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Carlos Alcaraz x Casper Ruud: tênis ATP Finals – ao vivo | Finais ATP
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2 anos atrásem
Yara El-Shaboury
Principais eventos
*Alcaraz 1-5 Ruud (*denota servidor) O espanhol consegue outro drop shot para cair logo no início, mas empata 15-15 imediatamente. Mas Ruud está obtendo retornos muito rápidos e de alguma forma o norueguês está liderando o terceiro lugar do mundo. Ele acerta mais duas eliminações e, de forma frustrante, afasta a bola sobressalente. Ruud agora servirá para o set.
Alcaraz 1-4 Ruud* (*denota o servidor) Alcaraz tenta devolver o segundo saque mais cedo, mas Ruud está empurrando, sacando mais rápido do que costuma fazer. Ele sobe 30-15, mas depois acerta um chute fácil, seu quarto erro não forçado da partida, e olha para seu time frustrado. Ele então erra estranhamente um forehand, mas faz bem em manter a bola em jogo no próximo ponto. Alcaraz perde um drop shot de rotina e depois de alguns duques com os dois duques trocados, Ruud finalmente percebe. Foi um jogo longo, de pouco mais de 10 minutos, mas enorme para o norueguês. Ele está aqui para brincar!
*Alcaraz 1-3 Ruud (*denota servidor) Grande retorno de Ruud para fazer 30-0. É um saque forte e ele cai para trás tentando alcançá-lo, mas acerta um chute certeiro que não deixa Alcaraz sem chance. O número 7 do mundo acerta um forehand que olha para fora, mas a linha eletrônica indica que está dentro. Alcaraz fica abalado e Ruud quebra!
Alcaraz 1-2 Ruud* (*indica o servidor) Belo toque de Alcaraz para fazer 15-15. Ruud tenta acertar o chute curto, mas acerta ao lado, mas seu próximo saque é uma bala que Alcaraz acerta descontroladamente. Um ás leva o norueguês a vencer por 40-30 e ele vence o jogo depois que Alcaraz acerta o próximo retorno.
*Alcaraz 1-1 Ruud (*denota o servidor) Ruud devolve bem o primeiro serviço de Alcaraz e marca o seguinte. O espanhol faz 40-0 após um rali curto, seu forehand espalhando-se por toda a quadra para fazer Ruud correr. E a partir daí é uma navegação tranquila.
Alcaraz 0-1 Ruud* (*denota o servidor) Ruud consegue os primeiros pontos no tabuleiro depois que Alcaraz acerta um longo, mas o espanhol sobe 30-15 com dois backhands poderosos. Ruud então acerta um forehand, mas compensa com um ás. Ele segura outro break point para levar o empate e os dois trocam vantagens por um tempo, mas é Ruud quem arranca o primeiro sangue depois que o espanhol acerta um drop shot.
Uma das razões pelas quais Ruud é tão bom no saibro é porque ele tem um pouco mais de tempo para preparar seu forehand. É muito mais apressado nas quadras duras, mas ele fez bem ao movimentar Alcaraz no primeiro jogo.
Ontem, Sinner começou com vitória e Medvedev teve um certo acesso de raiva. Leia nosso relatório abaixo.
E estamos prestes a começar a peça de hoje. Ruud venceu o sorteio e decidiu servir.
Alcaraz faz apenas a sua segunda presença no Finais ATP depois de chegar às semifinais no ano passado. Ele perdeu sua partida de estreia para Alexander Zverev e disse ao site da ATP que espera começar bem este ano.
O ano passado foi um final de ano difícil para mim. Não consegui jogar no meu melhor. Os dois últimos jogos aqui foram muito bons para mim, mas nos dois ou três torneios anteriores não joguei o meu melhor, então percebi que tinha que mudar um pouco nesta época do ano, o que fiz este ano.
Eu venho aqui um pouco diferente. Abordo este torneio de forma um pouco diferente, sabendo que há coisas que preciso mudar se quiser ter um bom resultado aqui e ir longe. No ano passado não comecei bem desde os primeiros jogos. Vou tentar jogar no mesmo nível e jogar um bom tênis. Venho aqui com muita motivação.
Os jogadores estão em quadra e agora se aquecendo. Grandes aplausos para Alcaraz quando ele entra, como esperado. Ruud será o azarão nesta partida e jogando contra a torcida.
O histórico de confrontos diretos desta dupla não é um bom presságio para Ruud, com o Alcaraz vencendo as quatro partidas. O último encontro foi nas quartas de final do Aberto de Pequim de 2023, em quadra dura, onde o espanhol venceu por 6-4, 6-2.
Para quem é iniciante no tênis, o Finais ATP é o maior evento de tênis masculino depois dos quatro Grand Slams e o formato é bem diferente de outros eventos.
Os oito melhores jogadores são separados em dois grupos de quatro, onde cada um joga três partidas round-robin. Após a fase de grupos, os dois primeiros colocados se enfrentam nas semifinais e na final para determinar o vencedor.
Preâmbulo
Olá e bem-vindo ao nosso blog ao vivo da partida da fase de grupos do ATP Finals entre Carlos Alcaraz e Casper Ruud. Os dois são os primeiros a se enfrentarem no Grupo John Newcombe, na Inalpi Arena.
Alcaraz teve um ano fantástico, vencendo dois Grand Slams e conquistando a prata nas Olimpíadas. O número 3 do mundo tem a chance de subir uma posição no ranking de final de ano, caso se saia bem aqui em Torino.
Ruud, por outro lado, resume o ditado “sempre a dama de honra, nunca a noiva”. O número 7 do mundo é três vezes finalista do Slam e também terminou em segundo lugar nas finais do ATP de 2022, perdendo por 7-5 e 6-3 para Novak Djokovic. Ele perdeu três finais da ATP no início deste ano, antes de vencer em Barcelona e Genebra.
Junte-se a mim no início das 13h GMT e, como sempre, envie-me um e-mail se você tiver alguma opinião, previsão, dúvida ou reclamação que gostaria de compartilhar.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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