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Ataques israelenses em Gaza matam pelo menos 28 – DW – 22/12/2024

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Israel ataca durante a noite e na madrugada de domingo em Gaza matou pelo menos 28 pessoas, incluindo 13 na casa de uma família e oito numa antiga escola, informou a agência de notícias palestiniana WAFA.

Os últimos ataques ocorrem num momento em que mediadores internacionais tentam garantir um cessar-fogo há muito aguardado no guerra entre Israel e Hamasque o grupo militante diz estar “mais próximo do que nunca”.

O que aconteceu durante os últimos ataques de Israel?

Pelo menos oito pessoas, incluindo três crianças, morreram quando aviões de combate israelitas atacaram um edifício escolar no bairro al-Daraj, na cidade de Gaza, onde pessoas deslocadas estavam abrigadas, informou a WAFA.

Os militares israelenses disseram que o prédio estava sendo usado pelo Irã-apoiado Hamas como centro de comando e controle para planejar e executar ataques contra as forças israelenses. O Hamas é classificado como organização terrorista por Israel, Alemanha, Estados Unidos e vários outros países.

A WAFA também relatou um ataque aéreo a um veículo na Cidade de Gaza que matou quatro palestinos.

Um ataque a uma casa na cidade central de Deir al-Balah na noite de sábado matou pelo menos 13 pessoas, incluindo três mulheres e duas crianças, segundo a agência de defesa civil de Gaza.

Um fotógrafo da agência de notícias AFP viu moradores procurando sobreviventes nos escombros, enquanto corpos cobertos por cobertores eram colocados no chão de um complexo próximo.

Na cidade de Khan Younis, no sul, um homem e uma mulher foram mortos em um ataque pouco depois da meia-noite de domingo, de acordo com o vizinho Hospital Nasser.

Outras seis pessoas foram mortas em ataques no centro e no sul de Gaza, segundo os relatórios.

Gaza: última unidade de cuidados intensivos incendeia-se

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Israel mantém pressão sobre o Hamas

Israel continua a realizar ataques diários em Gaza durante mais de 14 meses de guerra com o Hamas. As Forças de Defesa de Israel insistem que os militares tenham como alvo apenas os militantes, que dizem esconder-se entre os civis, mas os bombardeamentos matam frequentemente mulheres e crianças.

Israel tem enfrentado acusações de grupos de direitos humanos de “atos de genocídio” em Gaza, o que o governo nega veementemente.

De acordo com palestino Segundo fontes, mais de 45.200 pessoas foram mortas em Gaza desde os ataques de 7 de outubro de 2023 liderados pelo Hamas em Israel, que ceifaram quase 1.200 vidas e cerca de 250 pessoas foram sequestradas.

A ofensiva de Israel em Gaza causou destruição generalizada e deslocou cerca de 90% dos 2,3 milhões de habitantes do território.

Uma criança palestina ferida é levada ao Hospital Batista al-Ahli após o ataque israelense a uma escola onde palestinos deslocados se abrigaram, no bairro de al-Daraj, na cidade de Gaza, Gaza, em 22 de dezembro de 2024
Hospitais em Gaza estão lutando para tratar os feridos devido aos danos da guerra e à falta de suprimentosImagem: Abdalrahman TA Abusalama/Anadolu/aliança de imagens

Acordo de cessar-fogo está “mais próximo do que nunca”

Israel e o Hamas aproximaram-se recentemente de uma acordo de cessar-fogo para acabar com o derramamento de sangue.

Conversações indiretas entre Israel e o Hamas, mediadas pelo Catar, Egito e Estados Unidos, foram realizadas na semana passada em Doha.

O Hamas e dois outros grupos armados palestinos afirmaram, num raro comunicado conjunto no sábado, que um acordo estava “mais próximo do que nunca”.

O acordo provavelmente incluiria a libertação de reféns israelenses capturados pelo Hamas e de palestinos detidos por Israel.

Na quarta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse estar “esperançoso” por uma negóciomas não seria aproveitado quando se materializasse.

mm/sms (AFP, AP, dpa, Reuters)



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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