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Com mais de 70 mortes, dia mundial em memória às vítimas do trânsito é lembrado no Acre
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3 anos atrásem
Bandeiras brancas fincadas em rotatória de Rio Branco representam o número de vítimas de acidentes de trânsito. Detran alertou que, na maioria dos casos, a imprudência é a principal causa das ocorrências.
capa: Bandeiras brancas fincadas em rotatória de Rio Branco representam o número de vítimas de acidentes de trânsito — Foto: Eduardo Gomes/Detran.
Este ano, mais de 70 pessoas morreram em acidentes de trânsito no Acre. Para celebrar o Dia Mundial em Memória às Vítimas do Trânsito e conscientizar os motoristas e pedestres, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AC) instalou painéis e bandeiras brancas nas rotatórias da Avenida Ceará e Corrente, em Rio Branco.
As bandeiras fincadas representam o número de vítimas dos acidentes de trânsito.
Entre janeiro e setembro deste ano, o Acre registrou 75 mortes em acidentes de trânsito tanto em rodovias estaduais, como federais, segundo dados do Detran-AC e da Polícia Rodoviária Federal (PRF-AC). Das vítimas fatais, 56 foram em rodovias estaduais e 19 nas vias federais.
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Com mais de 70 mortes, dia mundial em memória às vítimas do trânsito é lembrado no Acre — Foto: Eduardo Gomes/Detran
Em todo o ano passado foram registradas 69 mortes por acidentes de trânsito no Acre. Segundo a presidente do Detran, Taynara Martins, na grande maioria das vezes, a imprudência é a principal causa das ocorrências.
“Esses acidentes podem ser evitados, e em memória às vítimas de acidentes de trânsito, fizemos um trabalho durante toda a semana, de conscientização para as pessoas que passam nesse local. São mais de 70 vítimas, é um número realmente alto. A gente quer também com essa ação relembrar a memória dessas vítimas e, principalmente, chamar a atenção das pessoas que estão usando o trânsito diariamente e dizer que precisamos de atitudes conscientes no trânsito. Muitas pessoas aqui no nosso estado ainda insistem na prática de dirigir sob efeito de álcool”, disse Taynara.
Alguns dos casos
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Acre registra 75 mortes no trânsito e mais de 2,7 mil acidentes entre janeiro e setembro — Foto: Andyo Amaral/Rede Amazônica Acre
Em agosto, a jovem Alessandra Souza de Lima, de 25 anos, morreu em um acidente de trânsito em Sena Madureira, no interior do Acre. De acordo com a Polícia Militar, dois carros e uma moto, sem placa, trafegavam no sentido Sena Madureira/Manoel Urbano, quando ocorreu uma colisão. A vítima estava na garupa da moto, quando houve a colisão, ela se assustou, saltou do veículo e foi atingida por um caminhão que passava na rodovia. Segundo a PM, a mulher teve morte instantânea.
No dia 4 de agosto, um grupo de oito pessoas voltava da Expoacre 2023 em um carro que bateu contra um caminhão na BR-364, no sentido Rio Branco (AC) a Porto Velho (RO). Cinco pessoas morreram, e três ficaram feridas. Pai e filha estavam entre as cinco vítimas fatais do acidente.
Também está nessa estatística o caso do motociclista Antônio Ribeiro do Nascimento, de 57 anos, que morreu no dia 2 de setembro durante um acidente de trânsito no cruzamento da Avenida Ceará com a Rua São Paulo, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco. Populares informaram que um carro bateu na traseira da moto conduzida por Nascimento. Com o impacto, o motociclista foi arremessado e jogado no chão. Chovia bastante no momento da batida.
Outro caso marcante foi o da jovem Sara Maria dos Santos Moura, de 25 anos, que morreu em um acidente de trânsito no dia 24 de setembro, no km 154 da BR 364, no município de Bujari, interior do Acre. Ela deixou um filho de cinco anos e estava prestes a tomar posse em cargo público na educação estadual. A família de Sara alegou que o condutor da caminhonete estava embriagado e possuía garrafas de bebidas no veículo.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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