva is landing 35%. When it comes to defending themselves, “Vivi” takes 4.96 significant strikes per min and “Killer” allows 3.12. Araujo also defends against 56% of the significant strikes her opponents attempt while Silva is able to defend against 49% of the shots thrown in her direction.

 












UFC 309Viviane AraujoKarine Silva
Opening Odds+215-265
Record12-6-018-4-0
Average Fight Time15:326:41
Height5’4″5’5″
Weight125 lbs125 lbs
Reach68″67″
Strikes Landed Per Minute4.112.67
Striking Accuracy47%35%

Concerning wrestling, Viviane Araujo is not as effective of a grappler as she takes her opponents to the canvas 1.76 times per 3 rounds. Araujo is scoring a takedown on 40% of the times she tries and is defending 78% of all takedown attempts. Silva is getting her opponent to the mat on 72% of the takedowns she tries and stopping 15% of all takedowns attempted on her. Regarding going for the sub, Araujo is the less likely of the two fighters to go for the finish by attempting 0.6 submissions per 15 min while Silva tries 2.2 submissions per 3 rounds.

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In her last fight, Viviane Araujo faced Natalia Silva and was on the losing end of this fight by way of unanimous decision in round 3. Silva landed 65 of 157 total strikes that she threw in that fight. Araujo ended the night having landed 63 of 110 total strikes. When talking about significant strikes, Silva ended up landing 38 of 128, which means her percentage was 29%. She finished the fight landing 24 of 103 significant strikes aimed at the head. On the other side of the Octagon, Araujo landed 38% of her significant strikes by connecting on 26 of 67. Of those significant strikes, she landed 20 of 58 to the head. 100% of the significant strikes connected on by Silva and 96% of them landed by Araujo were done at distance.

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In the last Octagon appearance for Karine Silva, she fought Ariane da Silva and ended up getting the victory via unanimous decision in round 3. Silva connected on 73% of the significant strikes she attempted at distance while Silva connected on 77% of the significant strikes she tried at a distance. Silva landed 36% of the significant strikes she attempted by landing 27 of 75. She ended up landing 8 of 29 significant strikes to the head. Silva ended up connecting on 42 of 81 significant strikes in that contest. In terms of accuracy for the significant strikes, she ended up connecting on 12 of 37 directed at the head. In relation to the strikes she fired off in this contest, Silva ended up landing 89 of 153 while Silva connected on 53 of 120 of all the strikes she attempted.

Other bouts to keep an eye on

Another fight that you’re going to want to watch is when Veronica Hardy squares up with Eduarda Moura. Hardy will be looking to add a victory to her total of 9-4-1. The 29-year-old steps on the scale at 125 lbs and measures in at 5’4″. The southpaw fighter extends her reach 64″. Moura stands in at 5’6″ and tips the scales at 125 lbs. The orthodox fighter has a career record of 10-1-0. The 30-year-old extends her reach 66″. In terms of takedowns, Veronica Hardy is able to score a takedown 1.08 times per 3 rounds while Eduarda Moura takes her opponents to the canvas 5.15 times per 15 minutes. In the striking category, Hardy lands an average of 3.13 strikes/min and is connecting on 45% out of all the strikes she attempts. On the other side we have Eduarda Moura, who is landing 57% of the strikes she has thrown and lands 3.09 per min.

If you’re into fun fights, you’re going to want to see when Stipe Miocic is set to go up against Jon Jones. Jones walks into the Octagon holding a record of 27-1-0 (1 NC). The 37-year-old is weighing in at 248 lbs and stands 6’4″. The orthodox fighter has an arm span of 84″. Miocic stands 6’4″ and steps on the scale at 240 lbs. The orthodox fighter steps into the cage holding a record of 20-4-0. The 42-year-old has a wingspan of 80″. In the category of takedowns, Jon Jones thwarts 95% of the takedowns fighters have tried and is finishing his takedown attempts on 45% of his tries. Miocic is taking his opponents to the mat on 34% of his tries and is able to thwart 68% of the takedowns his opponents try. With reference to striking, Jones takes 2.22 strikes per min while he is dealing 4.29 strikes per min. Miocic, moreover, absorbs 3.82 strikes/min and is landing 4.82 per minute.

Who will win tonight’s UFC match against the spread?

Tony Sink’s Pick: Take Viviane Araujo (+215)

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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