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Atleta corre com colete à prova de bala em protesto contra racismo no RJ
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Em protesto contra o racismo no esporte, o corredor preto Weslley Caitano, de 29 anos, vestiu o símbolo da campanha. O atleta corre a 7ª edição da Corrida do Túnel (Charitas-Cafubá), em Niterói, RJ, com um colete cenográfico à prova de bala.
Foi a forma encontrada pela organização não governamental Alma Preta para alertar contra a discriminação dos atletas pretos. Atleta com dez anos de carreira foi criado na comunidade do Fallet, no Rio.
“Hoje participo desse projeto em que tento, da minha maneira, e com meu depoimento e história de vida, colaborar, pelo menos um pouco, para mudar tudo isso de ruim que acontece em nossa sociedade”, ressaltou.
Recurso visual de alerta
O colete usado por Weslley foi apenas um símbolo para causar impacto e mostrar a vulnerabilidade que as pessoas negras sentem e chamar a atenção para o racismo que enfrentam.
O projeto batizado de “Corredor em Perigo” busca mobilizar a sociedade para se engajar nessa causa e buscar medidas efetivas que permitam a qualquer pessoa negra praticar esportes sem se preocupar com o preconceito e ameaças à sua segurança.
“É urgente pensarmos em ações de comunicação impactantes, que causem um incômodo nas pessoas e façam uma transformação transversal na luta antirracista”, comenta Elaine Silva, sócia-diretora da Alma Preta.
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Atletas pretos
De acordo com a ONG Alma Preta, uma pesquisa da Brand Inclusion Index 2024 mostra que 61% dos pretos e pardos sofreram discriminação racial no mundo.
A ONG Alma Preta vai fazer uma série de ações ao longo do ano para manter o tema em debate e mostrar a necessidade de combate ao racismo.
A Alma Preta e os responsáveis pela realização dessa ação afirmaram que o colete usado é uma peça meramente cenográfica, utilizada como recurso visual para causar estranheza e chamar a atenção.
Pesquisa, divulgada pela ONG Alma Preta, revela que 61% dos atletas pretos sofreram discriminação racial. Vini Jr e Rayan, jogadores de futebol, estão entre eles. Foto: @vinijr/@rayan
Weslley Martins, atleta preto, correu com o colete à prova de balas como protesto:
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