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Arrest made in shooting at Alabama’s Tuskegee University that killed 1, injured 16 during homecoming week

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CNN
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Authorities have arrested a man in connection with a shooting that killed one person and injured more than a dozen others on the last day of homecoming week at Alabama’s Tuskegee University early Sunday morning, according to the university and state authorities.

The victim was 18-year-old La’Tavion Johnson, of Troy, Alabama, the Macon County coroner told CNN in a phone call Sunday. Johnson was not a student at the university, and the shooting occurred at an event that was not sanctioned by the school.

At least 16 people were injured as a result of the incident, with at least 12 of those injured by gunfire, the Alabama Law Enforcement Agency said in a post on X Sunday.

“Several others including Tuskegee University students were injured and are receiving treatment at East Alabama Medical Center in Opelika and Baptist South Hospital in Montgomery,” according to the university. Authorities did not say exactly how many others were wounded or provide information on their conditions.

Authorities have arrested Jaquez Myrick, 25, in connection with the shooting, according to a Sunday news release.

“Myrick was found leaving the scene of the shooting that occurred on the campus of Tuskegee University,” the Alabama Law Enforcement Agency said. “Myrick was arrested and charged federally with possession of a machine gun.”

It’s unclear where Myrick is being held or if he has an attorney at this time. CNN has reached out to the law enforcement agency for more information.

The shooting occurred at an event that was not approved in advance by the university and was not sanctioned by officials, university president and CEO Mark Brown said Monday.

“Nonetheless, it happened on campus, and we take full responsibility for allowing a thorough investigation and implementing corrective actions,” Brown said. “Students are our greatest asset, and we will do everything possible to protect them.”

There are no plans to change the school’s homecoming tradition in the future and protocols were in place to keep students and others safe during the weeklong festivities of the school’s centennial anniversary of the event, Brown said.

The campus will remain closed through Tuesday, but counseling is available to students. School officials are also allowing students who live near the shooting scene to relocate if they desire, Brown said.

Effective immediately, the university is no longer an open campus and an ID is required to enter, Brown said. The ID cards must be worn at all times while on campus, he added.

The university has hired a new campus security leader after the incident, though the name of that person was not announced Monday. The previous campus security chief was relieved of his duties, Brown said.

The shooting is among at least 454 mass shootings reported so far this year in the United States, according to the Gun Violence Archive, which, like CNN, defines a mass shooting as one that injures or kills four or more people, not including the shooter.

Large crowds were gathered at the university on Saturday night to celebrate Tuskegee’s 100th homecoming week. Social media video shows people ducking for cover at a parking lot as gunshots rang out.

The Alabama Bureau of Investigations is investigating, and the university will also conduct a full review.

Brown previously addressed the incident at the university’s Homecoming Convocation on Sunday morning.

“I now ask that you would join me in a brief moment of silence as we reflect on the lost soul and the parents, family members and friends that grieve, the concerns of all those parents who have children here, for the safety of their students and our students and faculty who may also grieve at this moment,” Brown said.

The incident follows a series of shootings at homecoming events last month.

A shooting at Albany State University after a homecoming game on October 19 left one dead and injured multiple others. It happened the same day three people were killed and eight others were injured when shots were fired at another homecoming event outside Lexington, Mississippi.

It also follows an October 12 shooting near Tennessee State University in Nashville that left one man dead and injured another nine people after the school’s homecoming celebration.

This story has been updated with additional information.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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