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Câmara de Rio Branco aprova projeto de lei que regulamenta uso de aplicativos no transporte de passageiros

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O projeto de lei 28/2018 que regulamenta o uso de aplicativos no transporte privado de passageiros em Rio Branco foi aprovado nesta quinta-feira (12) pela Câmara Municipal de Rio Branco, por unanimidade.
Elaborado por uma comissão formada por representantes dos taxistas, mototaxistas o projeto lei deve garantir a equidade na prestação do serviço, estabelecendo aos motoristas vinculados às operadoras de aplicativos as mesmas regras/exigências dos motoristas de táxi, por exemplo.
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Da galeria, taxistas, mototaxistas e motoristas autônomos acompanharam a votação e comemoram a aprovação do projeto de lei de lei de autoria do Poder Executivo.
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“Propusemos alterações que na maioria foram aceitas. Hoje diante das condições que foram colocadas, o novo texto do projeto de lei nos contempla”, valia Solon Araújo presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativos Autônomos do Acre (AMAAC). Ainda de acordo com o pres. Da AMAAC em na capital do Acre atuam 1110 motoristas autônomos cadastrados para prestar serviço utilizando pelo menos 6 aplicativos. Os profissionais terão prazo de 120 dias para atender o dispositivo legal.
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“Acreditamos que a lei votada como está vai atender os interesse da categoria”, destaca, Espiridião Teixeira, presidente da Associação dos Taxistas do Acre.
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O vereador Rodrigo Forneck, relator da proposta, destacou a importância da participação dos trabalhadores na elaboração e consequente aprovação do projeto. “Durante toda a semana ouvimos todos, não só os motoristas de aplicativos, mas também de táxi e mototáxi, para pegar mais contribuições para que a nossa lei pudesse ser uma lei moderna, madura e que atendesse a maioria, podendo beneficiar a população de Rio Branco. Pelo entendimento dos trabalhadores dos transporte por aplicativos era o melhor projeto. O mais importante é que a gente conseguiu estabelecer um ambiente harmônico entre as categorias.
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Em conversa com os prestadores do serviço foi consensuado que a taxa de 2% por cada corrida será cobrada das empresas de aplicativos (apps) de transporte. Os motoristas que trabalham com apps terão que pôr um adesivo móvel no interior do carro. A frota poderá ter no máximo 10 anos de uso. Uma vez aprovado pelo legislativo, o projeto segue agora para sanção da prefeita Socorro Neri. O prazo para implementação da lei é de 120 dias após a publicação da lei. Por Assessoria. Fotos: Assis Lima/DECOM.

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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