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as últimas novidades sobre Donald Trump, Kamala Harris, as pesquisas e as respostas às suas perguntas

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Olá Curieux e Jean-Luc procurando,

Essa é a pergunta que todos se fazem, sem realmente ter a resposta.

No papel, o apoio de figuras como Barack Obama – ou Bill e Hillary Clinton, Bruce Springsteen, Tyler Perry, Taylor Swift ou Beyoncé – pode ajudar a campanha de Kamala Harris, que precisa de uma coligação de votos para ter sucesso. Estas celebridades estão a ajudar a mobilizar os eleitores e a atrair grandes e pequenos doadores – Barack Obama está prestes a organizar um evento de angariação de fundos para Harris em Los Angeles. Eles fornecem cobertura da mídia para o evento do qual estão participando.

Cada um destes apoios pode ajudar a campanha do candidato a atingir grupos específicos de eleitores: Bill Clinton faz campanha em zonas rurais, Bruce Springsteen é popular entre os americanos brancos mais velhos, enquanto o ator Tyler Perry é popular entre as mulheres negras. Ontem ele fez um discurso sobre crescer em um ambiente carente.

Para Kamala Harris, o apoio de dois ex-presidentes traz credibilidade à sua campanha e pode ajudar a tranquilizar os eleitores sobre a sua capacidade de liderança.

No entanto, o âmbito deste apoio é difícil de medir. Em 2008, carisma Oprah Winfrey ajudou Barack Obama vencer… as primárias democratas contra Hillary Clinton, explicou a CBS NewsDavid Schultzprofessor de ciência política na Hamline University, em Minnesota. O O apoio de Taylor Swift a Kamala Harris teve impacto no recenseamento eleitoral.

Mas este apoio pode dar a impressão de uma campanha elitista, desligada da realidade, enquanto Donald Trump – ele próprio uma celebridade – liderou uma campanha anti-celebridades e anti-sistema, encorajando estrelas a falarem contra ele.

Alyssa Cass, estrategista da Blueprint, uma empresa democrata de pesquisa de opinião pública, resumiu em O nova-iorquino : ” Que (Taylor) O que Swift tem a oferecer é uma aura de frescor” ao candidato. Stephanie Burt, professora de Harvard, que ministra um curso chamado «Taylor Swift e seu mundo»temperamentos. Para ela, é difícil imaginar que o apoio da cantora ou de alguma celebridade possa mudar a opinião dos eleitores que já escolheram um candidato. “Mas ela pode lembrar os eleitores pouco engajados – especialmente os Swifties, que tendem a ser jovens, mulheres e brancos – de se registrarem e votarem, e a maioria desses eleitores provavelmente apoiará Kamala.”observa Stephanie Burt.

De acordo com o nova iorquinoo maior apoio que Harris recebeu vem da mensagem de Charli XCX quem tuitou « Kamala É pirralha ». Mais impactante que Kid Rock, que apoia Donald Trump.

Um maio, Projeto conduziu um estudo com 943 eleitores com idades entre 18 e 30 anos. Entre os jovens democratas, as cinco celebridades mais influentes são Zendaya, Beyoncé, Billie Eilish, Megan Thee Stallion e Dua Lipa. Entre os jovens republicanos, estão Kevin Hart, Taylor Swift, LeBron James, Kanye West e Lil Wayne. Entre os jovens independentes estão Eminem, MrBeast, Tom Holland, Harry Styles e Kendrick Lamar.



Leia Mais: Le Monde

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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