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Carnaval é festa dos pretos, diz leitor – 04/03/2025 – Painel do Leitor
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Vitória nas ruas
“Foliões curam ressaca do Oscar com mistura de frustração e orgulho” (Ilustrada, 3/3). Nossa, muitas pessoas não estão contentes com nada. Não sei porque tanta frustração. Tomam todas e começa o mimimi! Fico muito contente!
Aparecida Alves (São Bernardo do Campo, SP)
Me senti representado como brasileiro e orgulhoso do nosso cinema e dos nossos artistas do drama e do entretenimento cinematográfico. Não devemos esquecer que o Oscar comemora a indústria do cinema estadunidense e incentiva seus artistas. Os prêmios aos trabalhos de fora são parte da estratégia dessa mesma indústria.
João Melo (São Paulo, SP)
Me senti orgulhoso da Fernanda e de forma alguma frustrado.
João Batista dos Santos (Itumbiara, GO)
Temática afro
“Paulo Barros se mostrou racista e preconceituoso, diz Pastor Henrique Vieira” (Mônica Bergamo, 2/3). O pastor quer se promover. Realmente está muito repetitivo. Tenho certeza que muita gente não sabe o que significa aqueles nomes. Outra coisa chata é profanar os símbolos sagrados da Igreja Católica. Vamos trocar os discos.
Ivonete Liberato da Silva (São Paulo, SP)
Carnaval é festa dos pretos; brancos somos ou convidados ou penetras.
Filipe Moura Lima (Amparo, SP)
Os dois estão errados, na minha opinião. As temáticas afro não são nem mesmice nem “reparação histórica”. São a base cultural do samba, das escolas que são fruto da cultura afro brasileira.
Gabo Franca (Rio de Janeiro, RJ)
Tratamento de saúde
“Tony Bellotto, dos Titãs, recebe diagnóstico de câncer no pâncreas e fará cirurgia” (Ilustrada, 3/3). Boa sorte no tratamento. Em breve estará de volta.
Jorge Maia Filho (Porto Alegre, RS)
Força! Honestidade em revelar o diagnóstico é ímpar.
Paulo Oculto (São Paulo, SP)
Guerra comercial
“Trump diz que vai considerar um acordo de livre-comércio com a Argentina” (Mercado, 3/3). No primeiro mandato, os adultos da sala tiravam a caneta da criança mimada. No segundo, a criança está rodeada de outras crianças mimadas e igualmente ignorantes a respeito de qualquer assunto relevante. O mundo vai levar um tranco forte.
Karina Kanazawa Rienzo (São Paulo, SP)
A nação Argentina, cuja economia total é menor do que a do estado de São Paulo sozinho, com certeza tem uma grande contribuição a dar à economia norte-americana. Confia!
Jose Walter Da Mota Matos (Pouso Alegre, MG)
Interesses internacionais
“Trump alimenta o ímpeto expansionista de Putin” (Lygia Maria, 2/3). A posição de Trump em relação a Putin e à guerra da Ucrânia é a mesmíssima de Lula. A diferença é que o primeiro aporta recursos bélicos e financeiros e o segundo só dá pitaco.
Sergio Tamer (São Luís, MA)
Segurança pública
“Ministério da Justiça estuda levar projeto de desocupação de milícia e tráfico para o RN” (Cotidiano, 3/3). Fala sério. Em vez de cuidar do RJ, SP e MG onde a coisa pega, vai fazer política nos canfundós do Judas.
Wil Leon (São Paulo, SP)
Há uma única forma de acabar com o tráfico: legalizar as drogas. Isso não significa liberar.
Ernesto Pichler (São Paulo, SP)
James Harrison
“Morre doador australiano com sangue raro que salvou a vida de 2 milhões de bebês” (Saúde, 3/3). Um verdadeiro herói. Obrigada por tanto!
Suelen Souza Guimarães (Salvador, BA)
Guardas e policiais
“Entidade de PMs deve ir ao STF contra troca de nome da GCM” (Painel, 2/3). Não demora muito, vamos ver a GCM prestando continência ao prefeito, sendo que seus integrantes não são militares, mas se portam como se fossem.
Reuben Asuo (São Paulo, SP)
Possibilidade de efetuar prisão em flagrante não outorga à GCM, por si só, o status de polícia. Simplesmente, porque “qualquer do povo” pode prender em flagrante.
Leonidas Scholz (São Paulo, SP)
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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