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Biden exalta Kamala, fala em transição pacífica e pede fim da polarização

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Biden garante transição pacífica e pede fim da polarização em 1º discurso após vitória de Trump:

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez seu primeiro discurso após a vitória de Donald Trump nas eleições. Biden falou diretamente da Casa Branca nesta quinta-feira, 7, às 11h do horário local (13h no horário de Brasília). O rápido discurso teve cerca de sete minutos de duração.

Na presença da família, o presidente reforçou que a transição de governo deve acontecer de forma pacífica, como havia sido reiterado por Kamala Harris, adversária de Trump e vice-presidente dos EUA. Ela discursou na quarta-feira, 6, na universidade de Howard, em Washington D.C., onde se formou.

Biden falou que a decisão da maioria deve ser respeitada, e elogiou Kamala Harris pela campanha eleitoral, pedindo o fim da polarização.





Donald Trump supera Kamala Harris e é eleito o 47º presidente dos Estados Unidos:

“Ontem, falei com o presidente eleito Trump para parabenizá-lo por sua vitória e garanti a ele que minha administração inteira vai trabalhar com sua equipe para assegurar uma transição pacífica e ordeira. É isso que o povo americano merece. Também falei com a vice-presidente Harris, que tem sido uma parceira e uma servidora pública dedicada. Ela liderou uma campanha inspiradora”, elogiou o presidente.




O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, após discurso sobre o resultado das eleições de 2024, em que Donald Trump foi eleito. O discurso aconteceu no jardim da Casa Branca, nesta quinta-feira, 7 de novembro de 2024.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, após discurso sobre o resultado das eleições de 2024, em que Donald Trump foi eleito. O discurso aconteceu no jardim da Casa Branca, nesta quinta-feira, 7 de novembro de 2024.

Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Pelo fim da polarização, Biden disse: “Para alguns, este é um momento de vitória; para outros, um momento de perda. Campanhas são disputas de visões opostas, e o país escolhe uma delas. Aceitamos a escolha que o país fez. Já disse muitas vezes: você não pode amar seu país apenas quando vence, e não pode amar seu próximo apenas quando concorda com ele.”

Ele pediu que a população não ponha mais em dúvida o sistema eleitoral dos Estados Unidos, e cobrou respeito aos voluntários e funcionários que trabalharam nas eleições.

“Os retrocessos são inevitáveis, mas desistir é imperdoável. Ficaremos bem, mas precisamos continuar engajados e manter a fé”, disse.

No discurso, Biden também aproveitou para destacar o legado do seu governo: “Não se esqueçam de tudo o que realizamos; foi uma presidência histórica, não por minha causa, mas pelo que fizemos juntos por todos os americanos”, afirmou o presidente americano “Estamos deixando para trás a economia mais forte do mundo, e, embora as pessoas ainda estejam sofrendo, as coisas estão mudando rapidamente. Juntos, mudamos a América para melhor. Temos mais 74 dias para concluir este mandato, e estamos comprometidos a fazer cada dia valer”, completou. 

Biden falou com Trump em uma ligação na última quarta-feira, 6, parabenizando pela eleição e fazendo um convite para que o magnata fosse à Casa Branca para discutir a transição de governo. Trump aceitou o convite.

Vale lembrar que há 4 anos, quando Biden assumiu a Casa Branca, Trump não o recebeu para o processo de transição do governo, quebrando uma tradição norte-americana.  

Leia na íntegra o discurso de Joe Biden a seguir.

“Por mais de 200 anos, a América tem levado adiante o maior experimento de autogoverno da história mundial. E isso não é exagero; é um fato. O povo vota e escolhe seus próprios líderes pacificamente, e vivemos em uma democracia onde a vontade do povo prevalece.

Ontem, falei com o presidente eleito Trump para parabenizá-lo por sua vitória e garanti a ele que minha administração inteira vai trabalhar com sua equipe para assegurar uma transição pacífica e ordeira. É isso que o povo americano merece. Também falei com a vice-presidente Harris, que tem sido uma parceira e uma servidora pública dedicada. Ela liderou uma campanha inspiradora, e todos puderam ver algo que aprendi há muito tempo: a profundidade de seu caráter. Ela tem uma força inabalável e um verdadeiro caráter. Ela deu tudo de si, e ela e sua equipe devem se orgulhar da campanha que fizeram.

A luta pela alma da América tem sido constante desde a nossa fundação e continua vital até hoje. Para alguns, este é um momento de vitória; para outros, um momento de perda. Campanhas são disputas de visões opostas, e o país escolhe uma delas. Aceitamos a escolha que o país fez. Já disse muitas vezes: você não pode amar seu país apenas quando vence, e não pode amar seu próximo apenas quando concorda com ele. Espero que possamos nos ver não como adversários, mas como americanos e trabalhar para acalmar os ânimos.

Também espero que possamos encerrar as dúvidas sobre a integridade do sistema eleitoral americano. Ele é honesto, justo, transparente e pode ser confiado, ganhando ou perdendo. Espero que possamos restaurar o respeito por nossos trabalhadores eleitorais, que se dedicaram e assumiram riscos. Muitos deles são voluntários, fazendo isso por amor ao seu país, e merecem nosso agradecimento por estarem nos locais de votação, contando votos e protegendo a integridade da eleição.

Como cidadãos, cumprirei meu dever como presidente. Vou honrar meu juramento e a Constituição. No dia 20 de janeiro, teremos uma transferência pacífica de poder aqui na América. A todos os nossos incríveis funcionários, apoiadores, membros do gabinete e todos os que estiveram comigo nesses últimos quatro anos: muito obrigado. Vocês colocaram muito de si nos últimos quatro anos. Sei que é um momento difícil, e eu escuto vocês e vejo vocês. Não se esqueçam de tudo o que realizamos; foi uma presidência histórica, não por minha causa, mas pelo que fizemos juntos por todos os americanos.

Grande parte do nosso trabalho já está sendo sentido pelo povo americano, e o resto será sentido na próxima década. Aprovamos leis que estão apenas começando a fazer efeito, com mais de um trilhão de dólares em obras de infraestrutura que vão mudar vidas em comunidades rurais e em dificuldades. Leva tempo para ver os efeitos completos, mas construímos uma base sólida para o futuro.

Estamos deixando para trás a economia mais forte do mundo, e, embora as pessoas ainda estejam sofrendo, as coisas estão mudando rapidamente. Juntos, mudamos a América para melhor. Temos mais 74 dias para concluir este mandato, e estamos comprometidos a fazer cada dia valer. Essa é nossa responsabilidade com o povo americano.

Retrocessos são inevitáveis, mas desistir é imperdoável. Todos nós caímos, mas a medida do nosso caráter é o quão rápido nos levantamos. A derrota não significa que estamos derrotados. Podemos ter perdido essa batalha, mas a América dos nossos sonhos ainda nos chama a nos levantar. Essa tem sido a história da América por mais de 240 anos, e é uma história para todos nós.

O experimento americano continua. Vamos ficar bem, mas precisamos continuar engajados, seguir em frente e, acima de tudo, manter a fé. Estou muito orgulhoso de ter trabalhado com todos vocês. Que Deus abençoe a todos vocês, que Deus abençoe a América e que Deus proteja nossas tropas. Obrigado. Obrigado. Obrigado.”


Design de Cláudia Guimarães

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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