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WPL 2025 Final: Delhi Capitals Mulheres vs Indianas Mumbai Mulheres; equipes, stream | Notícias de críquete

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WPL 2025 Final: Delhi Capitals Mulheres vs Indianas Mumbai Mulheres; equipes, stream | Notícias de críquete

Quem: Delhi Capitals Mulheres Vs Mumanos de Mumbai
O que: Final 2025 da Premier League feminina (WPL)
Onde: Estádio de Brabourne, Mumbai, Índia.
Quando: Sábado, 15 de março às 20h (14:00 GMT)

Seguir Al Jazeera SportTEXTO LIVO E FRELO DE COMENTÁRIOS DE FOTO.

As mulheres da Delhi Capitals esperam acabar com seus problemas na final da WPL, enquanto enfrentam as mulheres dos índios de Mumbai pela coroa de 2025 em Mumbai no sábado.

É a terceira final consecutiva que Delhi alcançou, mas eles ainda não levantaram o troféu, e agora enfrentam o time que os espancou na final inaugural em 2023, os índios de Mumbai.

A Al Jazeera dá uma olhada na final da terceira edição do torneio.

Como as equipes chegaram à final do WPL?

A Delhi Capitals liderou a fase de grupos dos índios de Mumbai, que perdeu a partida final-e com ela, o primeiro lugar-em uma derrota de 11 corridas do Royal Challengers Bengaluru na segunda-feira.

O resultado forçou Mumbai a um eliminador com o terceiro colocado Gujarat Giants na quinta-feira.

Uma vitória retumbante de 47 corridas foi registrada quando Hayley Matthews quebrou 77 em um total de 213-4.

Quem são os vencedores anteriores do WPL?

Os índios de Mumbai venceram Delhi por sete postigos na final da primeira edição da WPL em 2023.

O Royal Challengers Bangalore foi coroado campeão com uma vitória de oito wicket na última temporada.

O Delhi Capitals pode terminar seu Jinx final?

O ex -capitão da Austrália, Meg Lanning

“Meg é alguém que quer vencer todos os jogos. Mas, ao mesmo tempo, ela tem a quantidade de clareza no que está procurando. Vencer é uma coisa que ela nos diz, mas ela também nos diz para focar no que precisamos fazer ”, disse a Índia Jemimah Rodrigues sobre o sete vezes vencedor da Copa do Mundo.

“Ela tem clareza no que quer fazer e no que quer que essa equipe faça e garante que ela leve todo mundo ao fazer essa coisa. Eu acho que isso nos ajuda a ser uma equipe de sucesso.

“O que eu amo em Meg, e isso é algo que eu gostaria de acrescentar em mim mesmo … é que ela é calma, mas agressiva ao mesmo tempo. E como líder, essa é uma qualidade muito crucial. ”

Quem são os principais marcadores de corrida da WPL?

  • NAT Sciver (Brunt Mumbai Indians) – 416
  • Ellyse Perry (Royal Challengers Bengaluru) – 372
  • Shafali Verma (Delhi Capitals) – 300
  • Meg Lanning (Delhi Capitals) – 263

Quem são os principais participantes da WPL?

  • Amelia Kerr (índios Mumbai) – 14
  • Hayley Matthews (Mumbai Indians) – 14
  • Georgia Wareham (Royal Challengers Bangalore) – 12

Qual é o segredo da consistência da Delhi Capitals?

Rodrigues creditou o profissionalismo e a unidade da equipe por sua consistência, especialmente durante a temporada atual, que ela descreveu como a mais desafiadora de todos os tempos.

“Todo jogador agrega muito valor à equipe que conhece suas coisas”, disse ela.

“Penso em todas as três temporadas, estamos mais orgulhosos do ano, porque não foi fácil, mas encontramos uma maneira de nos buscar e ainda chegar ao topo”.

Quais são as chances de Mumbai superar Delhi?

Delhi pode ter liderado o grupo este ano, mas Mumbai já tem um título da WPL – e Delhi carrega sua série de derrotas nas finais com eles no jogo de sábado.

“Temos um bom equilíbrio de jogadores internacionais e também dos jogadores indianos locais”, disse Matthews ao analisar a equipe de Mumbai.

“Recebemos contribuições de tantos participantes diferentes da equipe como Nat (Sciver-Brunt), Melie (Amelia Kerr), Shab (Shabnim Ismail), eu mesmo, sendo capaz de se destacar como internacionais.

“Quando você olha para um capitão como Harmanpreet (Kaur), até os jovens jogadores, como Sanskriti Gupta que vieram este ano, foram capazes de causar grandes impactos”.

Como o WPL chegou à sua final em Mumbai?

O torneio esteve em uma viagem pela Índia com os seis jogos de abertura em Vadodara, antes de oito serem disputados em Bengaluru.

Lucknow e Mumbai concluíram a fase de 20 partidas do grupo.

O eliminador de quinta -feira também foi jogado em Mumbai.

Os jogadores de impacto são permitidos no WPL?

Ao contrário da Indian Premier League (IPL), a WPL não permite que um jogador substituto seja trazido para a equipe durante a partida para causar impacto.

Rodrigues de Délhi espera que este continue sendo o caso. “Eu não sou um enorme fã do jogador de impacto (regra) porque sou alguém que ama as regras que já temos”, disse ela.

“É injusto para os jogadores também às vezes quando eles jogam tão bem e fizeram muito e depois no final, uma massa adequada está chegando.”

O WPL foi um sucesso?

De acordo com o capitão da bola branca das Índias Ocidentais e o polivalente de Mumbai, Hayley Matthews, as ligas do Twenty20 transformaram o críquete feminino de um esporte que se baseou em apoio público à sobrevivência em um espetáculo atraente.

O jogador de 26 anos, que deu à fama no triunfo da Copa do Mundo T20 das Índias Ocidentais, disse que as ligas T20 como a WPL promoveram a exposição global e ajudaram a desenvolver o jogo feminino.

“Eu sinto que uma vez, o críquete feminino provavelmente ficou tipo, ‘Venha assistir ao jogo para apoiar as mulheres’, enquanto agora sinto que temos um produto divertido e temos essas habilidades que as pessoas querem nos ver jogar críquete”, disse Matthews à Reuters.

“Apenas ter a oportunidade de jogar essas ligas e ter todos os jogos televisionados e fazer com que as pessoas assistindo e apoiem naturalmente ajudarão o jogo a crescer.

“Há muitas oportunidades para as mulheres crescerem no críquete e acho que competições como a WPL dão uma plataforma para o jogo crescer. Ele apresenta as pessoas ao jogo … mostra o nível de habilidade que temos no críquete feminino. ”

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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