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A poluição tóxica envolve o norte da Índia, Paquistão – DW – 14/11/2024

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Poluição tóxica engoliu o norte da Índia e do Paquistão na quinta-feira, com poluição em níveis constantemente “severos”.

Em Índiaa poluição era tão espessa que causou atrasos nos voos e bloqueou a vista do Taj Mahal e do Templo Dourado, o local mais sagrado do Sikhismo, em Amritsar.

Lahore, a capital do do Paquistão A província oriental de Punjab foi classificada como a cidade mais poluída do mundo na quinta-feira, em rankings ao vivo mantidos pelo grupo suíço IQAir. Autoridades

Como está a situação no norte da Índia?

Na capital da Índia, Nova Deli, níveis de poluição permaneceu na categoria ‘grave’ pelo segundo dia.

Na quinta-feira, Nova Deli obteve 430 pontos num índice de qualidade do ar mantido pelo principal painel de poluição. Qualquer valor acima de 400 é marcado como “grave”.

Apesar da visibilidade ter caído para zero em partes do norte da Índia, as atividades de voo permaneceram normais. Anteriormente, a autoridade aeroportuária de Delhi alertou que a baixa visibilidade pode afetar alguns voos. Site de rastreamento de voos Flightradar24 mostrando 88% das partidas e 54% das chegadas atrasadas.

Nuvens brancas de poluição atrasaram vários voos no norte da Índia na quarta-feira. No mesmo dia, os poluentes no ar em Nova Deli ultrapassaram 50 vezes o máximo diário recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Quando chega o inverno, o norte da Índia enfrenta invariavelmente uma crise de poluição devido à queima sazonal de colheitas, ventos fracos e queda de temperatura. As autoridades também culparam a umidade, as emissões dos veículos e a atividade industrial por agravar ainda mais a poluição.

Céu envolto em poluição
A autoridade aeroportuária de Delhi alertou que alguns voos podem ser afetados pela baixa visibilidadeImagem: Anushree Fadnavis/REUTERS

Lahore ainda é a cidade mais poluída

A situação da poluição do ar em Lahore, no Paquistão, permaneceu terrível, já que foi classificada como a cidade mais poluída do mundo na quinta-feira, pela IQAir, com sede na Suíça.

A qualidade do ar em Lahore é afetada pela fumaça dos incêndios queimados ilegalmente nos estados agrícolas indianos de Punjab e Haryana.

Na quarta-feira, Lahore e Multan foram classificadas como as duas cidades mais poluídas do mundo. Isto aconteceu dois dias depois de a UNICEF ter alertado que a saúde de 11 milhões de crianças estava em risco na região.

Como os governos responderam?

Autoridades em Lahore fechar escolasatividades ao ar livre limitadas e implantação de clínicas móveis para tratar pacientes respiratórios. Os moradores foram convidados a evite viagens desnecessárias e use máscaras faciais.

Do outro lado da fronteira com a Índia, Nova Delhi viu caminhões do governo borrifando água para amortecer brevemente níveis de poluição do ar.

No início deste mês, as autoridades revelaram um esquema para pulverizar névoa de água usando três pequenos drones.

A capital da Índia, Delhi, luta contra a poluição “de dar água nos olhos”

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ss/lo (AFP, AP, Reuters)



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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