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Após hit, turistas “descem” para Balneário Camboriú – 31/12/2024 – Cotidiano

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Maria Macedo

Morador de Blumenau (SC), o técnico em mecatrônica Felipe Schlichting, 22, “desceu” para Balneário Camboriú para as festas de Réveillon. A escolha do destino foi por causa da música hit do verão “Descer pra BC”.

A música dos paranaenses Brenno e Matheus, que cantaram no show da virada da Avenida Paulista, contagiou os turistas que decidiram passar a virada de ano no litoral catarinense.

“A música teve influência, pois achamos que a cidade estaria cheia. A ideia inicial era ir para Barra Velha [cidade da região], mas não estaria tão cheia. Viemos para ‘BC’ curtir o espetáculo. Queremos a muvuca”, brinca.

Balneário Camboriú, segunda menor cidade de Santa Catarina em tamanho territorial, foi a escolhida por cerca de 1 milhão de pessoas para passar a virada de ano, segundo estimativas da prefeitura.

Porém, apesar da música ter feito sucesso nas redes, muitos dos turistas já haviam se planejado anteriormente para a viagem de Réveillon.

Este foi o caso da empresária Claudilene Soares, 41, moradora de Fortaleza. Pela primeira vez, ela decidiu passar a virada de ano no município catarinense.

Claudilene está hospedada na casa da sobrinha em Itajaí, município vizinho. A motivação para conhecer a cidade foi devido ao Réveillon do ano passado, em que houve repercussão nacional por causa do maior show de drones da América Latina.

“Planejamos a viagem em setembro, devido ao Réveillon do ano anterior. Minha sobrinha mora em Itajaí, então decidimos passar o ano novo aqui [em Balneário Camboriú]”, relata.

O show pirotécnico deste ano deve durar 15 minutos e teve custo de R$ 4 milhões ao município. Ao todo, serão oito toneladas de fogos, divididas em oito balsas espalhadas pela praia Central, que desde 2021 está preparada para receber mais turistas após o alargamento da faixa de areia.

A visita a Balneário Camboriú não se restringiu aos brasileiros. A argentina Angela Oliva, 65, decidiu passar pela primeira vez o Ano-Novo no litoral catarinense.

“Nós estamos em Meia Praia [bairro de Itapema, cidade vizinha]. Nos chamou atenção os fogos de artifício do ano anterior. Muito bonito e organizado”, comenta.

O Paraná também está presente na virada. Essa é a sexta vez que a pedagoga Clenilda Fátima da Silva, 58, de Cambará, no norte do PR, escolhe Balneário Camboriú como destino. “Amo essa cidade. Ano passado estive aqui e foi lindo. Espero que esse ano supere”.

Juan de Moraes Vieira, 24, empresário do agronegócio, é morador de Campo Mourão (PR) e passa a virada em Balneário Camboriú pela oitava vez. “Passo sempre aqui. É gostoso. Tem gente do Brasil inteiro que só vemos em Balneário”.

Para ele, a música “Descer pra BC” influenciou turistas a conhecer a cidade. “Teve até pessoas que nunca vieram para cá e mandaram mensagem falando que viriam por causa da música”.

Apesar do espaço na praia, as ruas do município, geralmente corredores pequenos para apenas um ou dois carros, tendem a ficar fechadas entre a noite de 31 de dezembro e a manhã de 1º de janeiro.

Na virada do ano de 2023 para 2024, muitos motoristas não saíram da cidade até o dia seguinte, enfrentando horas de congestionamento dentro do pequeno município litorâneo.

Para evitar problemas relacionados ao trânsito, o gestor de TI Edward Carbonera, 30, morador de Lages (SC), decidiu ficar do dia 30 de dezembro até o dia 2 de janeiro na cidade.

“Não tivemos problemas com trânsito, pois, a partir do momento em que chegamos, o carro ficou parado. O que teve foi um pouco de fila em estabelecimentos, apenas”.

Para que a virada do ano de 2024 para 2025 seja diferente, a prefeitura implementou algumas estratégias voltadas ao trânsito, incluindo uma parceria com a plataforma Waze For Cities, fazendo com que os usuários tenham rotas alternativas.

A expectativa da prefeitura é expandir a quantidade de turistas na temporada de verão, até março, em mais de 15% em relação ao ano anterior.



Leia Mais: Folha

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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