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“Acreditar que minha filha não sobreviveria me ensinou a aproveitar cada momento com ela”

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A primeira vez que vejo minha filha, ela está na cama, cercada por enfermeiras, poucos minutos após o parto. Joseph, meu companheiro, negociou para que eu pudesse vê-la quinze minutos antes de ela ser levada para a sala de cirurgia. Manoë sofre de uma malformação, laparosquise, o que significa que sua parede abdominal não está completamente fechada. Eu a vejo e sinto orgulho, acho ela muito bonita. Mas isso é só o começo: aos 21 anos tive uma filha e no dia seguinte já corria o risco de perdê-la.

Com Joseph, seu pai, era óbvio. Éramos muito amigos há dez anos, viemos da mesma região. No início de 2023 eu tinha 21 anos, ele 24. Ele me convidou para um dia na montanha, já fazia muito tempo que não nos víamos. Eu nunca tinha esquiado e naquele dia entendi que com ele não tinha medo de nada. Foi um clique. No dia seguinte éramos um casal.

Naquele exato momento, estranhamente parei de ter medo de me comprometer. Estou então no terceiro ano de filosofia em Bordeaux, enquanto ele está no BTS em Brive-la-Gaillarde (Corrèze). Estamos a duas horas e meia de carro um do outro, mas tentamos nos ver várias vezes por semana, pegando trem, pedindo carona… Ambos sabemos que estamos envolvidos em algo muito sério. Nos reunimos e, uma semana depois, liguei para meus pais uma noite e disse-lhes: “José é o amor da minha vida. » Eles riram.

Ter um bebê depois de dois meses

Fala-se em ter um bebê depois de dois meses. A conversa dura a noite toda. Exploramos a forma como queremos criar juntos um filho, antes mesmo de levantar a questão da nossa condição de estudantes. Temos tanta certeza de nós mesmos que dizemos a nós mesmos que não adianta seguir o padrão clássico: terminar os estudos, arrumar um emprego, ter uma casa e depois ter um filho. Do ponto de vista prático, consideramos que o seu salário trabalho-estudo e o sustento das nossas famílias serão suficientes. No final da noite, está decidido.

Fiquei grávida duas semanas depois. Estou no fim de semana com amigos e ninguém sabe que estamos tentando ter um filho. Quando vejo as barrinhas no teste de gravidez fico muito surpresa e muito feliz. Eu sei que isso já mudou minha vida.

Quando contei a Joseph, fiquei um pouco apreensivo, aconteceu muito rápido. Ele chora de alegria. Quando contei para minha família, meu pai deitou-se no chão em estado de choque e depois me abraçou. Foi muito poderoso, nunca esquecerei esse momento.

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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