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Chefes estão certos em insistir na volta ao escritório? – 28/10/2024 – Mercado

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“Minha moral para este trabalho se foi, vou me desligar totalmente”, escreveu recentemente um funcionário da Amazon no Blind, um fórum online onde empregados reclamam de seus empregadores. A causa de seu descontentamento foi uma carta enviada no mês passado por Andy Jassy, o chefe da gigante de tecnologia, que ordenou que a equipe voltasse ao escritório cinco dias por semana.

A ordem causou reclamações entre os funcionários de escritório da Amazon, que anteriormente eram obrigados a comparecer pessoalmente apenas três dias por semana. Em uma reunião no dia 17 de outubro, Matt Garman, chefe da divisão de computação em nuvem da Amazon, disse a um grupo de funcionários que, se não quisessem aderir à política, poderiam pedir demissão.

A Amazon não é a única grande empresa que restringiu o trabalho remoto. Goldman Sachs, PwC e Stellantis estão entre as que aumentaram o número de dias que exigem que seus funcionários compareçam ao escritório —e mais empresas devem seguir o exemplo. Uma pesquisa global recente da KPMG descobriu que quatro quintos dos chefes esperam o retorno ao escritório cinco dias por semana dentro de três anos.

Essas ordens já podem estar começando a aparecer em números agregados. Todo mês, o grupo de acadêmicos WFH Research pergunta aos americanos quantos dias eles puderam trabalhar de casa na semana anterior. Em setembro, cerca de 28% dos dias de trabalho foram em casa, uma queda de cerca de dois pontos percentuais em relação ao ano anterior.

A mudança em alguns setores é mais dramática: a proporção de funcionários em empresas de tecnologia, finanças e serviços profissionais que trabalham pelo menos parte do tempo de casa caiu em média dez pontos percentuais.

Obrigar o retorno ao escritório tende a irritar os funcionários. Uma pesquisa da Gartner descobriu que um terço dos executivos e um quinto dos outros funcionários deixariam seus empregos se fossem forçados a voltar ao escritório. Para algumas empresas, isso pode ser o objetivo.

Muitas empresas de tecnologia e consultorias contrataram muitos trabalhadores durante o boom da pandemia de Covid-19. Fazer com que alguns deles saiam voluntariamente reduziria os custos de rescisão —embora também aumente o risco de empurrar funcionários talentosos para se juntarem a concorrentes.

A explicação mais provável é que muitos chefes acreditam que ter funcionários no escritório leva a um melhor desempenho. Muitos estudos agora sugerem que funcionários remotos são menos produtivos. Um artigo que analisou trabalhadores de digitação de dados na Índia descobriu que aqueles que trabalhavam preferencialmente de casa eram 18% menos produtivos do que aqueles que trabalhavam frequentemente no escritório.

Há menos evidências, no entanto, de que permitir que os funcionários trabalhem de casa alguns dias por semana em um arranjo híbrido tenha um efeito negativo no desempenho. Um ensaio controlado randomizado em uma agência de viagens online chinesa, conduzido pela Universidade Stanford, não encontrou diferença discernível no desempenho entre trabalhadores híbridos e aqueles que trabalhavam inteiramente no escritório.

Os chefes podem argumentar que um call center não é representativo do trabalho que muitos de seus funcionários realizam. Tarefas mais complexas, como aconselhar um cliente sobre como estruturar uma fusão ou projetar uma interface de usuário, podem exigir muita colaboração que pode ser difícil de replicar virtualmente. Funcionários juniores também podem receber menos orientação se interagirem com os outros apenas por meio de chamadas agendadas no Zoom.

Alguns chefes temem que o trabalho híbrido prejudique a cultura das empresas, à medida que novos funcionários não a absorvem e os antigos a esquecem. Em sua carta, Jassy escreveu que a cultura da Amazon “tem sido uma das partes mais críticas do nosso sucesso” e que “é mais fácil para nossos colegas aprender, modelar, praticar e fortalecer” isso quando trabalham juntos no escritório.

Por enquanto, os investidores parecem estar retendo o julgamento. Um estudo publicado em abril da Universidade Cornell analisou cerca de 600 empresas americanas listadas que haviam publicado políticas de trabalho remoto. Os autores descobriram que a variação na rigidez dessas políticas não teve efeito significativo no desempenho das ações das empresas em relação às de seus pares. Se Jassy estiver certo, isso pode mudar em breve.

Texto de The Economist, traduzido por Helena Schuster, publicado sob licença. O artigo original, em inglês, pode ser encontrado em www.economist.com



Leia Mais: Folha

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre

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A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.

Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.

Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.

Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.

O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.

Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac

 



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