Brian Heydon, um artista de 96 anos, é prova viva de que nunca é tarde para começar: depois de mais de nove décadas ele está prestes a inaugurar uma exposição de arte solo!
Ex-advogado, o homem vive na Austrália e descobriu a paixão pela pintura aos 89 anos. Agora, mais de uma década depois, ele está pronto para compartilhar as obras com o mundo.
Após uma vida dedicada à advocacia, foi na arte que ele encontrou um novo significado. “Você tem uma vida inteira de experiências acumuladas em sua memória e todas essas pequenas coisas você pode expressar [na pintura]”, disse em entrevista à ABC.
Do direito à pintura
Nos anos 1960, Brian notou que tinha um sentimento pela arte. No entretanto, quando se mudou da Inglaterra para a Austrália, teve que deixar de lado os pincéis para criar os cinco filhos.
Durante décadas, os objetos ficaram guardados, até que, já aposentado, resolveu retomar algo que nunca quis parar.
Aos 80 anos ele começou a estudar pintura a óleo. Com a ajuda de Delphine Cruikshank, uma pintora local, ele superou dificuldades.
“Eu estava morrendo de tédio, mas percebi que é claro que você precisa aprender os fundamentos da pintura, como qualquer outro ofício”, explicou.
Agora, incentivado pelo professor e artista escocês Robert Maclaurin, o idoso resolveu expor as artes.
“Na verdade, estou um pouco nervoso com isso. A arte é tão subjetiva. O que eu acho excitante pode te entediar até às lágrimas, então ter meu trabalho em exposição vai ser interessante.”
Como estilo e influências, o pintor é um grande apreciador do impressionismo francês, especialmente pelo trabalho de Paul Cézanne.
As pinceladas dele são expressivas e com cores vibrantes.
Idade é número
Segundo o idoso, a idade nunca foi um obstáculo para perseguir os sonhos que tem.
Mesmo com 96 anos, o artista brinca: “a certidão de nascimento diz isso, mas eu não me sinto assim.”
Para ele, cada dia é uma nova oportunidade. E assim seguirá sendo.
“Você fica consciente da idade, das coisas que não posso mais fazer. Mas o sol está brilhando, Deus está no céu — tudo está bem no mundo”, finalizou.
Para o idoso, a exposição é um marco impressionante. – Foto: Fiona Parker Heydon é muito influenciado pelo impressionismo francês. – Foto: Anna McGuinness
No dia 28 de março de 2026, foi realizada a Cerimônia do Jaleco da turma XVII do curso de Nutrição da Universidade Federal do Acre. O evento simbolizou o início da trajetória acadêmica dos estudantes, marcando um momento de compromisso com a ética, a responsabilidade e o cuidado com a saúde.
A Ufac realizou a aula inaugural da turma especial do mestrado profissional em Ensino de Ciência e Matemática (MPCIM) no município de Epitaciolândia (AC), também atendendo moradores de Brasileia (AC) e Assis Brasil (AC). A oferta dessa turma e outras iniciativas de interiorização contam com apoio de emenda parlamentar da deputada federal Socorro Neri (PP-AC). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 27.
O evento reuniu professores, estudantes e representantes da comunidade local. O objetivo da ação é expandir e democratizar o acesso à pós-graduação no interior do Estado, contribuindo para o desenvolvimento regional e promovendo a formação de recursos humanos qualificados, além de fortalecer a universidade para além da capital.
A pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho, ressaltou que a oferta da turma nasceu de histórias, compromissos e valores ao longo do tempo. “Hoje não estamos apenas abrindo uma turma. Estamos abrindo caminhos, sonhos e futuros para o interior do Acre, porque quando o compromisso atravessa gerações, ele se transforma em legado. E o legado transforma vidas.”
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