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Acordo histórico na tragédia de Mariana: R$ 132 bi para vítimas e recompor a natureza
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Acordo histórico na tragédia de Mariana: R$ 132 bi para vítimas e recompor a natureza
A tragédia de Mariana, após 9 anos, tem um desfecho: um acordo entre o governo e as mineradoras no valor de R$ 132 que deve ser revertido em ações para as vítimas. Foto: Agência Brasil
Após nove anos de espera, uma decisão concreta. Um acordo histórico, em torno da tragédia de Mariana em MG, sela a reparação para as vítimas e a recomposição à natureza, no valor de R$ 132 bilhões. No total, cerca de 300 mil pessoas vão ser indenizadas em pagamentos que, somados, dão um total de R$ 11,5 bilhões.
Pescadores e agricultores atingidos pelo desastre do rompimento da barragem, em 2015, vão receber uma indenização individual de R$ 95 mil.
Os demais afetados deverão ser indenizados em torno de R$ 35 mil. Há, ainda, cerca de 20 mil pessoas que vão receber R$ 13 mil pelos danos à água porque tiveram suas atividades comprometidas pelo rompimento da Barragem de Fundão.
- Recuperar 54 mil hectares de floresta nativa e 5 mil nascentes na Bacia do Rio Doce, e realizar o Gerenciamento das Áreas Contaminadas;
- Implantar o Programa Indenizatório Definitivo (PID), que é voltado principalmente para os atingidos pela tragédia que não conseguiram comprovar documentalmente os danos sofridos.
- Melhorar o saneamento e as rodovias.
Acordo histórico
O governo federal assinou um acordo para pagamento de R$ 132 bilhões em indenização pelas empresas envolvidas na tragédia de Mariana, em Minas Gerais, em 2015.
Dos R$ 132 bilhões previstos no acordo, R$ 100 bilhões são novos recursos que devem ser pagos em até 20 anos pelas empresas ao poder público, para serem aplicados em diversas ações.
As companhias também destinarão R$ 32 bilhões para custeio de indenizações a pessoas atingidas e de ações reparatórias que permanecerão sob sua responsabilidade.
Cobrança efetiva
Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou investimentos em prevenção a esse tipo de evento.
“Eu espero que as empresas mineradoras tenham aprendido uma lição. Ficaria muito mais barato ter evitado o que aconteceu, infinitamente mais barato. Certamente não custaria R$ 20 bilhões evitar a desgraça que aconteceu”, disse Lula.
Lula ainda cobrou ainda de todos os agentes públicos envolvidos que as ações sejam acompanhadas de perto, para garantir a reparação às vítimas.
Relembrando o caso
A tragédia de Mariana ocorreu em 5 de maio de 2015. O distrito de Bento Rodrigues foi destruído pela lama.
Na ocasião, 19 pessoas morreram, três desapareceram e 600 pessoas ficaram desabrigadas.
A lama percorreu 663 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, até atingir o mar do litoral capixaba, segundo Agência Brasil.

O acordo histórico sela a reparação para as vítimas e a recomposição da natureza na tragédia de Mariana, são R$ 132 bi envolvidos. Foram 9 anos de espera. Foto: Agência Brasil

A tragédia de Mariana, em novembro de 2015, foi causada pelo rompimento da barragem que provocou a morte de 19 pessoas, o desaparecimento de três e 600 pessoas ficaram desabrigadas. Foto: Agência Brasil
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
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A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
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(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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