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Briefing de guerra na Ucrânia: administração Biden confirma que o aumento da ajuda militar a Kiev continuará | Ucrânia
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Warren Murray with Guardian writers and agencies
A administração Biden confirmou que o Os EUA continuarão a aumentar a ajuda à Ucrânia antes de Donald Trump se tornar presidente em janeiro. “Isso não vai mudar. Vamos avançar e levar isso para a Ucrânia. Compreendemos como é importante garantir que eles tenham o que precisam”, disse Karine Jean-Pierre, porta-voz da Casa Branca. UM Editorial do Guardião sobre a ajuda dos EUA à Ucrânia diz: “A administração Biden está alegadamente a tentar agilizar até 9 mil milhões de dólares em ajuda militar, acordada, mas ainda não transferida. Isso está longe de ser simplesaté porque ainda estão a ser produzidos armamento e munições e porque o próximo presidente poderá impedir os envios acordados. Mas é essencial.”
O chefe da OTAN, Mark Rutte, disse na quinta-feira que O envolvimento da Coreia do Norte na guerra da Rússia contra a Ucrânia representava uma ameaça direta aos EUAnum primeiro esforço para convencer Donald Trump a continuar a apoiar Kyiv. “O que vemos cada vez mais é que a Coreia do Norte, o Irão, a China e, claro, a Rússia estão a trabalhar juntos, a trabalhar juntos contra a Ucrânia”, disse Rutte. “Ao mesmo tempo, a Rússia tem de pagar por isso, e uma das coisas que está a fazer é fornecer tecnologia à Coreia do Norte, que agora ameaça no futuro o continente dos EUA, a Europa continental… Estou ansioso por sentar-me com Donald Trump para discutir como podemos enfrentar essas ameaças coletivamente”.
Na mesma reunião de líderes europeus em Budapeste onde Rutte discursou – abordado aqui por Jon Henley do Guardian – o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que seria “inaceitável” que a Europa oferecesse concessões ao Kremlin para impedir a invasão da Ucrâniadepois que Moscou exigiu que o Ocidente iniciasse negociações diretas sobre o fim da guerra. O presidente russo, Vladimir Putin, exigiu que a Ucrânia cedesse mais áreas de território no leste e no sul como pré-condição para as negociações de paz, enquanto Kiev descartou repetidamente a possibilidade de ceder terras em troca de paz. Shaun Walker escreve isso Putin também na quinta-feira exigiu neutralidade ucraniana, que Zelenskyy rejeita.
Zelensky também considerou “perigoso” e “irresponsável” o apelo do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, a um “cessar-fogo” no campo de batalha. Zelenskyy acusou alguns líderes europeus, sem especificar quais, de pressionarem “fortemente” a Ucrânia a um compromisso. “Precisamos de armas suficientes, não de apoio nas negociações. Abraços com Putin não vão ajudar. Alguns de vocês o abraçam há 20 anos e as coisas só estão piorando.”
O Instituto para o Estudo da Guerra thinktank disse na quinta-feira: “Congelar a guerra russa na Ucrânia em qualquer coisa parecida com as linhas atuais beneficia enormemente a Rússia e aumenta os riscos e custos para a Ucrânia e o Ocidente de dissuadir, e muito menos de derrotar, uma futura tentativa russa de cumprir os objectivos de Putin pela força.”
Os líderes presentes na reunião de Budapeste enfatizaram que, com Trump a tornar-se presidente dos EUA, A Europa deve assumir a responsabilidade pela sua própria segurança. A Europa em conjunto gastou cerca de US$ 125 bilhões para apoiar a Ucrâniaenquanto só os EUA desembolsaram mais de 90 mil milhões de dólares, de acordo com um rastreador do Instituto Kiel.
A Rússia realizou um ataque massivo de drones em Kyive matou quatro pessoas em um ataque a um hospital em Zaporizhzhianas horas seguintes à vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA, escrever Dan Sabbagh e Luke Harding. Zelenskyy instou os aliados a fornecerem à Ucrânia mais sistemas de defesa aérea e a suspenderem as restrições ao ataque a alvos dentro da Rússia usando armas ocidentais de longo alcance.
A Rússia disse na quinta-feira que suas forças haviam assumiu o controle de Kreminna Balka, uma vila que tinha uma população pré-guerra de menos de 50 pessoas, na região industrial de Donetsk onde as defesas ucranianas foram repetidamente rechaçadas. O ganho não pôde ser confirmado de forma independente, mas a mídia ucraniana informou que as autoridades da região de Donetsk estavam se preparando para anunciar evacuações obrigatórias de mais sete aldeias naquela região, que o Kremlin afirma fazer parte da Rússia desde 2022. Duas pessoas foram mortas em bombardeios na quinta-feira, informou o governador local.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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