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Voos cancelados como trabalhadores atacam em 13 aeroportos – DW – 03/10/2025
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Trabalhadores impressionantes deixaram as operações paradas no aeroporto de Frankfurt, Aeroporto de Munique E vários outros hubs em toda a Alemanha na segunda-feira, como parte de uma paralisação de 24 horas.
Outros aeroportos afetados foram os de Stuttgart, Colônia/Bonn, DüsseldorfDortmund, Hanover, Bremen, Hamburgo, Berlim-Brandenburg e Leipzig-Halle.
O sindicato Verdi está exigindo um acordo de salário coletivo para quase 2,5 milhões de funcionários do setor público, incluindo trabalhadores de serviço, funcionários do solo e segurança da aviação.
Os ataques de segunda -feira ocorreram depois que uma segunda rodada de negociações salariais falhou.
O governo federal e os municípios locais argumentaram que as propostas de Verdi, incluindo um aumento salarial de 8%, bônus mais altos e três dias adicionais de folga, não são financeiramente viáveis.
Frankfurt, Hamburgo, Aeroportos de Berlim cancelam voos
No aeroporto de Frankfurt, 1.054 das 1.116 decolagens e desembarques programados do dia foram cancelados, informou a agência de notícias alemãs DPA, citando gerenciamento de tráfego aeroportuário.
Todas as partidas e chegadas regulares do Aeroporto de Berlim foram canceladas, enquanto o Aeroporto de Hamburgo disse que não seriam possíveis partidas.
O Aeroporto de Colônia/Bonn disse que não havia serviço regular de passageiros e o aeroporto de Munique aconselhou os viajantes a esperar um “cronograma de voo reduzido muito reduzido”.
As greves foram definidas para afetar cerca de 510.000 viajantes, de acordo com a Associação do Aeroporto da ADV.
O grupo de aviação alemão Lufthansa disse que haveria “atrasos e extensos cancelamentos” em todos os vôos do avião de e para os aeroportos afetados.
Surpreenda o desligamento antecipado em Hamburgo
Hamburgo foi o primeiro a ser afetado Pelos greves quando os trabalhadores saíram cedo, e quase todos os vôos de e para o aeroporto foram cancelados no domingo.
O operador do aeroporto disse que os trabalhadores entraram em greve “sem aviso prévio”.
Um porta -voz da Verdi disse à DW: “A paralisação era necessária para que o impacto da greve pudesse realmente ser sentido”.
Greve no aeroporto de Hamburgo interrompe dezenas de milhares
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Vários passageiros foram relatados como deixados presos pela súbita paralisação.
De acordo com a emissora pública NDR, muitos já haviam verificado sua bagagem e estavam tendo problemas para retornar.
Esperava -se que outras greves fossem adiante nesta semana em instalações operadas pelo governo federal e pelas autoridades locais, disse a agência de notícias que a DPA citou um porta -voz da Verdi.
A próxima rodada de negociações salariais foi prevista para sexta -feira em Potsdam, perto da capital Berlim.
Editado por: Louis Oelofse
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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