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A Grand Canyon Hike to Remember
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Early in her 26-mile hike across the Grand Canyon in September, Jennifer Mitchell saw a pair of gnarled trees with gracefully twisting trunks.
She was so enthralled by the two Utah junipers, she had a fellow hiker capture a picture of her standing between them.
The scene guided Mitchell’s mind back to memories of her mother, Anne-Marie Puckett, who relished being surrounded by trees and mountains.
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Puckett died after a brief bout with brain cancer in 1987, when Mitchell, now 63, was just 26 years old.
“She just loved nature,” said Mitchell, a Certified Medical Assistant at Duke Urgent Care Hillsborough. “She always saw the beauty in nature.”
Her mother’s memory is what led Mitchell to Arizona, where, amid blazing heat, she made the hike down from the Grand Canyon’s North Rim, across its sun-baked floor, and back up to the South Rim.
The walk was organized by 3000 Miles to a Cure, an organization that raises funds for researching a cure for brain cancer, one of the deadliest forms of cancer.
Walking in honor of her mother Mitchell raised around $6,275 for the Dana-Farber Cancer Institute.
Mitchell was part of a group of 18 hikers from around the country who combined to raise around $80,000.
Each hiker had their lives touched by brain cancer, and during the trip, they shared stories of friends, siblings, children and parents lost to the disease.
Mitchell, an avid hiker who can often be found exploring trails in the North Carolina mountains and near her Alamance County home, decided last year to take part in the Grand Canyon hike.
Throughout most of 2024, Mitchell drew encouragement from her Duke Urgent Care colleagues who wanted to hear about her training hikes and would often join her on work breaks spent strengthening her core muscles by holding planks or walking up and down the stairways in the clinic’s building.
“The support I got from the people I work with was incredible,” Mitchell said. “I felt like they were in this with me.”
Mitchell’s preparations came to an end around 4:10 a.m. on September 23, when she and her fellow hikers started their walk by descending into the darkness of the Grand Canyon’s interior on the North Kaibab Trail.
Over the next six hours, they descended roughly 6,000 feet before reaching the floor of the canyon, where temperatures soared above 100 degrees.

During the hike, which took a total of roughly 13 hours, Mitchell burned through around eight liters of water and was fueled by a turkey sandwich, nuts, protein bars and guilty pleasures such as Slim Jims and Cheetos.
After crossing the Colorado River, Mitchell began the daunting finish, ascending nearly 5,000 feet in a few miles.
In the final push, Mitchell recalls feeling discouraged by the sight of a seemingly never-ending ribbon of steep switchbacks between her and the South Rim.
During the day’s challenging moments, Mitchell said she and her fellow hikers were buoyed by the memories of those they’d lost.
“Throughout the hike, every time we talked about how hard it was, we remembered why we were doing it,” Mitchell said. “What we were doing wasn’t hard when compared with what those people go through.”

Mitchell’s mother was 49 when she was diagnosed with a glioblastoma, a form of brain cancer that kills 95% of those who have it within five years. Puckett died seven months after her diagnosis.
One of Mitchell’s last memories of her mother came a few weeks before she died. Weakened by the disease and unable to walk without help, Puckett asked Mitchell to help her walk out into her back yard to admire an ash tree. Mitchell won’t forget her mother’s determination as she strained to walk outside and savor one of her final doses of nature.
As she pushed herself up the final miles of her challenging walk across the Grand Canyon, Mitchell said her mother, and her struggles, were again in her thoughts.
“Even though it’s been so many years since she’s been gone, I still feel that loss,” Mitchell said. “Time doesn’t exactly heal a wound. It can ease it a little, maybe smooth it over somewhat, but there’s always a scar. But in that moment, I thought she would have been very proud of me. She would have been my biggest supporter. And she definitely would have enjoyed the view.”
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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3 dias atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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