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World’s tallest woman Rumeysa Gelgi ‘transvestigated’ online

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The world’s tallest woman, Rumeysa Gelgi, recently met up with the world’s shortest woman, Jyoti Amge, in London to mark the 20th annual Guinness World Records Day.

The famous pair shared afternoon tea together at the Savoy Hotel and discussed their stories and life experiences in a video filmed by the world record organisation and shared on TikTok, where it went hugely viral – clocking up almost 50 million views and 5.4 million “likes.”

Gelgi holds the Guinness World Record (GWR) for being the world’s tallest woman at 215.16cm (7ft 1in), while Amge is the shortest woman at just 62.8cm (2ft 1in).

@guinnessworldrecords Shortest woman Jyoti Amge 🇮🇳 and tallest woman Rumeysa Gelgi 🇹🇷 just met for the first time! #GWRday ♬ original sound – Guinness World Records

“It was so amazing meeting Jyoti for the first time,” said Rumeysa Gelgi, who is a 27-year-old web developer from Turkey.

“It was difficult for us to make eye contact at times due to our height difference, but it was great,” she added.

Amge, who played Ma Petite in American Horror Story, has a form of dwarfism called achondroplasia. She and Gelgi have been honoured as Guinness World Record icons in the book’s new 70th anniversary edition.

However, Rumeysa Gelgi’s viral appearance in London also caused a spike in Google searches for the term “Is Rumeysa Gelgi trans,” as well as a similar increase in searches for “Is Rumeysa trans” on TikTok.

Searches for the terms “Is Rumesya trans” and “Rumesya Gelgi transgender” spiked on TikTok and Google respectively after her video appearance (TikTok)

Rumeysa Gelgi is not transgender. She’s a cisgender woman. She has an extremely rare condition called Weaver syndrome, which causes accelerated growth – hers was only the 27th case ever to be diagnosed.

The trend of jumping onto Google and social media to investigate whether women – often women who don’t fit traditional, false societal assumptions of “femininity” – has skyrocketed in recent years.

It’s given rise to a new term, transvestigating – a mash-up of trans and investigating – which refers to conspiracy theories that falsely claim individuals, typically women, are transgender and are hiding their “true” gender identity.

Gelgi is not the only tall woman to have sparked this kind of “transvestigation” recently.

Daniel Radcliffe’s partner, The Marvelous Mrs. Maisel star Erin Darke, is taller than the Harry Potter actor.

A photo of the pair standing next to each other was shared online in 2023 only to be “piled on” by social media users, who posted hundreds of comments suggesting that Darke – who was pregnant at the time – was actually a trans woman.

‘Gender-critical’ author Suzanne Seddon posted a photo of Darke with her boyfriend, with the caption: “This is Daniel Radcliffes [sic] (Harry Potter) Girlfriend. Now what do you see?”, followed by the ‘woozy face’ emoji.

Replies to the original tweet inflamed the issue, with anti-trans users writing “it’s a bloke” and others saying she “definitely leaves the toilet seat up.” Darke gave birth to her and Radcliffe’s child in April 2024.

Many other celebrities, political figures and professional athletes – including Olympian Imane Khelif and US rugby hero Ilona Maher – have all been “accused” of being trans with no evidence other than the conspiracy theorists’ own warped, often misogynistic, view of femininity and gender.

Female athletes in particular are often regularly “accused” of being trans after winning competitions.

An investigation by Teen Vogue found that the theories are most prominent on X/Twitter and YouTube, and are compiled by users who already have a predisposed hatred of transgender people.

Many of these users believe that the targeted celebrities, including Taylor Swift, Serena Williams and Michelle Obama, display vaguely defined “male” characteristics – a belief rooted in misogyny and transphobia.

This might all sound like something that’s confined to the more unhinged, conspiracy-theory filled backrooms of the internet, but increasingly this sort of discourse around who does, or doesn’t look enough like a “woman” has had stark and distressing real-world consequences, with cis women who don’t look stereotypically feminine targeted and harassed for using female bathrooms.

In October 2022, a viral TikTok video showed a cisgender woman, Jay, confronted over her gender identity in a public toilet because she had short hair – which her harasser assumed meant she was trans.

Jay
Jay took to TikTok to discuss the distressing incident (TikTok/creatingjayrose)

The video is captioned: “Being harassed for using the bathroom and trying to tell me the police would get me for peeing was definitely not on my list of things to do today”.

To clarify yet again, Rumeysa Gelgi is not trans. Neither are Michelle Obama, Taylor Swift, Serena Williams, Imane Khelif, Ilona Maher or Erin Darke. Obsessive transvestigation needs to stop, as it’s harming all women.

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil-i.jpg

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre

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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas-c.jpg

A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.

Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.

Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.

Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.

O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.

Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac

 



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