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2024 Champions Chess Tour Finals: Carlsen Wins 5th Champions Chess Tour Title
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1 ano atrásem
GM Magnus Carlsen defeated GM Ian Nepomniachtchi 4-1 to win the 2024 Champions Chess Tour Finals and his fifth consecutive Champions Chess Tour title. Again earning the $200,000 first prize, Carlsen has won every edition of the Champions Chess Tour since it began. It is his 11th tournament win this year.
2024 CCT Finals Bracket
The first two games played a decisive role in the match. Carlsen never lost a single game of the match and completed it with a game to spare. In fact, Carlsen lost just two individual games the entire week (out of 27), way back in the round-robin.

Two-time World Championship Challenger Nepomniachtchi lost two matches early in this event, against Carlsen and Firouzja, but then won the five remaining matches on his way to the Final. The most impressive was his 3.5-0.5 demolition of Firouzja in the Semifinals, a match he won with two games to spare.

Carlsen, however, won every match except for a loss to Firouzja in the round-robin. He is rightfully known as the king of the Champions Chess Tour, as the only player to win it every single year.
Champions Chess Tour winners:
2020 – Magnus Carlsen
2021 – Magnus Carlsen
2022 – Magnus Carlsen
2023 – Magnus Carlsen
2024 – Magnus CarlsenNice, @MagnusCarlsen 🏆 pic.twitter.com/bdWAdvmKoC
— Chess.com (@chesscom) December 21, 2024
As for previous encounters between these two gladiators, Carlsen defeated Nepomniachtchi 7.5 to 3.5 in 2021 to defend his world championship title for the last time. He also won their last encounter in the CCT, 3-2 in the Winners’ Quarterfinal of the 2024 Julius Baer Generation Cup.
Carlsen 4-1 Nepomniachtchi
Carlsen played the fancy 28.Rxc4! in game one, already leaving his queen hanging in the very first clash. Had Nepomniachtchi found the brilliant counter queen sacrifice, 28…Qxf2!!, he would have secured equality. But, in the game, Carlsen won a pawn and went on to win the four vs. three rook endgame—one that should be drawn between computers, but it was not so between two humans with little time.
<!– CHESS_COM_DIAGRAM
Carlsen actually demonstrated the win with a queen against a rook at the very end of that game, and he pointed out that he defended it (with the rook) against Nepomniachtchi earlier in the Champions Chess Tour. Can he defeat Stockfish in that endgame? He’d like to think so!
Can Magnus beat Stockfish with queen versus rook? “No, I’m not sure I can beat Stockfish, but I’d like to think I have a good chance.”#CCTFinals pic.twitter.com/0KNNCsqLcg
— chess24 (@chess24com) December 21, 2024
After another win in game two, Carlsen already foreshadowed the rest of the match was going to be “tough” for his opponent.
“We’re getting to a point where, you know, it’s gonna be tough for him,” says Magnus Carlsen after winning the first two games of the title match.#CCTFinals pic.twitter.com/ciEtAob4g3
— chess24 (@chess24com) December 21, 2024
In that second game, Carlsen achieved an opening advantage in about 10 moves with the black pieces in the Italian Opening. Once he planted the knight on f4 (knife f4!), hovering over the white king, the rest of the game just flowed. GM Rafael Leitao breaks down the Game of the Day below.

“Game three was a step in the right direction for Ian Nepomniachtchi,” summarized GM David Howell, “but ultimately it was a tale of missed opportunities.” Nepomnaichtchi had many winning positions in the middle and endgame, but Carlsen slipped out with a draw. At one point, on move 53, Carlsen could have even won.
In the next game, the former world champion convincingly held a pawn-down rook endgame to leave himself a half-point away from victory.
Finally, Carlsen wrapped it up with a 23-move win in the French Defense, when even a draw would have been enough. Incredibly, Black’s only serious mistake was castling—sending the king straight into the fire.
<!– CHESS_COM_DIAGRAM
Carlsen has now won 15 out of 18 Champions Chess Tour finals. He explained that the format suits his strengths:
I think that the format is quite suited to me because I put a lot of pressure on [my opponents] in these matches and to beat me in a tournament is very possible, [but] to beat me in a match is quite a bit harder.
He added that he had lost matches to some of the competitors before, including Nepomniachtchi himself as well as GMs Maxime Vachier-Lagrave and Alireza Firouzja, but noted: “I’m more often than not able to get the better of them.”
Of course, it was special to win this one on home soil, in Oslo. “Today was good. It’s great to spend the week here with a lot of people that I know.” He also mentioned that he met old acquaintances, for example, an older gentleman who had beaten Carlsen in 1999 at his first adult tournament.
You can check out GM Hikaru Nakamura’s video recap below.
That ends this year’s Champions Chess Tour, and we look forward to the 2025 edition that will be linked to the Esports World Cup!
Final Standings And Prizes

How To Watch
The 2024 Champions Chess Tour Finals took place in Oslo, Norway, during December 17-21. The tour’s eight finalists competed in various formats to decide the 2024 tour champion. They played a round-robin, followed by a survival stage, followed by semifinals and the final. The prize fund was $500,000 with $200,000 going to the winner.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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