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5 Fatos sobre Holi, O Festival das Cores – DW – 13/03/2025
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1. As origens de Holi
De acordo com o calendário hindu, Holi Cai na última lua cheia do inverno. Tradicionalmente, é comemorado nas partes do norte da Índia, mas agora é popular em todo o país.
Diz a lenda que um rei dos demônios – Hiranyakashyipu – exigiu que todos o adorassem como um deus. Mas seu filho, Prahlad, se opôs a ele, o que deixou o rei zangado. Hiranyakashyipu criou muitos planos malignos para matar seu filho, mas falhou miseravelmente.
Finalmente, a irmã do rei, Holika, que era uma feiticeira, decidiu fazer sua missão matar o garoto. Ela se sentava em uma fogueira gigante com Prahlad e, enquanto seus poderes mágicos a protegiam, o garoto morreria. No entanto, seus planos também falharam. O garoto sobreviveu, enquanto a feiticeira queimava para Cinders.
Em muitas regiões, o Festival Holi anuncia a morte da temporada fria de inverno e o advento do clima mais quente, mas também celebra a vitória do bem sobre o mal. Em Mathura, no norte da Índia, as pessoas observam Holi Como uma celebração do amor entre o deus hindu Krishna e sua senhora amor, Radha, e reencenam cenas de suas vidas.
2. Comida tradicional de holi
Toda festividade de Holi na Índia está associada à comida especial preparada para comemorar o evento. O caseiro “Gujiya”, uma mistura de nozes e passas envolto em massa doce, é tradicionalmente preparada por mulheres da família na noite anterior do feriado. Outros pratos tradicionais de holi incluem “malpua” – panquecas fritas; Pães de pelúcia, chamados “Kachoris” – e os onipresentes “Laddoos”, bolas de sobremesas feitas de coco, trigo ou farinha de grão de bico.
3. a bebida tradicional de holi
Holi está incompleto sem o tradicional bhang, uma bebida feita de folhas frescas de cannabis. Alguns dias antes de Holi, os entusiastas de Bhang dão as mãos para realizar a tarefa tediosa de separar os brotos e folhas da planta de cannabis sativa e moer em uma pasta. A mistura é adicionada a doces tradicionais ou misturada com leite de amêndoa adoçado como um deleite para o dia especial.
4. É Holi-Dia!
As festividades começam à noite, quando as famílias montaram fogueiras para simbolizar a queima de Holika, a feiticeira que queria matar Prahlad. No dia de Holi, os foliões participam de um café da manhã indiano tradicional e se reúnem com suas famílias e amigos para comemorar.
“Holi Hai”, hindi para “It’s Holi” é uma sugestão para que todos se reúnam em um local, joguem e pulverizem cores um para o outro e geralmente fazem uma raquete. Se você tiver sorte, você se safará de cor orgânica de boa qualidade em sua pessoa e assédio mínimo. Se você é azar, multidões entusiasmadas podem transportar e despejar você na poça lamacenta mais próxima ou você pode se encontrar com cores permanentes e artificiais que deixam o cabelo e o rosto roxo por dias a fio.
Além disso, tenha cuidado se você é um homem em Mathura: pode ser espancado com um graveto se estiver participando do tradicional “Lathmaar Holi” (hindi para “batida-com-um-stick holi”). Se você é uma mulher, pode participar!
No oeste da Índia, os foliões costumam pendurar uma panela de barro cheia de leite ou iogurte a uma certa altura, enquanto grupos concorrentes de meninos fazem pirâmides humanos para chegar ao navio e quebrá -lo.
5. Holi Songs
Músicas, incluindo canceladas e hits de Bollywood, são um jogo de Holi. Os bairros costumam explodir música de dança religiosa e festiva de alto -falantes estéreo colocados onde as pessoas se reúnem para brincar com tintas e cores.
Muitas músicas, especialmente os números de Bollywood, tornaram -se sinônimos de Holi nas últimas décadas. Talvez a voz mais popular associada a uma música de Holi seja a cantada pela super estrela de Bollywood Amitabh Bachchan. “Rang Barse” (hindi para “It’s Raining Colors”) é Holi por excelência, repleto de drogas, dança, flerte adúltera e insinuação sexual.
Editado por: Louisa Schaefer
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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