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Ben Stokes com novo susto de lesão enquanto a Inglaterra luta no terceiro teste contra a Nova Zelândia | Nova Zelândia x Inglaterra 2024

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Ali Martin at Seddon Park

Num dia em Hamilton que já era um presságio devido aos céus cor de chumbo, os problemas da Inglaterra aprofundaram-se muito para além da sua posição sombria nos tocos. Ben Stokesaparentemente rejuvenescido nesta turnê pela Nova Zelândia, saiu segurando o tendão esquerdo e enquanto os anfitriões acumulavam uma montanha de corridas, surgiram dúvidas sobre sua viabilidade como um jogador versátil.

Stokes estourou para ficar em forma depois de romper o mesmo tendão durante o Hundred no verão; uma lesão grave o suficiente para perder toda a série de três jogos contra o Sri Lanka e depois retornar tardiamente e moderadamente ao Paquistão. Mas de volta ao seu país natal, onde uma vitória restauradora na série foi garantida com um para jogar, o jogador de 33 anos tem atuado como um quarto costureiro de pleno direito e sorrindo amplamente com isso.

Na verdade, na véspera deste terceiro teste, Stokes disse que estava “bom como ouro” no que diz respeito aos rigores do desempenho do duplo papel. E como para reforçar seu argumento, ele acertou 23 saldos em apenas três longos períodos no primeiro dia; sua carga de trabalho mais pesada em um único dia de teste de críquete e aquele em que a velocidade aumentou e os seguranças eram abundantes.

Mas enquanto Kane Williamson marchava para um 156 de 204 bolas que agravou o lamentável colapso da Inglaterra para 143 no total 24 horas antes, Stokes acertou apenas duas bolas em seu terceiro saldo do dia. Golpeado por um quatro consecutivos por Rachin Ravindra (44) e fazendo uma careta em sua sequência, Stokes instintivamente estendeu a mão para a parte superior da perna esquerda. Ele saiu mancando do campo com um olhar irritado de “lá vamos nós de novo” e não reapareceu depois disso.

Na sua ausência, a Nova Zelândia transformou uma vantagem já dominante durante a noite de 340 em 657 com um impulso bastante implacável para 453 no total. Além de servir como uma espécie de retribuição pelo improvável 583 que a Inglaterra colocou em Wellington, deixou aos visitantes seis saldos para sobreviverem à nova bola. O que se seguiu, num terceiro dia que se estendeu até às 19h30, hora local, devido à chuva matinal, foi quase um uivo.

Primeiro foi Ben Duckett, lançou a quarta bola tentando atacar e hackear Tim Southee descontroladamente. Depois veio uma ocorrência um pouco mais previsível que deixou a Inglaterra com 18 a dois no final. Zak Crawley caiu para Matt Henry pela sexta vez na série e achou que era difícil – um lbw que parecia estar pastando no coto da perna – o olhar para o árbitro Adrian Holdstock enquanto ele se afastava, além de algumas palavras, traiu uma mente esgotada .

O contraste com as entradas perspicazes de Williamson dificilmente poderia ter sido maior, com o mestre retomando em 50, acertando pacientemente 20 quatros e lançando um seis direto de Jacob Bethell para selar seu 33º século de Teste. Além de um lbw revisado em 73 que seguiu seu caminho na chamada do árbitro, além de uma chance de mergulho na perna em 87 que Ollie Pope não conseguiu fazer, este foi um especial de Williamson tipicamente sem atrito.

Mesmo depois de Williamson ter conseguido fazer 327 para cinco – a vantagem já era de monstruosos 531 nesta fase – a Nova Zelândia seguiu em frente. Bethell reivindicou seu primeiro postigo de teste em meio a números de três para 72, mas todas as demissões durante a surra foram essencialmente compradas. Daryl Mitchell marcou 60, Tom Blundell invencível 44, enquanto Mitch Santner continuou seu bom retorno ao lado ao acertar cinco seis nos bancos de grama.

O jogo assumiu o ar de um depoimento aqui, com a única questão sendo se Southee, com 98 seis na carreira antes de suas entradas finais no Teste, poderia conseguir uma chance de três dígitos. Não era para ser assim, Southee avançando para sua última ovação, mas escolhendo Crawley nas profundezas. Mesmo assim, um presente de despedida veio de Duckett; um dos dois postigos que, junto com Stokes saindo para uma varredura naquela noite, representaram um dia sombrio para a Inglaterra.

Sendo esta a última saída de um excelente ano de 2024, e com um intervalo de cinco meses antes da visita ao Zimbabué para um Test Lord’s único em maio, a lesão de Stokes pode, em certo nível, ser vista como trivial. Ele pode muito bem ter que abrir mão do acordo de £ 800.000 para jogar no SA20 em janeiro – os jogadores tendem a ter seguro hoje em dia – e em meio a muita ofuscação sobre o assunto, não está claro se o Troféu dos Campeões em fevereiro era o plano ou não .

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Mas há claramente maiores preocupações a longo prazo, com o problema dos isquiotibiais que se desenvolveu desde a cirurgia ao joelho, há 12 meses. A capacidade de Stokes de jogar como um jogador versátil é fundamental para equilibrar o time, com a Índia visitando cinco séries de testes no verão e – e prepare-se para revirar os olhos aqui – todo o projeto em direção ao Ashes do próximo inverno.

Outro ponto de interrogação crescente sobre esse lançamento lunar é se Shoaib Bashir estará pronto a tempo. O jovem off-spinner de Somerset conquistou 49 postigos em seu primeiro ano de teste de críquete, com apenas Gus Atkinson (52) e Jasprit Bumrah (59) à frente dele. Mas embora abençoado em termos de atributos, ele permanece incrivelmente cru e este inverno, mesmo com dois turners em Multan e Rawalpindi, tem sido de controle passageiro.

A situação desesperadora do jogo precisa ser levada em consideração em números de dois para 170 de 36 saldos. Mas da mesma forma, com os costureiros poupados de muitos açoites, esta foi uma chance de travar em uma ranhura de uma das extremidades com a bola Kookaburra. Em vez disso, houve pelo menos uma bola lançada em cada jogada, com a donzela solitária de Bashir sendo expulsa no segundo dia. A Inglaterra precisará de mais, principalmente com o futuro do jogador Stokes, tão incerto.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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