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Astrid Panosyan-Bouvet, Ministra do Trabalho, sugere uma contribuição de alguns reformados para o financiamento da protecção social

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A Ministra responsável pelo Trabalho e Emprego, Astrid Panosyan-Bouvet, no Eliseu, 15 de janeiro de 2025.

A ministra responsável pelo Trabalho e Emprego, Astrid Panosyan-Bouvet, levantou, terça-feira, 21 de janeiro, a possibilidade de uma contribuição de alguns reformados para o financiamento da proteção social, acreditando que esse esforço não deve ser da responsabilidade apenas das empresas e dos trabalhadores. .

Contribuição para o financiamento da proteção social “pode realmente se relacionar com as pessoas que trabalham”ela disse em TF1 onde foi questionada sobre a proposta do Senado de fazer com que todos os trabalhadores trabalhassem 7 horas a mais por ano sem remuneração para resgatar a Previdência Social. “Mas também pode afetar pessoas aposentadas que podem pagar”. “Acho que isso não deveria preocupar todos os aposentados (…)poderia ser 40% dos aposentados”ela acrescentou.

“Existem diferentes impostos e contribuições que poderiam ser considerados para os aposentados que podem pagar (…) dependendo do nível de pensão »especificou Panosyan-Bouvet. “Está em discussão, pode ser 2.000 euros, pode ser 2.500.”

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Distribuir o fardo por toda a população

Para o Ministro responsável pelo Trabalho e Emprego, “o financiamento da protecção social hoje recai demasiado sobre as empresas e os trabalhadores”. “Chega uma certa altura em que este fardo tem de ser melhor distribuído por toda a população, sobretudo para um risco que é o da dependência que atinge principalmente os idosos, aqueles que vão entrar numa situação de dependência e perda de autonomia»ela enfatizou.

Relativamente ao percurso de 7 horas de trabalho adicional por ano sem remuneração, “precisamos de consultar os parceiros sociais porque podem ser 10 minutos por semana (…). Existem diferentes aplicações dependendo dos ramos »especificou Astrid Panosyan-Bouvet, descartando a ideia de remover “de um dia periódico”.

Esse “forma de contribuição para o esforço nacional de financiamento do ramo da dependência e da autonomia” deve gerar “dois mil milhões de euros”ela acrescentou. “Se realmente adicionarmos uma contribuição dos reformados que a podem pagar, estaríamos a olhar talvez para 500, 800 milhões de euros a mais, dependendo do limite que for decidido. »

Vice-presidente do grupo EPR na Assembleia, principal grupo macronista, deputado Mathieu Lefèvre castigado “duas ideias anti-trabalho”. “Trabalhar sete horas a mais sem adicional, aposentados fiscais que trabalharam a vida toda, não e três vezes não! O trabalho deve pagar »ele reagiu.

O mundo com AFP

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Movimenta Ufac

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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre

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1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (2).png

O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.

Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.

A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.

As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (3).png

Organização

A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (4).png



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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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Ufac no 76º Congresso Nacional de Botânica-2026 (2)x.png

A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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