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Após site Acre Notícias revelar investigações contra promotor e ex-prefeito, Deputado Calegário se manifesta
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Calegário: acabaram com minha idoneidade em Tarauacá, mas agora MPAC vai repor a verdade.
“Eu espero que os envolvidos sejam condenados a repararem os prejuízos que causaram não só ao município, mas à sociedade”, declarou.
O deputado estadual Fagner Calegário (PV), arrolado como testemunha na Ação Civil Pública do Ministério Público do Acre (MPAC) para investigar irregularidades em concurso público no município de Tarauacá, declarou que vê no processo a possibilidade de que a justiça seja feita. “Fui atacado. Acabaram com a minha idoneidade moral diante da sociedade por um exagero do promotor da cidade ter se valido do cargo para tentar beneficiar de alguma forma os agentes envolvidos.”, declarou.
A Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa tem como citados: o promotor de Justiça, Flávio Bussab Della Líbera; o ex-prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno; o ex-secretário municipal de Administração de Tarauacá, Dilvo da Silva Bareta; e o ex-assessor parlamentar, Marcos Vinicius da Silva Diniz.
Na qualidade de diretor da banca organizadora do concurso em Tarauacá, à época, Fagner Calegário explicou que fez a representação denunciando os agentes que tentaram fraudar o concurso. “Como pode ser observado na denúncia, eu figuro como testemunha. A denúncia foi considerada procedente. O promotor está suspenso de suas funções por 45 dias. É uma sanção administrativa e agora o MPAC está investigando e cobrando que penalidades sejam aplicadas aos culpados”, enfatizou.
No processo nº.0800016-11.2019.8.01.0014, protocolado em 11/02/2019, junto à Comarca de Tarauacá os promotores responsáveis pelas investigações, Fernando Régis Cembranel e Myrna Teixeira Mendoza, afirmam que “no período de 17 de fevereiro de 2016 a 14 de abril de 2016, na cidade de Tarauacá-AC, o Promotor de Justiça Flávio Líbera infringiu os princípios norteadores da Administração Pública, consubstanciados nos deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, aproveitando-se das facilidades inerentes ao seu cargo, praticou atos visando fim proibido em lei ou regulamento, concorrendo para frustração da licitude de concurso público, e omitindo-se, indevidamente, em realizar atos de ofício, inclusive para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, sobre fatos relacionados à realização de concurso público então deflagrado pelo Município de Tarauacá-AC.”
Da mesma forma, ainda de acordo com o processo, os demais requeridos, todos agentes públicos, teriam agido “com a conivência do promotor e igualmente incorreram na prática de atos de improbidade administrativa, para favorecer seus interesses pessoais no certame público em comento“.
O MPAC requer decretação de medida cautelar de indisponibilidade e bloqueio de bens de todos os réus e a condenação ao ressarcimento integral do dano estipulado em de R$ 3.642.377,00 (três milhões, seiscentos e quarenta e dois mil, trezentos e setenta e sete reais), além de perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida por cada réu, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.
Além de Calegário, são arroladas outras cincos testemunhas, entre as quais o ex-vereador de Tarauacá Mirabor Mâncio. “Agi como um cidadão de bem que defende a moral, os bons costumes e vivo brigando contra esse sistema nojento que visa o benefício pessoal e principalmente porque em nenhum momento usurpei o direito e sonho de todos os cidadãos que se dispuseram a realizar a prova desse concurso público. Eu espero que os envolvidos sejam condenados a repararem os prejuízos que causaram não só ao município, mas à sociedade como um todo e eu vou estar à disposição da justiça para ajudar naquilo que é correto.”, concluiu o deputado.
NOTA DA REDAÇÃO: Até o fechamento desta, os citados na reportagem não deram retorno às tentativas de contato feitas. Por Contilnet.
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PZ da Ufac promove curso sobre uso do tomógrafo em árvores — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
6 de novembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac promoveu o curso Tomografia de Impulso Ultrassônico Aplicada ao Diagnóstico Não Destrutivo de Árvores, ministrado pelo professor Moisés Lobão. A ação ocorreu na quarta-feira, 4, na sala ambiente e floresta do PZ, reunindo 16 participantes: servidores do parque, estudantes do programa de pós-graduação em Ciência Florestal e técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) e do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).
O curso teve como objetivo capacitar os participantes no uso do tomógrafo de impulso RINN-ABT06-P (sistema Arbotom). O equipamento avalia a saúde interna e a integridade do tronco e identifica apodrecimentos, ocos e outras anomalias sem cortar ou danificar a árvore.
A atividade consistiu em aula teórica e prática, com grupos que foram a campo para medir árvores do PZ, realizando inspeção visual, definição da altura de medição, instalação dos sensores, teste de sinal, coleta de dados, verificação da qualidade das medições e interpretação dos tomogramas para subsidiar laudos técnicos.
Os técnicos da Semeia e do Imac presentes na capacitação atuam no licenciamento e na fiscalização ambiental e analisam, entre outras demandas, pedidos de poda e supressão de árvores em vias, escolas e prédios públicos.
Funcionamento do tomógrafo
Sensores são fixados ao redor do tronco e, com um martelo de impacto, o operador bate em cada um deles. O aparelho registra o tempo que a onda leva para atravessar a madeira até os demais sensores. Em regiões comprometidas, a onda se propaga mais devagar. A partir desses dados, o software gera um tomograma, uma imagem colorida da seção transversal do tronco que mostra onde estão as áreas degradadas e qual é sua extensão.

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
5 de novembro de 2026O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.
“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”
Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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