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Até quando posso apostar na Mega da Virada? Confira dicas e tudo sobre o sorteio
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A Mega da Virada é o sorteio mais aguardado pelos brasileiros ao longo do ano e, em 2024, o concurso irá oferecer o maior valor da história.
No dia 31 de dezembro, às 20h (horário de Brasília), a Caixa Econômica Federal irá sortear o prêmio recorde estimado em R$ 600 milhões. As apostas podem ser realizadas até as 18h do mesmo dia do sorteio.
O dinheiro total do prêmio deste ano equivale à hospedagem por mais de dois anos no hotel mais caro do mundo ou à compra de 1.430 carros superesportivos de R$ 420 mil, segundo a Caixa.
A CNN preparou um guia com as principais dúvidas sobre o sorteio especial de final de ano para ninguém perder a oportunidade de concorrer ao prêmio.
Onde conferir o resultado?
O resultado do sorteio pode ser acompanhado através da transmissão ao vivo pelo canal do YouTube ou perfil do Facebook da Caixa.
O apostador também pode conferir as dezenas sorteadas pelo site Loterias Caixa. Além disso, o site permite que após o resultado o valor final do prêmio e o rateio final entre os apostadores sejam conferidos.
O sorteio da Mega da Virada, de número 2810, está previsto para ser realizado às 20h do dia 31 de dezembro, em São Paulo.
Como apostar?
Para apostar na Mega da Virada, é necessário ir até uma casa lotérica ou realizar a compra pelo site e aplicativo da Loterias Caixa. Na compra online, há um valor mínimo de R$ 20 para a compra, o equivalente a 4 apostas simples.
Para os clientes da Caixa, também é possível realizar a aposta no sorteio pelo Internet Banking, a plataforma digital do banco.
O apostador pode escolher de seis a 20 números no volante, composto por 60 no total. O valor da aposta simples, com 6 números, é de R$ 5.
As regras para jogar na Mega da Virada são as mesmas dos concursos regulares da Mega-Sena. A diferença é que o sorteio do último dia do ano não acumula.
Ao todo, é possível apostar de 3 formas diferentes no sorteio:
- Apostas simples: Basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis no volante. O valor muda conforme a quantidade de número escolhidos;
- Surpresinha: O sistema das Loterias escolhe de forma aleatória os números para o jogador;
- Bolão: Apostas realizadas em grupo também é uma possibilidade, disponível para indicar em cada volante.
Como funcionam os bolões?
Os bolões são uma possibilidade para quem não quiser gastar tanto com as apostas na Mega da Virada. A modalidade é muito comum dentro das empresas, entre a família ou grupos de amigos.
A Caixa oferece nas casas lotéricas o “bolão Caixa”. Na modalidade, o grupo pode comprar um conjunto de cotas e dividir entre os participantes.
Desde maio de 2024, a Caixa Econômica também permitiu a compra de apostas do bolão através do site e aplicativo com uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.
A aposta gera um recibo de cota para cada participante e ele pode resgatar a sua parte do prêmio individualmente.
Os bolões têm valor mínimo de R$ 15 e cada cota deve ser de pelo menos R$ 6, sendo possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.
É permitida a realização de no máximo 10 apostas por Bolão.
O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.
O valor mínimo de compra de cota é de R$ 20,00.
Como resgatar o prêmio e até quando devo receber?
A pessoa premiada na Mega da Virada, deve comparecer imediatamente a alguma agência da Caixa Econômica Federal ou casa lotérica credenciada.
Caso o valor do prêmio bruto for superior a R$ 2.259,20, o pagamento pode ser realizado somente nas agências da Caixa. É obrigatório apresentar o comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiado.
Valores iguais ou superiores a R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir da apresentação na Agência da CAIXA.
O prazo para retirada do prêmio é de 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
Como assegurar o prêmio?
A resposta é simples. Use uma caneta e siga as instruções descritas no verso do próprio recibo do sorteio:
“Este recibo é um título ao portador. Para torná-lo pessoal e intransferível preencha nome, CPF, endereço e assinatura abaixo ou em qualquer área em branco”.
Qual a probabilidade de ganhar?
A Mega da Virada nunca teve um único vencedor, desde a sua criação em 2008.
A probabilidade de uma pessoa, sozinha e com uma aposta simples, conquistar o prêmio é de 1 em 50 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.
Quanto mais números apostados, maiores as chances de ganhar o prêmio de R$ 600 milhões. Com 20 jogos, por exemplo, a chance vai de um para cerca de 1.200.
Como a Mega da Virada não acumula, caso ninguém acerte as seis dezenas, o valor do prêmio será dividido entre os ganhadores das cinco dezenas e assim por diante.
De onde vêm o valor do prêmio?
O valor total do prêmio da Mega da Virada é composto, em maior parte, pela arrecadação com as vendas do próprio sorteio. Já o restante é formado pelos valores acumulados em outros concursos da Caixa.
O valor estipulado do prêmio é composto pela arrecadação, sendo que:
- 62% são para a primeira faixa — seis acertos (sena);
- 19% são para a segunda faixa — cinco acertos (quina);
- 19% são para a terceira faixa — quatro acertos (quadra).
Já o prêmio principal da primeira faixa (6 acertos) é composto por:
- 62% do percentual bruto destinado a prêmios, da arrecadação do concurso Mega da Virada;
- O total acumulado para o último concurso de final zero ou cinco do ano civil;
- O total acumulado para o concurso de final zero ou cinco;
- O total acumulado na primeira faixa (sena) do concurso anterior, quando houver.
Quanto maior a quantidade de apostas realizadas, maior a arrecadação e, portanto, aumenta a chance do valor do prêmio lotérico ser elevado.
Em 2023, por exemplo, o valor estimado para o prêmio era de R$ 570 milhões. Com a arrecadação das vendas, a quantia subiu para R$ 588 milhões. Em anos anteriores, os valores premiados também foram superiores ao previsto.
O prêmio da Mega da Virada não acumula, portanto, caso ninguém acerte a sena, o prêmio será distribuído entre os acertadores de uma quina, e assim segue conforme regra da modalidade.
Curiosidades sobre a Mega da Virada
Entre cidades sortudas e pessoas com um azar fora do normal, o que não falta são casos curiosos e coincidências na Mega da Virada.
Em 2020, o prêmio da Mega da Virada de mais de R$ 162,6 milhões foi esquecido.
Já no concurso de 2022, um menino de 10 anos preencheu o bilhete que tinha ganhado do tio com as seis dezenas certas que acabaram sendo sorteadas. Porém, a mãe do garoto não registrou a aposta a tempo.
Além destes casos, o que continua a chamar atenção é que nunca uma pessoa ganhou sozinha a Mega da Virada.
Desde 2009, a Caixa Econômica Federal já distribuiu aos vencedores o montante total de R$ 4,4 bilhões.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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