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Ataque a empresa aeroespacial perto de Ancara, na Turquia: O que sabemos | Notícias sobre conflitos
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2 anos atrásem
Um dos principais impulsionadores da indústria de defesa da Turquia tornou-se alvo de uma ataque mortal na tarde de quarta-feira.
O ataque às Indústrias Aeroespaciais Turcas (TUSAS), geridas pelo Estado, matou pelo menos cinco pessoas e feriu 22. Aconteceu um dia depois de uma declaração sem precedentes de um líder nacionalista turco sobre a possibilidade de um processo de paz renovado com os países ilegais do país. Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
O grupo – considerado um grupo “terrorista” pela Turquia, pelos Estados Unidos e pela União Europeia – tem lutado uma rebelião de 40 anos contra o Estado turco. O momento do ataque de quarta-feira levou os observadores a acreditar que o PKK pode estar a enviar uma mensagem de que não está pronto para depor as armas.
Aqui está o que você deve saber sobre o incidente e quem pode estar envolvido.
O que aconteceu na Turquia e quando?
Perto das 16h (13h GMT) de quarta-feira, tiros e explosões foram relatados na sede da estatal TUSAS.
Imagens do local transmitidas pela mídia local mostraram inicialmente enormes nuvens de fumaça e um grande incêndio, enquanto os serviços de emergência corriam para o local.
O ministro do Interior da Turquia, Ali Yerlikaya, confirmou o ataque em uma postagem no X. “Um ataque terrorista foi realizado contra as instalações da Indústria Aeroespacial Turca em Ankara Kahramankazan”, escreveu ele.
Imagens de segurança mostram três pessoas em um táxi amarelo chegando a uma das entradas do complexo. Um dos agressores se infiltra no prédio enquanto dispara. Sinem Koseoglu, da Al Jazeera, reportando de Ancara, disse que uma explosão ocorreu próximo a uma cabine de segurança e pode ter ferido o pessoal de segurança.
Testemunhas disseram que os agressores estavam familiarizados com a disposição do edifício e que as explosões podem ter ocorrido em saídas diferentes, quando os funcionários saíam do trabalho. Acrescentaram que as autoridades levaram os funcionários para dentro do edifício para abrigos e ninguém foi autorizado a sair durante algumas horas.
“Muitos dos especialistas sugerem agora que este foi um ataque terrorista estrategicamente planeado”, disse Koseoglu. Alguns relatos da mídia afirmaram que foi um ataque suicida.
Onde isso aconteceu?
O ataque ocorreu na sede da TUSAS em Kahramankazan.
Kahramankazan, uma área ao norte da capital da Turquia, Ancara.
Quem estava por trás disso?
Imagens de câmeras de segurança do incidente, veiculadas na televisão, mostraram um homem à paisana carregando uma mochila e um rifle de assalto, além de uma mulher que também carregava um rifle de assalto. Yerlikaya, o ministro do Interior turco, confirmou que um dos agressores era uma mulher.
Falando aos repórteres na noite de quarta-feira, o ministro da Defesa Nacional turco, Yasar Guler, alegou que o PKK havia realizado o ataque. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade até agora.
A Frente do Partido Revolucionário de Libertação Popular da Turquia (DHKP-C), de extrema esquerda, também está no radar, de acordo com Koseoglu.
Um processo de paz entre a Turquia e o PKK fracassou em 2015, e o grupo e os seus afiliados realizaram uma série de ataques nos anos que se seguiram, enquanto as forças militares e de segurança turcas conduziam operações contra o PKK no sudeste da Turquia, bem como no Iraque e na Síria.
O número de ataques nas principais cidades turcas caiu drasticamente desde 2017.
E numa declaração sem precedentes na terça-feira, o líder do Partido do Movimento Nacionalista e aliado do presidente Recep Tayyip Erdogan, Devlet Bahceli, sugeriu que o líder do PKK, Abdullah Ocalan – preso desde 1999 – poderia ser autorizado a falar no parlamento se ele suspendesse a rebelião e dissolve a sua organização – um sinal de uma possível ressurreição do processo de paz.
Mas o ataque de quarta-feira pode ser uma mensagem de que o PKK está relutante em depor as armas e normalizar os laços com o governo, segundo especialistas.
“Esta é mais uma mensagem de que a indústria de defesa turca pode ser visada e prejudicada”, disse Omer Ozkizilcik, membro não residente dos Programas para o Médio Oriente do Atlantic Council. “Os drones turcos são uma grande mudança no esforço antiterrorista turco. Portanto, direcioná-lo tem um enorme significado simbólico.”
O que sabemos sobre as vítimas?
- Pelo menos cinco pessoas morreram e pelo menos 22 ficaram feridas.
- Os mortos foram identificados como Cengiz Coskun, oficial de controle de qualidade da empresa, o engenheiro mecânico Zahide Guclu, o funcionário da TUSAS Hasan Huseyin Canbaz, o segurança Atakan Sahin Erdogan e o motorista de táxi Murat Arslan.
- Guclu estava a caminho da entrada do complexo para receber flores enviadas pelo marido quando ocorreu o ataque.
- Arslan foi morto pelos agressores depois que eles entraram em seu veículo em um posto de táxi. Eles então esconderam o corpo no porta-malas do táxi.
A área agora é segura?
Yerlikaya disse que “dois terroristas foram neutralizados” em uma postagem no X na quarta-feira.
Forças especiais foram enviadas para a área enquanto drones vasculhavam as instalações.
Quais são as últimas novidades no terreno?
Nas horas seguintes ao ataque, pessoas fizeram fila do lado de fora do local para obter mais informações sobre parentes que trabalhavam lá dentro. Cerca de 7.500 funcionários estavam no local durante o ataque, segundo Koseoglu.
Todas as unidades de segurança do país estão em alerta e o Ministério Público da Turquia lançou uma investigação judicial sobre o ataque.
O que sabemos sobre TUSAS?
Fundada em 1973, a TUSAS desenvolveu o primeiro caça a jato indígena do país, o Kaan, bem como uma série de drones, satélites e helicópteros para fins civis e militares.
Além disso, os serviços secretos e militares turcos têm conduzido operações transfronteiriças visando membros do PKK em norte da Síria e Iraque com drones produzidos pela TUSAS, de acordo com Koseoglu da Al Jazeera.
A empresa é propriedade conjunta da Fundação das Forças Armadas Turcas e do governo e emprega cerca de 15.000 pessoas.
Uma exposição internacional da indústria de defesa, aviação e espaço também estava acontecendo em Istambul, que contou com a presença esta semana do principal diplomata da Ucrânia e de oficiais militares turcos. Poucas horas antes do ataque, Yerlikaya publicou imagens da sua visita à feira.
Qual tem sido a reação?
Erdogan, que atualmente participa na conferência do BRICS na cidade russa de Kazan, classificou o incidente como um “hediondo ataque terrorista”.
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, condenou o ataque e disse que conversou com Erodgan enquanto prometia que a aliança militar ficaria ao lado do seu aliado, a Turquia. A delegação da União Europeia na Turquia também condenou o ataque, enquanto o presidente russo, Vladimir Putin, expressou as suas condolências.
E o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, John Kirby, condenou “fortemente” o ataque, acrescentando que “as nossas orações estão com todas as pessoas afetadas e suas famílias e, claro, também com o povo da Turquia neste momento tão difícil”.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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