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Astrologia: Alinhamento dos planetas em 2025 – 18/01/2025 – Astrologia
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Nas primeiras semanas de 2025, o céu trará dois alinhamentos planetários significativos. O fenômeno, além de impressionante do ponto de vista visual, desperta o interesse de estudiosos e entusiastas da astrologia.
Este texto explora os aspectos científicos e astrológicos desses eventos de janeiro e fevereiro, com orientações sobre como observá-los e compreender seus possíveis impactos.
O QUE É UM ALINHAMENTO PLANETÁRIO?
Astronomia e astrologia têm enfoques distintos sobre os fenômenos celestes.
Enquanto a astronomia explica os movimentos dos corpos celestes com base em física e matemática, a astrologia interpreta esses movimentos como símbolos, associando-os a eventos terrestres e comportamentos humanos.
Os alinhamentos planetários previstos para janeiro e fevereiro de 2025 são um exemplo dessa dualidade de interpretações, despertando o interesse tanto de cientistas quanto de entusiastas da astrologia.
DO PONTO DE VISTA ASTRONÔMICO
Um alinhamento planetário, conhecido como “desfile de planetas”, ocorre quando vários planetas estão no mesmo lado do Sol. No entanto, os planetas não formam uma linha reta perfeita devido à inclinação de suas órbitas.
O fenômeno, amplamente visual, é resultado da perspectiva terrestre. A trajetória orbital dos planetas ao redor do Sol segue uma linha imaginária chamada “eclíptica”, o que cria a ilusão de alinhamento.
Portanto, o alinhamento planetário é mais um efeito óptico do que um evento astronômico significativo.
É UM FENÔMENO RARO?
Alinhamentos planetários são relativamente comuns, pois os planetas frequentemente se posicionam próximos em suas órbitas ao redor do Sol.
Entretanto, de acordo com a Nasa, ver quatro ou cinco planetas brilhantes ao mesmo tempo é menos frequente e não ocorre todos os anos.
O site StarWalk diz que a visualização de sete planetas simultaneamente, como previsto para 28 de fevereiro, é um evento extremamente raro, que só voltará a acontecer em 2492.
DO PONTO DE VISTA ASTROLÓGICO
Na astrologia, o termo “alinhamento” é usado para descrever as conjunções, um dos aspectos mais relevantes. Nesse caso, os planetas ficam muito próximos no céu, geralmente no mesmo signo, formando ângulos de 0 ou 360 graus.
De acordo com Alexey Dodsworth, astrólogo e professor do Personare, conjunções são neutras por natureza. O impacto depende dos planetas envolvidos, que determinam se haverá tensão ou harmonia.
Ele reforça que aspectos harmônicos não garantem resultados positivos, assim como os desarmônicos não necessariamente indicam problemas. O contexto é essencial para interpretar essas configurações.
ALINHAMENTO PLANETÁRIO DE JANEIRO DE 2025
Durante janeiro de 2025, Marte, Júpiter, Vênus, Saturno, Urano e Netuno estarão alinhados no céu. O ápice será em 21 de janeiro, mas o fenômeno poderá ser observado durante todo o mês, de acordo com a Nasa.
Astrologicamente, o fenômeno tem pouca relevância. Apenas Saturno, Vênus e Netuno estarão em Peixes, enquanto Marte, Júpiter e Urano estarão em outros signos. A astróloga Vanessa Tuleski destaca que “apenas três planetas em um mesmo signo não configuram um impacto significativo”.
Conforme a especialista, a principal orientação é acompanhar o que os aspectos entre os planetas significam. Você pode conferir essas previsões no Personare.
ALINHAMENTO PLANETÁRIO DE FEVEREIRO DE 2025
No dia 28 de fevereiro, sete planetas estarão alinhados no céu. Além de Marte, Júpiter, Vênus, Saturno, Urano e Netuno, Mercúrio se junta ao evento, tornando-o ainda mais impressionante.
Observação: Marte, Júpiter, Mercúrio, Vênus e Saturno poderão ser vistos a olho nu em condições ideais, enquanto Urano e Netuno exigem telescópios. O melhor horário é cerca de uma hora após o pôr do sol, de um local elevado e com baixa poluição luminosa.
Impacto astrológico: O alinhamento de fevereiro será mais significativo do que o de janeiro. Com cinco planetas em peixes, o fenômeno coincide com a Lua nova no mesmo signo.
O período é indicado para rituais e práticas de fortalecimento energético, especialmente para quem busca maior equilíbrio espiritual.
A RELEVÂNCIA DOS PLANETAS NA ASTROLOGIA E NA VIDA PESSOAL
Cada planeta desempenha um papel significativo na astrologia. O Sol, por exemplo, representa o ego, enquanto Mercúrio rege a comunicação. À medida que os planetas se movimentam, formam ângulos (aspectos) que podem indicar fluidez ou desafios.
Esses trânsitos interagem com o mapa astral individual, uma representação do céu no momento do nascimento. Com isso, os planetas em trânsito “dialogam” com os do mapa, criando possibilidades únicas para cada pessoa.
Acompanhar esses aspectos é essencial para entender seus impactos. Ferramentas como o horóscopo personalizado permitem visualizar os trânsitos em tempo real, oferecendo orientações para lidar melhor com os desafios e aproveitar as oportunidades.
Para acessar, siga o passo a passo:
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Acesse seu horóscopo Personare aqui
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Se você não tem cadastro, preencha os seus dados.
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Veja todos os trânsitos que estão acontecendo na sua vida neste momento.
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Ao clicar em cada um, você pode entender o que ele significa, o período de duração e quais as dicas para vivê-lo melhor.
APROVEITE E REFLITA
Os alinhamentos planetários de janeiro e fevereiro de 2025 oferecem uma oportunidade única para contemplar a grandiosidade do universo.
Use esses momentos para observar, refletir e, talvez, iniciar novos ciclos em sua vida.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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