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Brasília tem quase 1 milhão de árvores frutíferas nas ruas e qualquer um pode colher
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2 anos atrásem
Brasília tem quase 1 milhão de árvores frutíferas nas ruas e qualquer um pode colher
Brasília, a nossa capital, é um verdadeiro pomar a céu aberto: tem quase 1 milhão de árvores frutíferas espalhadas pelas ruas da cidade. E tem de tudo um pouco, de manga às frutas do cerrado, passando por amora e pitanga.
É uma delícia porque qualquer um pode parar e colher quando quiser. Principalmente na hora do almoço e no fim de tarde é comum ver alguém colhendo e comendo embaixo das árvores mesmo. É divertido ver gente jogando fruta que está no chão, para acertar a que está madura no pé, e comer em seguida.
As mangueiras mais famosas de Brasília estão localizadas em lugar nobre: em frente ao Palácio da Alvorada, onde moram o presidente da República e a primeira-dama. As árvores de lá são guardadas pelos seguranças, mas se um turista educado pedir, eles deixam apanhar a fruta. Mas também tem em outras partes da cidade.
Muitas árvores
Dá também para colher frutas em outros cartões-postais da cidade. Em frente ao Eixo Monumental, entre o Palácio do Buriti e o Memorial dos Povos Indígenas, existem cerca de 100 mangueiras.
A ideia de transformar Brasília em um pomar a céu aberto vem do planejamento inicial da cidade nos anos 1960. Deu certo e novas 15 mil árvores são plantadas por ano na cidade.
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) estima que existam 950 mil árvores frutíferas de 35 espécies diferentes em todo o Distrito Federal. Sem contar os projetos privados, de moradores e grupos que também contribuem para aumentar ainda mais esse número.
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Frutas típicas do Cerrado
Atualmente, a Novacap se concentra em plantar apenas 10% de frutíferas entre as 100 mil espécies de árvores e arbustos programadas. Das 35 espécies, definidas pelo plano da capital, dez são nativas do Cerrado.
São pelo menos 10 frutas típicas da região, como araçá, baru, cagaiteira, cajazeira, ingá-colar, ingá-mirim, jatobá-da-mata, jatobá-do-cerrado e pequizeiro.
Porém, predominam em Brasília mangueiras e a jaqueiras. No período das chuvas, como agora, as mangas estão prontas para a colheita, assim como as jacas e os abacates.
Visitantes ilustres
Não à toa, a cidade, cujas ruas e bairros são conhecidos por números, ganha novos nomes, como Avenida das Jaqueiras, a Avenida das Mangueiras e o Parque da Cidade por causa das árvores frutíferas.
E as árvores frutíferas espalhadas pelas ruas também atraem visitantes ilustres. É comum poder apreciar aves, como periquitos, tucanos e outras espécies, que “frequentam” a cidade por causa das frutas.
Para os defensores do plantio das árvores frutíferas, há, ainda outra grande vantagem: humaniza a cidade, reconectando as pessoas a prazeres simples, como colher frutas no pé.
Mapa da Fruta (Fruit Map)
Os universitários Adarley Grando, Vinícius Magalhães e Fábio Rezende desenvolveram um aplicativo chamado Fruit Map. Por ele, são mapeados diversos pés de fruta disponíveis nas ruas de Brasília.
Todas foram catalogadas por usuários de forma coletiva; ou seja, quanto mais pessoas contribuírem, melhor será o mapeamento.
A plataforma está disponível para Android e iOS.
Quando vier à capital, experimente colher fruta do pé. É divertido e gostoso!
Brasília é um pomar a céu aberto: as árvores frutíferas, como a jaqueira, estão espalhadas pelas ruas, basta dar uma paradinha. Qualquer um pode apanhar. – Foto: Correio Braziliense

Em frente ao Palácio da Alvorada, onde mora o presidente da República, as mangueiras são famosas e os turistas podem colher, basta pedir autorização aos seguranças. – Foto: Agência Brasil
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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19 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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