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A Coréia do Sul diz que os incêndios florestais em sua história, o número de mortos aumenta para 26 | Notícias da vida selvagem

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A Coréia do Sul diz que os incêndios florestais em sua história, o número de mortos aumenta para 26 | Notícias da vida selvagem

Os bombeiros estão lutando para conter os incêndios florestais, que continuam a crescer rapidamente em tamanho, alimentados por ventos fortes e condições secas.

As autoridades sul -coreanas declararam incêndios em andamento os piores que já atingiram o país, à medida que o número de mortos subiu novamente e a área afetada dobrou de tamanho.

Os incêndios florestais – que começaram no final da sexta -feira no condado de Sancheong, no norte da província de Gyeongsang – agora mataram pelo menos 26 pessoas, disseram as autoridades locais na quinta -feira.

Aproximadamente 81.500 acres (33.000 hectares) de terra queimaram, mais do que o dobro da área relatada na quarta-feira e superando em muito o pior dos que já pertencentes à Coréia do Sul, em março de 2000, que ardenteam 59.000 acres (24.000 hectares) de terra.

“Estamos nacionalmente em uma situação crítica com inúmeras baixas por causa da rápida disseminação sem precedentes de incêndios florestais”, disse o presidente em exercício da Coréia do Sul, Han Duck-soo, uma reunião de resposta do governo, informa a agência de notícias da Reuters.

A Coréia do Sul confiou em uma frota de mais de 120 helicópteros para combater os incêndios em várias regiões – incluindo Gyeongbuk, Uiseong, Andong, Cheongsong, Yeongyang e Sancheong – que se espalharam por terrenos montanhosos no sudeste do país, alimentados por ventos fortes e secos.

Os bombeiros trabalham no templo de Gounsa, devastados por um incêndio, no condado de Uiseong em 27 de março de 2025 (Kim Hong-Ji/Reuters)

A Agência Meteorológica da Coréia do Sul prevê chuva, mas a precipitação deve ser inferior a 5 mm na maioria das áreas afetadas.

“A quantidade de chuva será pequena, por isso não parece que será uma grande ajuda para tentar extinguir o incêndio”, disse o ministro do Serviço Florestal da Coréia, Lim Sang-Seop.

Os funcionários do governo disseram que o erro humano provavelmente causou os incêndios, citando possíveis gatilhos causados ​​pelo homem, incluindo o uso do fogo para limpar a grama coberta de sobrevivência em túmulos familiares ou faíscas de equipamentos de soldagem.

Muitas áreas afetadas também experimentaram apenas metade da precipitação média nesta temporada, disseram as autoridades.

Quatro bombeiros e trabalhadores do governo morreram no condado de Sancheong, na província de Gyeongsang, no sábado, depois de ficarem presos por chamas em movimento rápido. Um piloto também morreu quando seu helicóptero caiu durante os esforços para conter um incêndio em uma área montanhosa de Uiseong.

Cerca de 30.000 moradores foram forçados a evacuar suas casas, enquanto os incêndios rasgam os bairros e os bombeiros lutam para conter várias chamas furiosas simultaneamente.

Chamas também envolveram metade das 30 estruturas que compõem o templo budista de Gounsa no condado de Uiseong. Originalmente construído no século VII, entre os edifícios danificados em Gounsa estão dois “tesouros” projetados pelo Estado-uma estrutura em forma de pavilhão erguida em 1668 e uma estrutura da dinastia Joseon construída em 1904.

As autoridades também emitiram um alerta de emergência para o Patrimônio Mundial Listado na UNESCO, Hahoe Folk Village, no condado de Andong, enquanto o incêndio se aproxima.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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