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Abóbora assada temperada com frango e batatas fritas: receitas de Yotam Ottolenghi para o conforto do outono | Comida

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Yotam Ottolenghi

Esta é a estação do assado na bandeja, dos vegetais que têm a cor das folhas de outono, dos carboidratos de que precisamos para nos revestir e nos sustentar. E estou aqui e pronto para tudo isso. Ao mesmo tempo, não se esqueça de sempre buscar os cítricos e as ervas frescas, e os molhos e pastas que dão um toque especial. Afinal, esta também é a temporada que continua (e continua), então precisamos nos controlar e manter as coisas divertidas e atualizadas.

Abóbora assada com molho de limão e endro (foto acima)

Prepare o molho para o momento em que a abóbora sair do forno. Cobri-lo imediatamente ajudará a absorver todo aquele sabor, e o resultado é doce, azedo e perfumado, com um toque de calor também. Este é um ótimo acompanhamento para todos os tipos: carne ou peixe simplesmente cozido, digamos, ou até mesmo uma tigela grande de arroz recém-cozido.

Preparação 20 minutos
Cozinhar 45 minutos
Serve 6

1 meio abóbora (1kg), cortado ao meio no sentido do comprimento, miolo e sementes removidos e descartados, depois cortado em 16 fatias com casca
1½ colher de chá de sementes de cominhoesmagado em um pilão
60ml de azeite
Sal marinho fino e pimenta preta
10g de endro fresco
finamente picado
10g cebolinhafinamente picado
1 pimenta jalapeño frescacaule descartado, polpa, sementes finamente picadas e tudo
35ml de suco de limão
¼ colher de chá de cominho em pó

Aqueça o forno a 240C (ventilador 220C)/475F/gás 9 e forre uma assadeira grande com papel vegetal. Coloque a abóbora, o cominho, duas colheres de sopa de azeite, meia colher de chá de sal e um bom grão de pimenta na bandeja, misture bem e espalhe uniformemente. Asse, mexendo ocasionalmente, por 35-40 minutos, até ficar levemente carbonizado e cozido.

Coloque as duas colheres de sopa restantes de óleo em uma tigela bem grande, adicione o endro, a cebolinha, o jalapeño, o suco de limão, o cominho, um quarto de colher de chá de sal e uma boa quantidade de pimenta e misture bem.

Quando a abóbora estiver pronta, coloque-a no molho e misture delicadamente para revestir. Transfira tudo para uma travessa grande, regue com o molho restante e sirva.

Frango e batatas fritas com pipelchuma maionese

Frango e batatas fritas de Yotam Ottolenghi com pipelchuma maionese.

Traybake frango com batatas fritas – o que há para não amar? O pipelchuma a pasta, que é um condimento líbio intenso aromatizado com pimenta e alho, funciona perfeitamente aqui e aumenta imensamente o aïoli. Vale a pena fazer mais pasta do que o necessário aqui, porque ela fica bem na geladeira por até um mês e é ótima como marinada para raízes antes de serem assadas. Como alternativa, use harissa comprada em loja.

Preparação 20 minutos
Mergulhe 30 minutos
Marinar 30 minutos+
Cozinhar 1 hora
Serve 4

Para a pasta pilpelchuma (opcional)
5-6 pimentas vermelhas suaves secasou flocos de pimenta suave (6g), embebidos em água fervente por 30 minutos
1 colher de sopa de pimenta caiena moída
1½ colher de sopa de páprica
1½ colher de chá de cominho em pó
¾ colher de chá de sementes de cominho
moído em um pilão
10 dentes de alhodescascado (cerca de 40g)
3 colheres de sopa de óleo vegetal
Sal marinho fino e pimenta preta

Para o frango e maionese
150g de maionese
4 colheres de sopa de pasta de pilpelchuma
(veja acima e método), ou use rosa ou harissa normal
2 colheres de chá de suco de limãomais rodelas de limão para servir
2 colheres de chá de xarope de bordo
6 coxas e/ou pernas de frango com osso e pele
(950g)
800g de batatas para assarcom pele, cortado em fatias de 2½-3cm
1 colher de sopa de azeite

Para servir
4 cebolinhasaparado, cortado ao meio no sentido do comprimento e em fatias finas

Se for fazer a pasta, escorra as pimentas (descarte as sementes) e coloque-as em um pequeno processador de alimentos com todos os outros ingredientes da pasta e meia colher de chá de sal. Blitz até obter uma pasta lisa, raspando as laterais da tigela do processador e depois transfira para uma tigela média.

Coloque meia colher de sopa de pipelchuma em uma tigela com a maionese, mexa bem para incorporar, cubra e leve à geladeira até que seja necessário.

Em outra tigela, misture o suco de limão e o xarope de bordo com a pasta restante da tigela. Adicione o frango, massageie todo o frango com a pasta, tampe e deixe marinar em temperatura ambiente fresca por pelo menos 30 minutos (ou leve à geladeira durante a noite).

Experimente esta receita e muito mais no novo aplicativo Feast: digitalize ou clique aqui para seu teste gratuito.

Aqueça o forno a 240C (ventilador 220C)/475F/gás 9 e forre uma assadeira grande de 30cm x 40cm com papel vegetal. Coloque o frango, as batatas, o azeite, uma colher de chá de sal e uma boa quantidade de pimenta-do-reino na bandeja e misture bem. Espalhe as batatas uniformemente, de modo que fiquem em uma única camada, e aninhe os pedaços de frango com a pele voltada para cima entre elas.

Cubra bem a bandeja com papel alumínio e leve ao forno por 30 minutos. Retire o papel alumínio, leve ao forno por mais 20 minutos, depois retire do forno e abaixe o fogo para 220C (ventilador de 200C)/425F/gás 7. Vire as batatas e regue o frango com um pouco do suco oleoso da bandeja, em seguida, volte ao forno por mais 10 minutos, até que o frango esteja bem dourado e cozido e algumas batatas comecem a grudar nas bordas. Retire e deixe descansar por cinco a 10 minutos.

Espalhe as cebolinhas por todo o frango e batatas fritas, salpique com alguns pedaços de aïoli apimentado aqui e ali e sirva com o restante da maionese apimentada e as rodelas de limão ao lado.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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