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A Alemanha chama a Síria para evitar a ‘espiral de violência’ – DW – 03/03/2025
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1 ano atrásem
AlemanhaO Ministério das Relações Exteriores da sexta-feira convocou todos os lados da batalha em andamento na Síria para evitar uma “espiral de violência” depois que mais de 200 pessoas morreram em dois dias de luta entre forças do governo e pistoleiros leais ao presidente Bashar al-Assad.
Os lutadores que apoiam as novas autoridades da Síria atacaram aldeias ao longo da região costeira, um bastião de apoio de longa data a Assad, matando homens em retaliação por ataques às forças de segurança do governo por Assad Leyalists, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos do Reino Unido (SOHR).
“Estamos chocados com as inúmeras vítimas nas regiões ocidentais da Síria. Pedimos a todos os lados que busquem soluções pacíficas, unidade nacional, diálogo político inclusivo e justiça transitória – para superar a espiral da violência e do ódio”, disse um comunicado.
Durante uma visita à capital síria, Damasco, em janeiro, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, ofereceu apoio à Síria se o governo atendesse a certas condições, incluindo a garantia da proteção das minorias.
Mais de 200 pessoas mortas na violência da Síria, diz o War Monitor
A violência eclodiu após uma série de ataques e emboscados, atribuídos aos apoiadores armados de Assad, forças de segurança do governo de transição de Assad, ao longo da costa oeste do país na quinta -feira.
Mais de 200 pessoas foram mortas desde que a luta eclodiu, de acordo com o Sohr.
Além de cerca de 140 mortos em aparentes ataques de vingança nas aldeias, os mortos incluem pelo menos 50 membros das forças do governo da Síria e 45 combatentes leais a Assad.
As forças sírias combatem os partidários de Assad na costa oeste
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As autoridades sírias não publicaram um número de mortos, mas a agência de notícias estadual da Síria, Sana, citou um funcionário de segurança não identificado dizendo que inúmeras pessoas foram à costa buscando vingança por ataques recentes às forças de segurança do governo.
O funcionário disse que as ações “levaram a algumas violações individuais e estamos trabalhando para detê -las”.
As forças do governo retiraram o controle de algumas áreas
O porta -voz do Ministério da Defesa, Hassan Abdel Ghani, disse que as forças do governo fizeram um rápido progresso no terreno e recuperaram o controle de áreas onde os ataques às forças de segurança ocorreram.
Anas Khattab, chefe do Serviço de Inteligência Geral da Síria, escreveu sobre X que “as investigações iniciais mostraram ex -líderes militares e de segurança afiliados ao regime extinto estão por trás do planejamento desses crimes”.
O presidente interino pede combatentes pró-Assad a se render
Enquanto isso, o presidente interino da Síria, Ahmed Al-Sharaa, o líder do grupo rebelde sírio que derrubou o governo de Assad, instou os combatentes pró-Assad da minoria alawita para deitar as armas “antes que seja tarde demais”.
Em um discurso transmitido pelo Telegram, o presidente interino também prometeu “continuar trabalhando para monopolizar armas nas mãos do estado, e não haverá mais armas não regulamentadas”.
Grupos armados com vínculos com o antigo regime continuam ativos em várias cidades e aldeias na região costeira montanhosa.
Os confrontos em andamento no oeste da Síria marcaram a pior violência desde que o governo de Assad foi derrubado no início de dezembro por insurgentes liderados pelo grupo islâmico Hayat Tahrir al-Sham (HTS).
O novo governo prometeu unir a Síria após 14 anos de guerra civil que deixou mais de meio milhão de pessoas mortas e milhões deslocadas.
Editado por: Roshni Majumdar
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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