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A opinião do The Guardian sobre o desastre da lei marcial na Coreia do Sul: um farol democrático precisa de uma nova liderança | Editorial
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2 anos atrásem
Editorial
TA tentativa bizarra, terrível e de curta duração do presidente sul-coreano de impor lei marcial semana passada ainda está causando estragos. Polícia tentou invadir o escritório de Yoon Suk Yeol na quarta-feira, enquanto o investigam por um possível crime de insurreição. O seu partido diz que ele entregará o poder ao primeiro-ministro e ao chefe do partido; outros chamam isso de “segundo golpe” inconstitucional. É uma medida do progresso do país desde a democratização na década de 1980 o facto de o principal líder da oposição, Lee Jae-myung, inicialmente ter pensado que o anúncio do presidente tinha sido profundamente falsificado, e agora descreve isso como “absurdo”.
Yoon afirmou, sem provas, que a lei marcial era necessária para erradicar a ameaça das “desprezíveis forças antiestatais pró-Coreia do Norte” – ou seja, a oposição. Embora outros conservadores partilhem a sua amarga convicção de que a esquerda é simpatizante de Pyongyang, a maioria das pessoas acredita que a decisão reflectiu principalmente o seu governo errático e personalizado. UM estranho políticoele se tornou um dos principais promotores anticorrupção, mas ficou irritado com o escrutínio da conduta de sua esposa, bem como com a obstrução parlamentar às suas políticas. Apesar dos seus péssimos índices de aprovação, ele parece ter pensado que o povo o apoiaria. Em seis horas, ele foi forçado a dar meia-volta.
O desenvolvimento democrático da Coreia do Sul não tem sido suave nem linear, e alguns alertaram para “decadência democrática”, com uma política profundamente polarizada e uma dependência de investigações criminais em vez de contestação política. (O Sr. Lee, do Partido Democrata, também enfrenta vários casos.) O Sr. Yoon já foi acusado de tendências autoritárias e a liberdade de imprensa deteriorou-se acentuadamente sob seu comando.
As salvaguardas institucionais da Coreia do Sul foram parcialmente bem-sucedidas. Embora permaneçam dúvidas sobre o papel dos militares, é não deu munição real às tropas que tentam impedir que os legisladores se reúnam para votar contra a lei marcial. Mas foi o compromisso público que se revelou fundamental para salvaguardar a democracia ao longo das décadas.
Esta crise está a manchar um país que saiu da pobreza e da devastação para se tornar não só central no comércio global, no investimento e nos fluxos tecnológicos, mas também uma rara história de sucesso democrático na Ásia. Também desempenha um papel importante em segurança na região e mais longe. Coréia do Norte cantou que o Sr. Yoon tinha “soltado as armas” da ditadura.
Após a declaração do Sr. Yoon, 70% do público queria que ele sofresse impeachment pelos legisladores. Mas o seu partido Poder Popular boicotou a votação da semana passada. Colocar os interesses do partido acima dos interesses do Estado e do povo foi errado e não será perdoado rapidamente. Se os legisladores do PPP quiserem realmente sustentar a sua vida política, deverão apoiar o impeachment na segunda votação deste fim de semana. Yoon, dois anos após o início do seu mandato de cinco anos, não é um pato manco, mas sim um pato morto. O que é necessário não é um “roteiro de demissão”, mas sim eleições imediatas.
O avanço do programa nuclear da Coreia do Norte e o envio de tropas para a Ucrânia, e o regresso de Donald Trump à Casa Branca, destacam os atuais problemas de segurança do Sul. Trump quer que Seul pague mais milhares de milhões para acolher tropas norte-americanas. A maior dor de cabeça pode ser o impacto económico que enfrentará com as suas tarifas. Tudo isto vem juntar-se aos desafios internos, incluindo a desigualdade, o crescimento fraco, o aumento do custo de vida e o envelhecimento da população. Uma liderança política credível é mais essencial do que nunca. Os sul-coreanos demonstraram que valorizam a democracia. Eles devem ter permissão para exercê-lo agora.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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