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BRASIL

Brasileiros já pagaram R$ 1,1 trilhão em impostos este ano

G1, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os brasileiros já pagaram R$ 1,1 trilhão em impostos desde o início de 2019. O valor foi atingido na manhã deste domingo (9), segundo cálculo do Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O valor corresponde ao total pago para a União, estados e municípios na forma de impostos, taxas, multas e contribuições. Veja o especial “Quanto pagamos de impostos”.

“O Brasil tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo, equivalente ou até superior à carga de nações desenvolvidas. Embora tenha uma tributação de primeiro mundo, o Brasil não faz com que esse dinheiro retorne à população por meio de serviços essenciais e políticas públicas de qualidade”, comenta Marcel Solimeo, economista da ACSP.

O Impostômetro

O impostômetro foi criado em 2005 e busca estimar o valor total de impostos, taxas, contribuições e multas que a população brasileira paga para a União, os estados e os municípios.

O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando com tributos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

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ACRE

Homem de 60 anos fica preso às ferragens de caminhão durante acidente em rodovia do Acre

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Acidente ocorreu nesta terça-feira (14), no km 14 da BR-364, em Rio Branco.

CAPA: Bombeiros levaram mais de uma hora para conseguir retirar o caminhoneiro das ferragens — Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros do Acre.

Um homem e 60 anos foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros do Acre após ficar preso às ferragens de um caminhão durante um acidente no km 14 da BR-364, em Rio Branco. O veículo da vítima teria batido em outro caminhão durante ultrapassagem na rodovia, nesta terça-feira (14).

Uma equipe de bombeiros foi até o local socorrer as vítimas e demorou mais de uma hora para conseguir retirar o motorista das ferragens. Os ocupantes do outro veículo também se machucaram e foram levados por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A Polícia Rodoviária Federal no Acre (PRF-AC) informou que uma equipe foi enviada para atender a ocorrência.

O major Cláudio Falcão, da assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros do Acre, disse que a colisão ocorreu quando um dos caminhões fez uma ultrapassagem na rodovia.

“Os dois saíram da pista e foram para o acostamento, tendo forte colisão no barranco, e uma das vítimas, um homem de 60 anos, ficou preso às ferragens e com a situação bem complicada. Mas estava estável, foi estabilizado pelos bombeiros, já tinha uma ambulância do Samu no aguardo para transportar ele”, afirmou.

Caminhões teriam colidiram durante uma ultrapassagem na BR-364 — Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros do Acre

Caminhões teriam colidiram durante uma ultrapassagem na BR-364 — Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros do Acre.

Duas pessoas ocupavam o outro caminhão, mas não precisaram da ajuda dos bombeiros para sair do veículo. As vítimas foram levadas para o Pronto-Socorro de Rio Branco.

“Ficou preso às ferragens com aço muito forte, foi preciso usar várias ferramentas de salvamento, resgate e encarceramento em veículos com todos os cuidados. Foi retirado e entregue ao Samu para transporte até o hospital”, concluiu.

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BRASIL

Brasil chega a 68 mil mortes por Covid-19, mostra consórcio de imprensa

Folha de São Paulo, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Sepultadores enterram vítima de Covid-19 no cemitério São Luiz, na zona sul de São Paulo. Foram abertas mais de 3.000 novas covas para receber as vítimas da pandemia neste cemitério

País registrou 1.187 óbitos nas últimas 24h e 41.541 novos casos, elevando o total de infectados para mais de 1,7 milhão.

CAPA: Sepultadores enterram vítima de Covid-19 no cemitério São Luiz, na zona sul de São Paulo. Foram abertas mais de 3.000 novas covas para receber as vítimas da pandemia neste cemitério.

Foram registradas 1.187 mortes e 41.541 novos casos da Covid-19 no Brasil, nesta quarta (8). Com isso, o país chegou aos 68.055 mil mortos pela doença e aos 1.716.196 casos.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo, G1 e UOL para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

O Acre não havia divulgado os dados do dia até o fechamento do balanço.

O estado Bahia teve recorde de mortes registrado no dia, com 61 óbitos, mesmo valor registrado no último dia 6. O total chegou a 2.277.

Minas Gerais, que vê a pandemia crescer no estado, também igualou o seu recordes de mortes pelo novo coronavírus em um único dia, 73. O mesmo valor havia sido atingido em 4 de julho.

O Paraná registrou 43 mortes (o mesmo valor registrado em 2 de julho) pela Covid-19 e, em meio ao agravamento da pandemia no estado, chegou a 880 óbitos.

O Maranhão vem mantendo valores próximos ao seu recorde, 39 mortes registradas em 24 horas, durante quase todos os meses de junho e julho. Nesta quarta, o estado registrou 38 óbitos e, dessa forma, chegou a 2.324 mortos pela Covid-19.

Alagoas também manteve números próximos ao seu recorde (26 mortos em 5 de junho), com 21 óbitos registrados no último dia. O total do estado chegou a 1.213.

O Rio Grande do Sul é outro estado que teve número de mortos próximo ao recorde (40). O estado registrou 37 óbitos, segundo maior valor registrado.

São Paulo foi o estado com o maior registro de mortes, 313 (e total de 16.788), seguido pelo Ceará, com 102 óbitos (e total de 6.665).

O Rio de Janeiro, terceiro estados com mais mortes no dia, registrou 89 óbitos e soma 10.970 vidas perdidas.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 32,5 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 40,4 e 67,1 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 3,7 mortes por 100 mil habitantes.

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (8) mostram 44.571 novos casos e 1.223 novas mortes confirmadas pela Covid-19 no Brasil nas últimas 24 horas.

O total já chega a 67.964 mortes e 1.713.160 casos pelo novo coronavírus.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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